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Hoje é dia de quê?


Tempo da estação. Setembro; outono, primavera, coração

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No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha 51ª participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando . Outono lá, cá primavera. Cada hemisfério, num sem mistério; o cio do chão, florescer, frutificar duma estação. Num balanço brinca a vida, com carinho o tempo lida; a ida, a vinda, translação. Intermezzo de inverno ou verão; equilíbrio, equinócio, dia e noite, equação.

Blogando, poetizando e encantando

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No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha 50ª participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando . Blogando coletivamente , filosofando na vida , fincando raízes com uma poesia do bem . Olhares e deslumbres entre sonhos e poesia ; a arte da vida , brincando com as palavras … Um mineirinho passaredo , nas ondas da vida , voa, sobrevoa esse refúgio dos poetas , esse meu mundo azul !

Ganhadores. O que faz a diferença

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Moradores de cidades vizinhas, Marco e Marcos não se conheciam, nunca tinham tido qualquer contato. Mas uma rede de coincidências lhes parecia "clonar" o destino: ambos trabalhavam como repositores em mercadinhos, tinham dois filhos, a mesma idade e escolaridade, se casaram na mesma data... Ganhadores de um grande prêmio da loteria dividiram uma pequena fortuna.

Felicidade. Aprendendo com o ruibarbo do deserto

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Muita gente, condiciona sua felicidade a fatores externos, a uma complexa coincidência de acontecimentos que desmente e desafia a simplicidade da vida: Riqueza, fama, poder, sorte, realização amorosa... Condicionais, que mesmo quando alcançadas, não redundam necessariamente na felicidade almejada. Foi o que aconteceu com aquele moço pobre e amorosamente desiludido, que vagava errante pelas ruas. Sua amada fugira com um “filhinho de papai” e ainda que não se desse conta, despedaçara aquele coração transbordante de um amor que ela nem desconfiava. Um dia, quando o rapaz se embriagava em pensamentos dos mais infelizes, uma aparição o arrebatou daquele torpor: - O que é isso meu jovem? Por que tanta tristeza? - Já viu pobre ter vez, ter alegria? Quem tem dinheiro pode tudo! Rico compra ou manda buscar: Amor, sucesso, felicidade... Gente como eu, fica chupando dedo. - Então, você acha que ficar rico te faria feliz. Não acredito. Mas quem sabe, seu desejo não se realiza... No dia seg...

Meu partido é o Brasil. E o seu?

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Já passou, e muito, da hora do cidadão brasileiro acordar, levantar do “berço esplêndido”, parar de ruminar a velha, rançosa ração de ilusões fornecida por nossos politiqueiros das mais diversas tendências. Enquanto brasileiros se digladiavam, travestidos de patéticos, tão insanos “coxinhas”, “mortadelas” ou qualquer maluquice equivalente.

Estrada vida, poetizando e encantando

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No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha quadragésima nona participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando . Longa estrada; caminho, trilha, rumo, norte, destino, sina; vida! Entre miragens e paisagens, desertos e floragens; transitam sonhos e alegrias, trafegam realidades e tristezas, ir e vir; de quereres e fazeres, sentires e pensares, saberes…

Blogs em acróstico

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B log, diário que logo se fez muito mais: L iteratura, notícia, socialização... O púsculo seguido e curtido já antes das redes sociais. G enuína e virtual expressão. B logosfera, esfera do dizer, sentir, pensar; l ibelo de razão e emoção, o stensivo expressar; g lobal, plural conexão

Pulmão nosso (Inspirado no "Pai nosso")

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Pulmão nosso, que está na natureza. Preservada seja a vossa existência; venha a nós o vosso ar puro, seja praticada a coerência no Brasil e em todo o mundo.

"Independence day"

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Não, não estou falando do 4 de julho. Me refiro mesmo ao 7 de setembro! Diz a lenda , que em 1822, nessa data, nos libertamos do domínio de Portugal. Dos lusitanos, até podemos nos ter libertado no 2 de julho de 1823 (a verdadeira data dessa tal independência). Mas nos libertamos, ou trocamos de dominadores? Nossa alta tecnologia é “made in”: China, Taiwan, USA, Japan... Consumimos no “shopping center”, comemos “fast food”, o “rock” não sai do “hit parade”, nossa seleção musical é “playlist”, dançamos “pop”, “funk”, “hip hop”... Meditamos com “new age”, o louvor é “gospel”, lemos “best seller”, nosso “personal computer” é desktop ou laptop, telefonamos num “smart phone” com “bluetooth”, a TV é “high definition”, usamos o “home banking”, a geladeira é “frost free”, trocamos o fim de semana pelo “weekend”, depois do trabalho é o “happy hour”, o carro tem “air bag”, pão com molho e salsicha é “hot dog”, entrega em domicílio é “delivery”, no aeroporto fazemos “check in” e embarcamos qu...

Viva a independência!!! Salute to independence day!

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Nossa História está tão recheada de estórias e supostos heróis, que fica difícil saber o que é ficção ou realidade. O episódio da independência, por exemplo, mas parece um daqueles velhos contos de “capa e espada” ou um quadrinho do Zorro. Trocamos bacalhau por hambúrguer, falamos um português cada vez mais saxão, nossa TV digital é japonesa, nossos computadores são americanos, nossos remédios... Nossos celulares... Nossa Amazônia... Nosso provincianismo...

Dia dos pais. José do Sapateiro

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Aquele menino era filho de um pobre sapateiro e uma empregada doméstica. Aos sete anos, perdeu a sua genitora, cabendo ao velho José, fazer as vezes de pai e mãe. Um grande exemplo de “pãe”. Prestimoso e esmerado, seu José fazia por seu filho, tudo o que estava dentro de suas possibilidades, ensinando ao menino desde cedo, que precisava viver dentro das condições que tinham, esforçando-se sempre em busca do melhor. Consciente, o velho sapateiro, não era desses pais que arrotam sandices do tipo: “Vou dar ao meu filho tudo o que eu não pude ter”. Assim, Zezinho, logo aprendeu uma antiga lição, a de não colocar chapéu onde a mão não pudesse alcançar. Não encontrou facilidades, não teve brinquedos caros nem pôde frequentar caras escolas, mas, recebeu vastas lições de honradez e dignidade, ética e perseverança, humildade e determinação, proatividade e responsabilidade, valores…

Pintura, vida e lida

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No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha quadragésima oitava participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando . Na paisagem, cabe a lida, cabe a vida. E no dia que repousa, a noite pousa, convidando a repousar. Em silêncio, o lago; espelha, reflete o tempo. Aos cavalos, nada apressa, nada apreça. Pintura vespertina, quadro, que o artista Deus pintou… Mas, o homem põem sua cerca, se acerca, emoldura; encarcera na moldura um fragmento de ilusão, na parede dependura sua miragem, desconfortável, artificiosa desilusão.

Redes sociais. Seguir, curtir, compartilhar

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Ansiedade, grande a tentação, o dedo coça, clica ou toca sem noção. A tudo curte, compartilha, de recado de quadrilha, a corrente sem razão. Que importa a verdade? A real realidade? Popularidade e a grande sacação. Disfarçadas farsas, politicagens, pirraças, reles, inútil e vão. Futilidade explícita, alienação implícita, desvalores, inversão. O “politicamente correto”, o errado e o incerto, excessiva desocupação. Tanto ódio e preconceito, exaltação ao mal feito, mentes em conturbação. “Apropriação cultural”, plágio e tanto mal, medíocre distorção. O bolso a celebrar, aos dados móveis o respeito; Wi-Fi e cerebrar, não é a todos direito.

Cuidado com o "detalhe"

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Aquele milionário tinha verdadeiro pavor da morte, supersticioso, impressionável e já superlativamente impressionado com um recorrente sonho, no qual se via caído em meio a uma poça de sangue. Resolveu consultar uma renomada vidente, famosa pelos acertos na maioria de suas predições. Sem ser informada dos sombrios pesadelos dele, a moça segurou as mãos do ricaço, se concentrou e confirmando os temores do sujeito, profetizou: - O senhor corre um sério risco de vida, não consigo saber se um atentado, um assalto… Vejo-o gravemente ferido, caído numa poça de sangue… - Essa imagem tem atormentado meu sono a dias! O que posso fazer? Como evitar isso? Eu não quero morrer! … - O senhor precisa atentar para sua segurança e a de quem está ao seu redor. Cuide dos detalhes, preste atenção nas mínimas coisas, assim poderás driblar esse infortúnio… Apavoradamente paranoico, trocou seu carro blindado por um ainda mais reforçado, contratou os melhores e mais caros guarda-costas, gastou uma fortuna c...

Seu ladrão, devolva o meu chip

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Temos andado tão apegados às coisas, que em momentos extremos, terminamos por protagonizar episódios no mínimo surreais. Pode até parecer piada ou coisa de ficção, mas foram fatos reais. Duas senhoras tiveram roubados seus respectivos celulares. Uma em via pública e a outra na loja onde trabalha. Ao perceberem o larápio fugindo com seus queridos aparelhos, ambas tiveram a mesma reação, gritaram algo semelhante a isso: - Seu ladrão, seu ladrão... Devolva o meu chip. Gente. Precisamos lembrar que nossa vida é muito mais importante do que um mísero chip ou qualquer outra coisa material. Nossa integridade é nosso bem mais precioso. Insubstituível é o nosso existir, o resto... Postado aqui em07 DE MARÇO DE 2010.

Espelho, espelho nosso…

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Concretos ou figurados, eles povoam a realidade e o imaginário humano: Quebrados, “dão sete anos de azar”; “feitiço” de Narciso, delírios de rainha má. Mágicos, encantados, tecnológicos desvendam o universo, revelam o microcosmo, iluminam, seduzem, informam, divertem, diagnosticam… Antes do químico alemão Justus von Liebig ter a ideia de aplicar uma camada fina de prata em um dos lados de uma chapa de vidro, a milênios, espelhos eram feitos de vidro vulcânico, bronze, cobre, pedra polida... Modernamente. Numa placa de vidro bem polida e limpa com água desmineralizada e outros processos, cloreto de estanho e cloreto de paládio garantem a aderência de uma camada metálica, oriunda de reações químicas do nitrato de prata. Uma ou mais camadas de tinta para proteger da corrosão. E, depois de tudo seco, eis o nosso espelho prontinho para o uso. Esse objeto que sempre instigou a imaginação humana, inspirando lendas, mistérios e superstições. Hoje é quase onipresente: Planos, côncavos,...

Esse sim! é "o cara"!

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Até quando, o homem vai insistir em rebaixar Deus a condição humana? Reduzem o Criador, ao patético papel de um homem com super-poderes, que cobra dos simples mortais louvores e reverências ritualísticas. Punindo com severidade, quem não segue o roteiro dessa ou daquela religião. "Pintam" um Todo-Poderoso com os defeitos e atavismos que nos tornam egoístas, vaidosos, orgulhosos... São teologias caducas que derramaram sangue, pactuaram com tiranos, institucionalizaram a hipocrisia...

Eu teclo, tu teclas...

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Carinhas, fotos, avatares, risos que não sorriem. Profunda superficialidade, que muito escreve e pouco diz. A cada clique, um “novo amigo de infância”. Na proximidade da distância; ainda moderno e já antigo, o verbo teclar em tantos artifícios, naturaliza o artificial.