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Hoje é dia de quê?


Elas, ela. Mulher

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Sendo frágil, faz-se força, tendo força, faz-se mulher. Empoderada Cinderela; não se presta a mimimi, dondoquice ou musiqueta chinfrim. Qual doce rosa; tem formosura e perfume, espinhos, se preciso for.

Tempo perdido, sonhos que não sonhei

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Quero encontrar o tempo perdido; os abraços sonegados, as palavras que calei, as memórias não guardadas, colher as flores que não plantei. Quero as oportunidades desperdiçadas, as possibilidades que ao acaso entreguei; a sorte malbaratada, os azares que cultivei.

Negue o “jegue” negacionista. Vacine-se

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Vacina, sim. Que mande para longe a pandemia, leve daqui o “jeguismo” negacionista, que empaca a vacinação, zurrando contra o uso de máscaras e o distanciamento social; distribuindo coices inconsequentes,, prolongando o caos perfidamente, matando gente para além dos CPFs e CNPJs, retardando soluções á ruminar ideologias com desremédios e bravatas oligofrênicas. Esperta burrice, qual a dos jegues que desfilavam na lavagem do Bomfim, sujando e andando para o povo.

Só você

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Não dá para terceirizar impunemente a escrita do seu destino; ninguém pode caminhar o seu caminho, fazer as opções que lhe cabem, contabilizar os ônus e bônus das suas escolhas. Acreditar ou descrer, apressar, apreçar ou viver; esperar ou esperançar, amor ou ódio, atitude ou tédio, depressão ou entusiasmo, ansiedade ou calma, sonho ou fatalismo…

Mulher - uma homenagem para além do calendário

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Deus caprichou na estética, na sutil sensibilidade, na força que não é bruta... Nela, colocou a inspiração e a própria poesia, a complexa inteligência da simplicidade, a perseverança de quem sabe o que quer, o amor de quem faz germinarem sementes de vida.

O espírito e o sol

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O espírito humano é como o sol. Do berço ao túmulo, da alvorada ao crepúsculo; o espírito vivifica o corpo, o sol vitaliza o dia. Um, nasce para aproveitar a oportunidade de uma vida, cheia de possibilidades de avanço, crescimento evolutivo; o outro aurora, ofertando a dádiva de tempo de mais um dia. O primeiro, despe um corpo para vestir outro mais adiante; o mesmo espírito, nascendo, morrendo e renascendo na senda do viver. O segundo, o sol que aqui se põe, ali ressurge novidadeiro, dando recado de um novo dia; o mesmo sol, surgindo, se pondo e ressurgindo na rotação de cada novo amanhecer.

Corpo e espírito

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O corpo é a máquina. O espírito, o maquinista ; o instrumento e a música, a partitura e a melodia, a escultura e o escultor, hardware e software.

Serene

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Consciência tranquila e caráter reto, superam todas as tempestades; Dissipam as nuvens das calúnias, dispersam a névoa da maledicência. Há quem se enclausure em expectativas; confundindo sentimentos com algemas, relacionamentos com prisões, emoções com sentenças, vontade e desrazão.

Só, mas não sozinho. Caminho

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Ando só, mas não sozinho, me acompanho em meu caminho; calço o tempo, visto a vida, sonho com os pés no chão, sem às expectativas dar guarida. Busco a calma da manhã, tarde sadia e noite sã, rota correta e não malsã. Ninguém pode me fazer par aos passos, sem mente e coração equacionar; pensar o que sentir, sentir o que pensar. Sem sobressaltos passionais, arroubos pouco racionais.

Flor do dia, poesia do agora

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Colher a flor de cada dia, acolher; como se cada dia fosse a derradeira flor. O hoje é. O amanhã, aspira ser. Só as flores do agora estão prontas pra colher, amanhã não é escolha, só expectativa de acolher. Tudo passa. E o tempo, passageiro; jaz ligeiro qual a flor de cada dia.

Humana flor do tempo

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A flor do tempo, só vai dar no tempo certo, numa incerta estação; na hora H de um dia D, num mês que se mereça, num ano que se faça acontecer. A gente não escolhe; colhe, recolhe, acolhe, a flor que o tempo nos florir. Esperançar a nossa espera, se permitir.

Minha dor

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A minha dor, está: nas filas de quem adoece, buscando a saúde pública; no prato vazio, sem a esperança do alimento; no peito encontrado, pela bala perdida da insegurança; na ignorância, patrocinada pela deseducação oficial; na fé, prostituída por falsos religiosos politiqueiros; na verdade, relativizada pelos interesses e conveniências dos algozes do povo; no desafeto, que transforma orfanatos em depósitos e asilos em expurgos; nas oportunidades, sonegadas pela desigualdade; na morte, provocada pela desassistência, a negligência, o descaso; no pouco caso, que descuida, agudiza o infortúnio; na falta da vacina, do oxigênio, do elementar ar para se respirar; na estupidez de toda forma de preconceito e intolerância, no falso moralismo e hipocrisia, nas promessas vazias de políticos e religiosos. A minha dor,

Fora da verdadeira verdade, não há alternativa

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Você checou aquele vídeo? Senão, não curta nem compartilhe, “os “likes” não justificam os meios”; “fake” não pode virar “news”. Descubra a oculta face, sem máscara, sem disfarce; o rosto sem personagem, semblante sem eclipse, persona sem maquiagem. Insólita faceta, sem falseta; cara nua, cenho desnudo, Indissimulada feição. Vacine-se! Não se engane, não se permita desenganar; delete, antes que te deletem a razão. Cuidado com:

Tempo brincante

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Eu vi o tempo, brincando de passar o tempo, até o tempo mal, passar. Menino traquino, apercebido, que o tempo ligeiro, treteiro, é breve e ladino. Logo ele, que não é de brincadeira! Mas tem tempo, que até o tempo, precisa de um tempo, que é pra tudo poder passar.

Uma escolha ou um escolho

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A vida é feita de escolhas, ou da falta delas; ser agente ou objeto, protagonista ou coadjuvante, ilustre ou abjeto, destaque ou figurante; senhor ou servo, aboiar ou ser aboiado, a sentença ou o sentenciado, a escolha, o escolho... Individual ou coletivamente, somos o que escolhemos ou deixamos que por nós escolham; viver ou sobreviver, ser ou parecer, querer ou merecer. Ser o vento, ou do barco, a vela; a pintura ou a tela,

Oração pela Mãe Terra

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Senhor Deus de todo universo, máxima energia, causa primeira de todas as coisas... Gratidão por essa nave azul em que viajamos pelo espaço-tempo; abençoado orbe, lar que nos acolhe e abriga, oportuniza o evoluir. Que saibamos aproveitar a dádiva do viver; transmutar nossos “infernos conscienciais em céus comportamentais. Conhecendo-nos, reconhecermos nossos equívocos, retificarmos nossas rotas; respeitando e amando toda manifestação de vida, semeando a paz e a esperança, vacinando contra o mal, toda ignorância, imunizando contra o desânimo, o desespero.

Vacina para um novo tempo

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O novo ano, não está na folhinha pendurada na parede, num calendário analógico ou digital, nem na agenda novinha, aflita por nossos compromissos e os tantos descompromissos que nos rodeiam; o ano novo, estará nas utilidades e inutilidades que iremos imprimir nas páginas de tempo dessa didática e mais recente cronologia de trezentos e sessenta e poucos dias; no que fizermos ou deixarmos de fazer, nos ônus e bônus das nossas escolhas. Em decidirmos, se vamos assumir a escrita do nosso desiderato individual e coletivo ou se insistiremos em terceirizar, buscar um “salvador”, esquecidos de que, o único que fez jus a esse título, foi pregado numa cruz; ressurgido da morte, teimamos em mantê-lo crucificado até hoje.

Natal. Antes de e depois de

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Passadas lembranças, memórias, presentes reflexões, esperançar o futuro. Dias renovados, que nos tragam renovadores Natais, capazes de mediar o tempo: antes de, depois de; qual aquele primeiro Natal. Do analógico ao pós digital, do binário ao salto quântico; cântico de um tempo novo, acordes que acordem a fé na felicidade;