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Hoje é dia de quê?


A caverna do eu

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Cultivar sombras de estimação é ensombrar-se, assombrando a vida; enclausurado ego numa velha "caverna de Platão", averso à luz, imerso na escuridão. Como na caverna de Platão , ensimesmados, acorrentados às nossas sombras de estimação; enclausurados, aclimatados à escuridão. A luz nos desafora, tudo lá de fora, se afigura subversão. Obstinada ignorância, enfurnada vil caterva, fora da treva, não percebe salvação; a sombra não enxerga a paz, nada além de míope perturbação. Ensombrados nos assombramos, deliramos em nossas miragens; perturbados, perturbamos, desachados, desachamos; enferma apercepção. Tudo está errado! Certas, nossas incertezas vãs, impor o erro como acerto; desconcerto de quem se desconsertou. Aclimatados à escuridão. A luz nos desafora. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com...

Feliz aniversário, São Salvador da Bahia; de Todos os Santos, Orixás, encantos, cantos, améns e axés

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29 de março, fundação de Salvador, a "Roma negra", eterna cidade da Bahia, primeira capital do Brasil. Você já foi à Bahia? Não? Então vá!” Caymmi tinha toda razão. Então, venha conhecer um pouco da História de Salvador, a eterna “Cidade da Bahia”: 29 de março de 1549, data oficial da fundação de Salvador. Tomé de Souza, primeiro governador geral do Brasil, desembarca no antigo Arraial do Pereira, a Vila Velha, hoje Praia do Porto da Barra, com a incumbência de fundar uma cidade fortaleza para defender os interesses da coroa portuguesa, protegendo o território brasileiro das invasões estrangeiras. Naquela região, viviam os índios tupinambás, onde, em 1501, Gonçalo Coelho, se entendeu com estes, instalando um marco português, a Ponta do Padrão, na entrada da Baía de Todos os Santos, exatamente, onde mais tarde, seria edificado o atual Farol da Barra. Era 1º de novembro, dia de Todos os Santos, o que inspirou o nome da baía. Dos poucos sobreviventes do naufrágio de um n...

Amor à moda antiga

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Poético, romântico tempo, qual vento de outrora, aurora de nós dois; um amor puro, djavaniana canção, soprar de imorredoura inspiração. Nosso sonho... Nos sonhei num outro tempo, pintura onírica de nós dois. Como antigamente, a gente: Namorados enamorados; inspirados, integrados na natureza ao derredor. A mão na mão, versejar da estação, do bem-me-quer o bem querer, versos de um amor puro, “djavaniana” canção. A poesia nos abraça, nos enlaçam emoções; amor á moda antiga, aliançar de corações. Tempo de outros tempos, regressão em sonho, vento que refresca o presente tempo, poética inspiração. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Tempo para lá do tempo

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Saga, o tempo; apressando, apreçando; menino, jovem, adulto, idoso... Para além daqui, para lá de algum lugar. Aprendizado. O menino com o tempo brinca, brincadeira que nunca há de acabar; joga, arrelia, pula, traquina, fantasia… Adolescente, dono do tempo se julga; abusa, desdenha; afinal, tem todo o tempo do mundo! Adulto, dominado, escravizado pelo tempo; apressado e mal apreçado, atrás do tempo perdido, corre. Envelhecido, jaz sem tempo. Aprende, que para lá do tempo, é tempo de fazer diferente. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Oração do coração, alma da calma

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No pulsar do coração, o mantra da vida; alma da calma, infinito de todos nós. Poesia que repousa, pousa para além daqui. A oração do coração; tum tum, tum tum; o mantra da vida, que não cessa enquanto a lida não cessar, não descansa enquanto a vida, ida, não repousar, não pousar no infinito, alar o ser até então finito, para a oração do coração poder voar, a alma da calma, a essência se eternizar. Fazer-se poesia a oração, o coração versar para além do peito, a alma calma ascender do vale estreito, novo horizonte vislumbrar: Para além dos livros e das maçãs, dos jardins, dos afãs. Tum tum, tum tum; tum tum, tum tum... Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Jesus peripatético

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Jesus nunca foi do paço, dos passos ele sempre foi; caminhando, encaminhando; exemplificando por caminhos sãos. Afirmava: “Meu reino não é desse mundo...” Hoje, falsos cristãos: descaminham, desencaminham; discursando por atalhos vãos. Armados, desamam; desalmados, desalmam; misturam política com religião. Jesus não se encerrou nos claustros, não se entregou aos faustos, nem às mesuras palacianas; qual Aristóteles, que ensinava caminhando, Jesus era peripatético. Essa gente? Patética! Mente em nome de Deus, falseia em nome do Cristo; mefistos fariseus. Joias da hipocrisia, potestades do moralismo falso. “Hipócritas, bem profetizou de vós Isaías”. Jesus nunca foi do paço, dos passos ele sempre foi; caminhando, encaminhando; exemplificando por caminhos sãos. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obri...

Tempo e poesia, amor antigo

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Absolutamente relativo, o tempo. Imanente e transcendente, a poesia. No espaço-tempo dos versos, balança a memória, num balanço de outrora, galante aurora de antigo amor. Na paisagem campesina sob a árvore, balança a mulher menina, enquanto seu pretendente a admira. O tempo gangorra na poesia, versos de um tempo, em que se tinha tempo, pra poesia de tempo ter. Amor antigo, que aos novos; inspire, dê abrigo; permita ao tempo, se fazer poesia, magia de um poema de amor. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Hoje, dia de todo dia

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Hoje é dia da mulher? E qual dia não é? Dia da mãe, do pai; da oração; da criança, do adulto; dia de uma coisa qualquer. Dia da religião. Dia do religioso e do ateu, do santo, do espírito, do orixá; dia de Deus, de todos os santos. Dia do avô, da avó; tem até dia do riso, como se algum dia pudesse prescindir de um sorriso. E o poeta tem seu dia, como se cada dia não inspirasse poesia. Dia dos namorados, do beijo, do solteiro, do amante; tem até dia do queijo. Tem dia pra todo dia, pra lembrar de não esquecer, que todo dia, é dia de celebrar, homenagear, fazer acontecer Mas que cronológicos, os dias são antropológicos; são o que fazemos ser. Portanto: hoje é dia de todo dia. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

A poesia é que diz

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Na penumbra do tempo, dormita uma antiga casinha; conta do viver que se viveu por ali, diz de sonhos e venturas, desventuras talvez. Deambulam fantasmas, amores e dores que passaram por ali. A natureza brinca, cirandeia ao derredor, enquanto o véu da serração veste as montanhas. Como disse Pessoa na pessoa do poeta: “O poeta é um fingidor”. Assim, não sou eu que vos digo, é a poesia que versa, reverso de mim. Capta a inspiração guardada na imagem, interpreta a paisagem; dos homens, das coisas, ausentes i presentes, visíveis ou ocultas. Na penumbra de uma antiga casinha, dormita o tempo. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Isso é coisa de mulher!

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Como ela cuida, ser cuidada; como ela ama, ser amada. Ser bem tratada, respeitada! Isso é coisa de mulher! Ser a cidadã que é, não objeto dos usos e abusos, do atavismo de um machismo qualquer; ter direitos iguais, oportunidades plurais; o ser do ser mulher. Para além de inspiração, ser a sua própria poesia; feminina magia, desmentindo a fraqueza, fortaleza! Isso é coisa de mulher! Ser a pergunta e a resposta, a nova proposta de um tempo melhor; mãe da mãe, do pai, do filho, de todo mundo! Compartilhar o protagonismo, não ser mera coadjuvante; não ser quem sempre vem atrás, compartir o ir adiante; ser sujeito ativo, que não se sujeita, não apassiva. Isso sim, é coisa de mulher! Leia abaixo alguns de nossos escritos tendo a mulher como tema: Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Poema proverbial, animal

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“O bicho vai pegar”, “a cobra vai fumar!” “Cobra que não anda, não come sapo”; mas, não basta o sapo engolir, preciso é saber digerir. “Soltar cobras e lagartos”, não adianta; “macaco velho não mete a mão em cumbuca!” “O boi sabe onde arromba a cerca”. Nada de “colocar minhocas na cabeça”, nem ficar “com a pulga atrás da orelha”; diante de “lobo em pele de ovelha”, nesses tempos em que se precisa “matar um leão por dia”, quem não tem cão, tem que se virar, caça com gato mesmo. Afinal; “em rio que tem piranha, jacaré nada de costas.” Pura tolice, querer “colocar a carroça na frente dos bois.” Não é atoa, que “Deus não dá asa à cobra”; já basta formiga, que “quando quer se perder, cria asas”. É melhor entender, que “sapo de fora, não chia”, “em festa de jacu, inhambu não pia”; “camarão que dorme, a onda leva”; “gato escaldado, tem medo de água fria”… “Cada macaco no seu galho”, pois “quem anda pela cabeça dos outros é piolho”, “passarinho que anda com morcego, acorda de cabeça para ba...

Sopram as cinzas

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Onde estão os alaridos, os coloridos tons da ilusão? A fantasia contusa, perdida no som da confusão? Chega a desilusão, despe a máscara, desnuda a verdade; vem acordar pra realidade; já tarda o ano que é novo, jaz em cinzas o carnaval; nos tons dos delírios, nos dons das quimeras; morre em cinzas a folia, no pó da utopia, poeira da artificial alegria. A vida acorda para a cor dar ao viver, os matizes reais, colorir ideais. Pintam as tintas das rotinas, paisagem do cotidiano; fulanos, sicranos, beltranos… Existires recoloridos nas retinas. Sopram os ventos, sopram as cinzas. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Parabéns, viva a vida!

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Esperançando no lugar de esperar, pois, parado ninguém vai adiante, é caminhando que se faz o caminhar. A vida, tem hora que é roda-gigante; nuns momentos se está em sima, noutros não se está; tem instantes que o existir se faz moinho, noutro gira qual pião… Vamos aprendendo a tocar a vida, que vai tocando a gente; dedilhando o tempo na melodia do destino, atinar do tino, composição da sina; existir que ensina a aprender. Parabéns pra você! Vivente, sobrevivente de tantos outonos e invernos, verões e primaveras, da boa lida, lidada à vera. Sem entender do azar, arriscar sempre a sorte; sem poder descansar, não se cansar de seguir avante. Parabéns pra você! Nessa data de tantas datas queridas, múltiplas felicidades, incontáveis anos de vida. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Fantasia de carnaval

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A realidade veste a fantasia, vai no bloco da alegria, atrás do trio da ilusão. Anestesiadas dores se vão na folia, adereços da utopia, desfilam as quimeras, surreal magia. Devaneiam os acordes, acordando a multidão; sambando, quebrando, mexendo até o chão. Refestelar em festa, fugaz promessa, manifesta “deslucidez”. Travestidos, mascarados, animados foliões; delirados, delirantes… Mas o tempo em seu talante, sentencia: o que mal começa já termina, finda em cinzas, a realidade despe a fantasia, “despoesia”; desilusão. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

O pensamento - Quem pensa sabe o que quer, quem não pensa terceiriza o querer

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Pensamento é vento, sopra onde e como quer; sussurra aqui, grita ali; agita, acalma, move, comove, opera, coopera. pensamento é alma, quem não pensa desalma. Quem dele abdica, abre mão de si. Parafraseando Descartes: Não penso, logo não existo. Quem pensa sabe o que quer, quem não pensa terceiriza o querer; sai toado feito gado, é feito, efeito manada; só mais um na multidão. Evade da razão, invade o sem noção; desvale-se, esvai-se. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Glória Repórter Maria

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A glória de informar, sem deformar a informação; viajar na notícia, embarcar no fato, fazer do seu lidar uma profissão de fé. Glória de se impor, afrontar, enfrentar a misoginia, o preconceito; negra, mulher, repórter do seu fazer acontecer; desafiando os negados, deixa seu legado. Glória, só você foi e é: Glória Maria. Nossa modesta homenagem a Glória Maria, repórter de tantas viagens, que hoje faz sua grande viagem ao infinito. Vai com Deus, Glória. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

O empreiteiro

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Que me perdoe o bom empreiteiro. Mas tem aquele… Dá nó em pingo de éter para conseguir o contrato; contratado, é puro destrato: embola, enrola, demora. Todo trabalhado na malandragem, chega cheio de trololó, mestre em levar no bico; perito no diz que diz do faz que faz, arrisca um risco para assustar o incauto. Faz de tudo para não fazer nada, aumenta, inventa, atormenta. O contratante explora, o trabalhador esfola; assola o vil tratante. Estressa e aborrece, encarece. Mal empreiteiro? Nem prece! Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Quando passarem, quando passarmos

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Quando passarem esses maus e seus males, quando os bons e seu bem também passarem, não restarem mocinhos nem bandidos; quando passarem os loucos, quando os sãos não tardarem em passar. Quando as folhinhas desfolharem, as agendas obsolescerem, os calendários caducarem… Quando a artilharia calar, a perfumaria das flores os campos esperançar; quando passar a chuva ácida a lucidez plácida imperar. Quando passar essa vida e mais outra e outra... Como tantas outras vidas passaram. Quando tudo isso passar, o que restará de nós? Das guerras e dos ódios? Dos opróbrios ideológicos? Da falsa moralidade? Da religiosidade mandrake? Espero que tenha havido bem suficiente, eficiente bom pra nos colher melhores; nos acudir dos dissabores, acolher, recolorir; reflorir em meio as dores, reluzir em florido porvir. Quando passarem, quando passarmos, quando voltarmos num novo passar. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher recebe...