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Hoje é dia de quê?


Mascarada mentira

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A mentira, com suas pernas curtas, se enovela na treta de tantas tramas e deixa a máscara cair. Não adianta, fake jamais será news. Para, que tá feio! A mentira tem cara dura, obscura máscara, carantonha que chora quando ri, que ri, quando parece chorar. De bronze, de ferro ou cobre, de chumbo, latão… Do mais vil metal. Ou qual diz o povo: A cara dura, é cara de pau! Mercenária, a meretriz, se vende pelo desvalor dos seus desvalores; por poder, dinheiro e fama, odeia e diz que ama; mente, finge e difama; proclama as virtudes que não tem. Despudorada e leviana, traveste-se de verdade, a realidade customiza, improvisa versões ao seu bel prazer. Bate continência, fingida reverência, obtusa; até do nome de Deus abusa; usa o santo nome em vão. Mas um dia ela se enrola, no novelo embola; enrosca suas pernas curtas, na treta de tantas tramas. Aí a máscara cai; sem fake e cheia de news, a verdadeira verdade aparece. Diz: “Para, que tá feio”.

Acróstico da amizade - 30 de julho, dia internacional da amizade

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A migo pode ter outro sobrenome, m ano sem ditame da genética i rmandade que não dá em teste de DNA; z ig do zag, tic do tac, ping do pong; a finidades se aproximam, d estinos se entrelaçam e ncontram-se os amigos. S incero e incondicional afeto, i rmanar de corações n atural sintonia, c onectar de emoções; e is o ser da amizade, r ico o e caro entesourar a migo, é mais que “coisa pra se guardar”. Postado aqui em 16 de julho de 2013. Leia outros de nossos acrósticos:

Videocast de prosa, poesia e +. Literatura em videoclipes. Assista no computador, tablet, celular, telona...

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Poemas, mensagens e outros textos para assistir. "Mobilidade" literária. Assista nossos videoclipes aonde você estiver: Em casa, no transporte, na academia, no trabalho... Reunimos aqui, literatura no formato de vídeos para você acessar no computador, no smartphone, em uma telona... Clique em um título na lista abaixo, para ler, comentar, assistir:

Acróstico da mulher negra

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M ulher negra, u bíqua personagem, l ouvável inspiração; h eroína da vida real, e steio e acolhida, r ica vida.

Liberdade sem liberdade

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Querer qualquer querer é não ter um real querer. disse Paulo: “Tudo me é permitido, mas nem tudo me convém”; e Kant: “Você só é livre quando faz o que não quer”. Quem entrega a liberdade ao querer do seu querer, sonega a liberdade, da vontade, do direito de escolher. Vil querer tirano, o querer só por querer, termina escravizando, o libertino mal querer. O querer do vício e do arbítrio, delinquente querer de ofício, mefisto malquerer. Supremacista nazifascista, misógino e racista, homofóbico e mimado, malcriado; mal resolvido querer. Arrogante e despudorado, desumano; desmedido, descontrolado, inumano. Só é livre quem domina o querer dos seus quereres, goza a liberdade dos quereres sãos; senão se faz escravo, atido, cativo na dourada gaiola dos quereres vãos. Triste desquerer, o querer tão somente por querer.

Amor a amar

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Amor a achar-nos; afã alvorado, afetuoso achegar. Assertivo "acaso", aliançando afetos, ansiado amar. Amantes amando, alegres almas abraçadas; amadas. Amor, apertado abraço, afetuoso amplexo; alvorado anseio, amanhecido afã. Aformoseado arco-íris, afável arrebol A acordar acordes, alvissareiro afeto, assertiva ação; autêntico amor a amar, a aliançar, afirmar; afirmar-se. Apogeu almejado, ansiado; amantes amando-se, almas aconchegadas, achegadas, atemporais. Afirmativo amor a amar.

Gente, o vento e a flor

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Gente e flores, bem nascidas ou surgidas nas rachaduras, nas rasgaduras da vida; sopradas pelo vento, do destino, do acaso da sorte... Ressignificar das esquinas, cantos, encruzilhadas... O vento que sopra a flor, sopra a dor, como o amor sopra. Flor que nasce no campo, num qualquer canto, onde puder nascer; na rachadura do muro, na rasgadura do chão, num vão onde é duro sobreviver. Flor que sopra o vento, lamento de triste sina, encruzilhada, esquina onde o destino, a seu tino, o acaso quiser plantar. Azar ou sorte da flor, dor, amor que o vento sopra. Vento da vida, gente que é flor; pra florescer no fecundo campo, florir num bom recanto, ou acontecer num canto qualquer; na rasgadura da sina, na rachadura da esquina, no vão do acaso, no chão do destino, na dura encruzilhada, cilada pro sobreviver. Mas, ao invés do vento, ao revés da flor, a vontade da gente, replanta a sina, faz diferente; ressignifica a esquina, transforma a rachadura, transmuta a rasgadura; subverte a encruzil...

Amizade é isso aí - Feliz dia do amigo! 20 de julho

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Parentela do coração, amizade dá direito a certidão; registro no cartório do bem querer, rua dos Bons Encontros, sem número; Bairro dos Fraternos, Cidade dos Afetos, Estado do Amor. É isso aí, e muito mais. Amizade: É pra terra seca, a chuva, pra mão a luva, arco-íris quando a intempérie se vai. É luz solar, da lua o luar, brilho de estrela, rio que encontra o mar. É flor de primavera, é despertar alvorado, é à vera! É laço, é ponte, é fonte; é abraço. Amizade, subverte a matemática, é o 1 + 1 que dá mais que 2; um somar que multiplica, por vezes convida a dividir, mas sem jamais subtrair. É receita de vida, tempero do bem viver; dá liga pra lida, condimenta o conviver. Amizade dá a qualquer dia gosto de feriado, sabor de domingo, a magia de um achado. Parentela do coração, tem direito a certidão; registro no cartório do bem querer, na rua dos Bons Encontros, sem número; Bairro dos Fraternos, Cidade dos Afetos, Estado do Amor. Amizade é isso aí, e muito mais.

Oficina, teatro da vida

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Na arte da vida, você é o artista. O palco do existir, oficina de fazer acontecer o viver. Escrever, improvisar, reescrever o roteiro do estar aqui. Fazer da vida a sua arte fazer da arte da vida a oficina do viver. No teatro da realidade; por no palco, fazer o existir acontecer; seduzir a platéia da história, arrancar os aplausos do tempo, o estar aqui, fazer valer. No drama ou comédia da lida, escrever, improvisar, reescrever o roteiro. E quando as cortinas fecharem, não sair de cena; eternizar-se na memória, desiderato das grandes lembranças.

Achado do amor

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Em toda parte, mas em nenhum lugar. Dança pra lá da ciranda dos relógios, apressados apreços, paixões que enganam e desenganam, ficar que não fica. Achado que nos acha; só o amor entende de amor. Não, não adianta buscar, procurar; não está aqui, ali ou acolá, o amor está em toda parte, mas em nenhum lugar está. Dança, pra lá da ciranda dos relógios e calendários, dos apressados apreços, fugazes paixões que enganam e desenganam, ficar que não fica. O amor é um achado que nos acha; não agenda, não programa, proclama-se amor. Tem seu tempo próprio, por mais impróprio que pareça ser; só o amor entende de amor. É o sentimento que é amizade, mas sem alarde, vai ter no coração; encontro dos desencontrados, desachados, achado do amor.

Dublagem em poucos cliques, seu vídeo, do português para outros idiomas via inteligência artificial

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IA ensaia uma revolução na arte de dublar, com o avanço da tecnologia, a voz de qualquer um disponível em múltiplos idiomas numa democrática globalização audiovisual. A inteligência artificial vem dando recados do seu potencial, aqui tratamos de uma verdadeira revolução que se desenha na difusão de conteúdos audiovisuais. Eu, você, qualquer um; com o avanço da tecnologia e com alguns poucos cliques, poderá ter seus vídeos dublados automaticamente e na própria voz, traduzidos para os mais diversos idiomas. É o que exemplifico no vídeo a seguir, onde usando o EzDubs , traduzi para o espanhol, francês e inglês o vídeo do poema: Nossa música, amor puro . Não sei no que vai dar o uso da IA, mas que ela produz coisas bacanas, isso é fato. Que a humanidade saiba usar para o bem, com parcimônia, equilíbrio, sensatez, discernimento mais essa ferramenta tecnológica. Uma globalização que venhapara somar e multiplicar, edificando pontes culturais, religiosas, informativas, artisticas... Pondo...

Falsiane; olhar, sorriso de Medusa

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Moderna medusa: infeliz, infelicita; assombrada, assombra; ensombrada, intenta ensombrar; silenciosamente, mente, sem querer? Dá “tiro, porrada e bomba”. Arrisca encontrar o seu Perseu. Gente falsa, farsante pessoa fake. Falsiane, moderna medusa, petrificante olhar, contundente e obtusa. Sorriso dissimmulado, dissimulada língua; diz o que não pensa, pensa o que não diz; aparenta, engana e desengana; ninguém adivinha, ninguém nem diz. Hodierna górgona; Finge brandura, simula candura, um bom-mocismo malsão. Maliciosa e maledicente, espalha a intriga, sua maligna semente. Recalcada e pétrea palavra, lavra traíra, ira dos sem noção. Infeliz, infelicita; assombrada, assombra; ensombrada, intenta ensombrar; silenciosamente, mente até sem saber, dizendo não querer, dá “tiro, porrada e bomba”. Triste Medusa a falsiane, de si e da realidade se perdeu, se não muda, arrisca a sina; encontrar o seu Perseu. Gente fake, farsante pessoa news. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso c...

Gilberto oitenta e uns Passos Gil

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Da Bahia, régua e compasso, expresso pra lá do ano 2000. Tempo rei; andar com fé eu vou, que a fé não costuma faiá. Salve Gil de tantos passos. Ajayô! 26 de junho de 2023, 81 anos do mestre Gilberto Gil. Da Bahia, régua e compasso, pegou o expresso para ser imortal para além da academia,, muito pra lá do ano 2000. Parabolicamará; tempo rei desse info-mar, vazante da info-maré; sereia entre esse carnaval e a fome total. Que um super-homem nos venha restituir a glória, pois o amor é como um grão, uma semente de ilusão… mas andar com fé eu vou, que a fé não costuma faiá; toda menina baiana, tem um jeito que Deus dá. Vou na patuscada de Gandhi, vou pro domingo no parque,; subo no palco, alma cheirando a talco; realce! Salve Gil de tantos passos, Aquele abraço! Ajayô!

Labirinto, você é a saída

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Perdido? Perdida? as paredes do labirinto, você quem ergueu. Não dá pra terceirizar saída; não está no templo, no consultório, ou na farmácia. Tudo é parte da ajuda, se você não se desajudar. Se incomode, se desacomode; rume para fora do seu lugar de estimação. Perdido? Perdida? Observe, as paredes desse seu labirinto, foi você quem ergueu. A saída não está aqui ou ali, lá nem acolá; não é geográfica ou arquitetônica, cartográfica, topográfica… Não está numa latitude, numa longitude específica, numa coordenada qualquer; está onde você estiver. E não adianta fugir, não dá para desendereçar de si mesmo; não adianta fumar miragens, cheirar quimeras, injetar viagens, alcoolizar ideias. Tolice, se iludir, se entorpecer; no jogo da vida, não tem dica nem truque, nada de password, não cabe trapaça; só resiliência, persistência, é a força do esforço, senão; game over. Não dá pra terceirizar a saída; ela não está no templo ou no consultório, nem na farmácia… Tudo, todos fazem parte da aju...

Cristão de vitrine

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Cristão sem Cristo, é fake, jamais news. Afinal, é por suas obras, que se conhece o de verdade. Infame manequim mal ajambrado, eis o que muitos são. Sou cristão. Não, não sinto a fome, a sede, a dor que é do outro, não sinto. Por outrem não tenho empatia, talvez simpatia, se seguir o meu credo. No conforto da minha cama quentinha, que me importa o frio que assola? É lá fora! Nada tenho que ver com jornais, papelões e marquises, nada com desgraçados e aflitos, conflitos que não são meus. Sou defensor da vida do feto, mas abomino, a existência de qualquer criminoso ou desafeto, a de quem de mim discorde, quem não me nutra incondicional afeto. Não tolero nem transijo; exijo obediente devoção. Inflexível, insensível, impositivo e impassível. Inquestionável, trago na ponta da língua a escritura sagrada, a verdade, bem customizada; fingida certeza de estar sempre certo. Ambicioso e desmedido, egocêntrico e egoísta, digo e me desdigo; enceno louvores, forjados fervores, vendidos favores,...

Festança junina

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Vem Santo Antônio e São Pedro, São João sem segredo, revelar do Salvador; arrasta pé a la vontê, no balancê do alavantu, até a noite anarriar. É a cultura do povo, brotar da alegria, é folia de novo, de repente a poesia. Da fogueira o fogo, misturar de profano e sagrado, fazer da fé o renovo, reverência ao santo amado. Vem Santo Antônio e São Pedro, vem São João sem segredo, revelar do Salvador; para a tristeza, degredo, convida um bando anunciador! Arrocha a sanfona, tilintar do triângulo a bumbar a zabumba; festança de pobre e bacana, irreverência que abunda. Prepara as iguarias da terra, toca o forró pé de serra, pro arrasta pé a la vontê, no balancê do alavantu, seguir até a noite anarriar. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

É o bicho!

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Gente que parece bicho. Bicho que parece gente: inteligente, sensível. Gente irracional, irascível. Bicho que deixa saudade, gente que já vai tarde... Tem gente que parece bicho, bicho que parece gente. Tem gente com cara de gente, jeito e trejeito de gente; fala, aparenta, até passa por gente, mas é bicho solto!, agastadiço, irracional e irascível, raivoso, descontrolado e insensível, tinhoso. Vive a marcar território, formar bando, matilha; negar o contraditório. Tenta vencer no latido, arrebanhar no mugido, iludido, “homo” nada “sapiens”. Tem bicho que parece gente, sensível e inteligente, com repentes de humanidade: sereno e educado, sincero e controlado; contido, atido no que diz o ditado; “melhor um cachorro amigo, do que um amigo cachorro”. É o bicho! Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! ...

Uma poesia de amor

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O amor, poesia enamorada que inspira saudades, esperanças, afãs, vontades... Escritos da alma de quem ama, amou, amará. Feliz dia dos namorados! Na orla dos meus sonhos, ela passeia, vaga inspirando amar. Veste vermelho, qual rubra rosa, perfumosa a apaixonar. É a poesia que passa, cheia de graça, convida o enamorar; suspiram os versos, enlevam as rimas, pinta o clima, pro sentimento brotar. Pedras ao longe, ondas a beijar; na ribeira, a moça faceira, conjuga o verbo amar. Em uns, acorda saudades, noutros, desperta vontades; neles ou nelas, suscita esperanças; naqueles ou naquelas afãs esperta; aos pares ou apartados, juntos ou isolados; enamorados por aquela poesia de amor. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.