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Hoje é dia de quê?


Para Dominguinhos (Com alguns de seus títulos)

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Chora a sanfona, de Garanhuns se cala o canto, vai Dominguinhos fazer par com “Seu Luiz”. Nesse “Forró do sertão”, Nesse “Lamento sertanejo”, Pergunta a gente entristecida: - “Saxofone, por que choras?” - “Carece de explicação” tal “Contrato de separação”? - Foi para “Além da última estrela”, “De volta pro aconchego”, quando Deus a ele disse: - “Vem ficar comigo”.

Passa tempo, tempo passa

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Corre a vida, ciranda insana dos ponteiros, ciclo avante sem reciclo. Apreçada pressa; devorando calendários, engolindo agendas, desfolhando a folhinha. Jaz o agora a cada hora, consumindo mais um dia, que voa qual uma só andorinha, sem ter com quem “fazer verão”.

O dia em que o Sabe-tudo descobriu que não sabia

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Robson (que não era o Crusoé), julgava saber tudo, entendia de estrume a física quântica, de jogo do bicho a mercado financeiro internacional... Grande aficionado por almanaques, fanático por bricolagem, incansável leitor de bula de remédio... Achava-se entendido em tudo e mais alguma coisa, um autodidata “pós-doutorado pela universidade da vida”. Seu amigo e “fiel escudeiro” Daniel (que não era o Defoe), vivia a consertar as lambanças do sabichão e aturar as adjetivações diminutivas daquela “inteligência superior”. Um dia, o Gênio resolveu construir um pequeno barco para se aventurar na Baía de Todos os Santos. Consultou seus alfarrábios, leu trocentas revistas e fez-se “Engenheiro Naval”. Calculou, rabiscou, projetou... Em algumas semanas, a “obra prima da náutica universal” estava pronta, ignorando os conselhos de um experiente carpinteiro, que discordara sobre o tipo de madeira e outros materiais empregados. Até mesmo a opinião de um experimentado saveirista, foi arrogantemente...

Amizade

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Amizade é tesouro da alma, alquimia do bem querer, conspiração do cosmos a nos anelar em fraterno amor.

A gente (Paródia de: A casa - Vinicius de Moraes)

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Uma homenagem às manifestações pacíficas da cidadania brasileira. Inspirada na conhecida música do Poetinha e num cartaz exposto por manifestantes: "Era um país, muito engraçado/não tinha escola/só tinha estádio./ Ninguém podia/protestar não/por que a polícia/ metia a mão". Antonio Pereira Apon . Era uma gente desencantada muito omissa, acomodada Ninguém ousava dizer um não Tão adestrado ao circo e pão ninguém sonhava mais auriverde até o protesto ganhar a rede A malandragem mandava ali agora o povo é que manda aqui Era uma gente desrespeitada

Manifesto sobre o que envergonha o Brasil

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... Tal qual os vândalos e violentos das ruas, quem abusa do mandato político para “depredar” os interesses do povo, envergonha e emporcalha a imagem do Brasil... Antonio Pereira Apon. Obviamente vergonhosos e reprováveis os atos de vandalismo e toda violência protagonizada por uma minoria infiltrada nas belíssimas manifestações de cidadania do povo brasileiro que desperta para sua realidade, acordando para a necessidade de uma tomada de consciência ante tantos desmandos que afligem a nação.

Condomínio Brasil e a Fifó

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Luizão é desses caras carismáticos, sujeito bom de papo que leva qualquer um na lábia. Do tipo que consegue vender pente pra careca, ar condicionado pra iglu, convencer que existe iceberg no meio do deserto do Saara... Assim, quando o síndico do condomínio Brasil, persuadiu a todos das “vantagens” de assinar um convênio com a empresa Fifó, para que essa pudesse usar áreas do condomínio na promoção de seus eventos. Os gastos seriam poucos, os lucros muitos e os legados inúmeros. Como pelo regimento, o mesmo síndico não podia ser reeleito três vezes consecutivas, o habilidoso Luizão conseguiu eleger sua amiga Dilmélia como sucessora. Após seus dois mandatos.

Acróstico do antiplágio. Por uma internet criativa, autoral e verdadeira

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Copiar e colar: Desinformação, preguiça ou desonestidade. Desrespeito ao autor, demérito à capacidade do copista. Quem admira, cita a autoria. Faz conhecer o “autor desconhecido”. Delete o plágio, denuncie o plagiador. Q uanta cópia, indevida reprodução, u surpada autoria; e ngano de alguns, de outros distração, m as, de muitos. Vilania. C trl+C, Ctrl+V, desrespeitosa combinação, O mitir do autor o nome, p enal violação; i nfame falseta, a busada mutreta.

A arte de escrever. Encontre seu autor desconhecido

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Modelar em palavras o pensar e o sentir, dar forma, materializar a imaginação. Parafraseando o: “Uma câmera na mão, uma ideia na cabeça”. De Glauber Rocha. Dizemos: Uma caneta na mão, uma ideia na cabeça. Caneta que já foi uma rude pedra, um tosco pedaço de carvão, um simples lápis, uma pena, tinteiro... Modernamente, pode ser uma tela multitoque, um teclado ou qualquer outro dispositivo de mídia. Na mão humana, uma ferramenta de criação, uma “veia” pela qual, a alma extravasa sua essência. Essência que transcende ao suporte do papel, ganha novas dimensões: Nos palcos, telinhas, telonas...

Mães são anjos

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Coadjuvantes de Deus na criação. Fazem germinar em si a semente humana. Donas de um amor incondicional, incomensurável e atemporal. Carregam toda a força do "sexo frágil", e o poder de da suas vidas, vidas dar. Mães de todas as classes, de todas as raças, de idiomas diversos e diversas nacionalidades. São a inspiração e a própria poesia, dando luz, em meio a tanta escuridão.

Livro de visitas

Aqui você pode postar suas sugestões e críticas. Esse é o nosso Livro de visitas para quem segue e curte a arte da vida.

Continuar la publicación del plagio de mi poema La piedra

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Queridos amigos, Mi poema: ”La Piedra” circulaba como de autor desconocido o con el nombre de plagiadores. Ahora aparece como de Chaplin, Renato Russo, Fernando Pessoa o sin citar al autor. El verdadero autor es Antonio Pereira Apon. Todas las aclaraciones están en: https://www.aponarte.com.br/2007/08/pedra.html La forma original del poema es: O distraído, nela tropeçou, o bruto a usou como projétil, o empreendedor, usando-a construiu, o campônio, cansado da lida, dela fez assento. Para os meninos foi brinquedo, Drummond a poetizou, Davi matou Golias... Por fim; o artista concebeu a mais bela escultura. Em todos os casos, a diferença não era a pedra. Mas o homem. En lo posible, cuento con la colaboración en la divulgación de estas aclaraciones en blogs / sites y redes sociales. Un gran abrazo Antonio Pereira Apon Antonio Pereira Apon. Siga-nos Dê uma espiadinha em nossas postagens mais recentes:

Para o possível e o impossível

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Para o perfume, a flor, para o caminhar, caminho; para o frio, calor, para o desalento, carinho. Para a escultura, a pedra , para a poesia, inspiração; para Quixote, Saavedra, para o silêncio, canção. Para a pintura, a tela , para os pés, chão; para o barco, o vento e a vela, para o sonho, amplidão.

Um olhar além do espelho

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O que vemos no espelho? O que ele nos mostra? Nele está a aparência de nossa aparência, nossa interface material, “programada” para ser visível, palpável... Mas, conseguimos nos ver? Enxergar nossa essência invisível, intangível? ... Somos o que está além do espelho. Oculto, obscuro, insólito; nosso eu, muitas vezes desconhecido de nós mesmos, escondido em nosso “lado escuro” .

O religioso e a patrulha da vida alheia

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Designado para substituir um colega que mudara para outra cidade. Francisco assumiu aquela igreja. Não demorou muitos dias para ele tomar conhecimento da “exagerada” tolerância do seu antecessor. “Absurdamente” ali congregavam: Dois gays, uma prostituta, garotas de programa, uma meia dúzia de drogados, um “pretinho macumbeiro”, uns três “cachaceiros”... O tal informante delatou as “mazelas” de metade dos frequentadores, cujo comportamento, o Fundamentalista julgava digno de expulsão.

Filhinha (Com mp3)

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Você é muito importante para mim. é meu verso mais belo, poesia mais bonita que me deu o Criador. Se o sonho tivesse rosto, certamente seria o seu, se voz tivesse outra não seria, senão a sua; sorriso?.. se tivesse, de quem seria? claro!.. seria

Não é do Mordomo. O Rapaz e a Moça. É deles a culpa

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Já se tornaram uma espécie de entidades da terceirização de todas as culpas. Basta surgir algo errado, lá está o Rapaz ou a moça numa quase onipresença: Se atrasou, está com a chave, perdeu a chave, não deu o recado, trocou as fichas, não repôs o produto, não entregou, esqueceu, quebrou, anotou errado, entendeu errado, não entendeu, perdeu o prazo, não falou, falou demais...

Essa coisa da coisa

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Que coisa! Isso de “coisar” tudo. O que não se sabe, o que se esqueceu, o que se quer saber, o achado e o perdido, o sujeito oculto, o ignorado, o indevidamente indefinido...