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Mostrando postagens de junho, 2019

Hoje é dia de quê?


Grupo. Reunidos, unidos, dispersos ou juntos

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Um sábio maestro , resolveu fazer uma dinâmica de grupo com seus músicos: primeiro pediu que cada um pegasse seu instrumento e fizesse uma limpeza bem caprichada; em seguida, solicitou que a orquestra fizesse a afinação. Todos prontos, ele distribuiu partituras das mais diversas para serem executadas simultaneamente. Uma confusa salada sonora. Por fim, regeu a peça que estava no programa. - Vocês perceberam o que aconteceu aqui?

Na vida como na matemática

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A vida é a soma de aprendizados e vivências. Mas; btambém divide, subtrai e multiplica. Simples e complexa equação Dessa inexata “ciência” do viver, “matemática” onde um mais um pode ser dois, ou, considerando a margem de erro; pode ser três, quatro, mil e vinte e dois...

Tempos loucos. Até quando? ...

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Em sua peça Rei Lear, o grande dramaturgo William Shakespeare, pareceu vaticinar sobre O Brasil dos últimos tempos, resumindo numa frase profética: “Que época terrível esta, onde idiotas dirigem cegos.”. São “Heróis” bandidos contra bandidos “heróis” como no velho dito: O roto, falando do esfarrapado e o sujo do mal lavado”. “Direitopatas” e “esquerdofrênicos”, disputando o poder a qualquer custo, aliciando devotos com velhas mentiras e novas inverdades. A população, em despartido de si mesma, toma partido de seus algozes de um lado ou outro, catando virtudes fictícias na absoluta falta de virtudes que abunda dos dois lados. Delirando por um fantasioso, messiânico “Salvador da pátria”, o país segue bovinamente para o aprisco, ruminando repetidas “fake news”, bem aos moldes da propaganda nazista de Joseph Goebbels, as modernas e, não menos mentirosas, “verdades alternativas”

Coração insone

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Noite alta, sono em baixa... A flor das horas, o aroma dos minutos; a despetalar, desperfumar... Teimosas e presentes, ausências a lembranças despertar. Memórias mal dormidas, revirando velhos tempos, remexendo as cinzas, exumando antigos fragmentos; o que se foi, o que não foi…

Política de privacidade

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Ser feliz é simples. Não complique!

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A felicidade é bem mais simples do que nos consente imaginar esse atávico pendor humano pela complicação, esse quase fetiche pela complexidade. Até Deus entra nas intrincadas idiossincrasias humanas. Dizemos que ele nos fez à sua imagem e semelhança, quando na verdade, vivemos a inventar (e reinventar) uma divindade à nossa própria imagem e semelhança: Colérico, totalitário, preconceituoso, vaidoso, egocêntrico...

Seja caminho

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No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha 87ª participação nessa blogagem coletiva, intitulada: Poetizando e encantando . A vida pede passagem. O amor precisa trafegar, o bem transitar, a esperança fluir… Talvez, você ainda não possa ser uma via Expressa, aquela fabulosa Freeway; nenhuma rodovia federal, estadual; uma avenida principal, coletora, arterial; nem mesmo uma rua… Não importa! Por enquanto, seja o que já lhe for possível: uma trilha, rampa, passagem, senda, calçada, calçadão, escada,escadaria, viela, viaduto, ponte, pontilhão, pinguela…

Escolha. Seja feliz ou, seja feliz!

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Inútil e insensatamente, tentamos datar e agendar, quantificar, mensurar, definir, catalogar, customizar, condicionar e acondicionar a felicidade. Como se possível fosse, a coisificação do que é imaterial, essência que habita a dimensão do espírito, um atributo da alma. Equivocadamente, projetamos nas coisas, situações e pessoas a busca da felicidade. Assim, desencontrados, desencontramos essa grande e idealizada desconhecida. O que é mesmo felicidade? É ter dinheiro? Um amor? Poder? Vitórias? Saúde? Títulos? Prosperidade? Religião? Então, porque tem gente que tem tudo isso, mesmo algum supérfluo à mais e ainda assim, não é feliz? Por outro lado, tem gente que “nãotem nada, “perde tudo” e não sucumbe, não se entrega à “infelicidade”. Onde a explicação para tal dilema? Transpondo à letra que mata e buscando o espírito que vivifica, como bem preceituou Paulo de Tarso. Na mensagem implícita em Eclesiastes 6, de que a felicidade não é desse mundo.

“Pai meu”. A “oração” dos corruptos, mentirosos, egoístas, egocêntricos e politiqueiros em geral

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Pai meu que está no ganho fácil a qualquer custo; nas maquiavélicas coligações e conluios, superfaturamentos, pedaladas, fraudes, truques contábeis... Afinal, “os fins justificam os meios”. Santificado seja o paraíso fiscal, a propina do empreiteiro, o operador, a lavagem de dinheiro, a bolsa populista, a verba não contabilizada, o caixa dois, três, quatro... E tudo que o valha. Venham a mim todas as benesses e facilidades injustificadas e injustificáveis. Seja sempre feita a minha inquestionável vontade. Aqui e onde eu possa faturar e superfaturar mais e mais.

Ela e a rosa

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No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha 2ª participação nessa 86ª edição dessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando . Em Paris, Madri, Lisboa ou Salvador, aqui ali, seja aonde for; o amor é flor e a flor do amor, faz sorrir o seu florir. Rosa, tão calada e eloquente, sendo flor, parece gente, mensageira de um sentir. Diz-lhe da poesia adormecida, do querer, do ser querida; da ventura, aventura do amar.

Enamorados juninos

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... Anarriê! Alavantú pra toda gente, vai o frio ficando quente e a fogueira a creptar. Fogos no céu iluminado, coração enamorado, pede um par pra namorar. Depois, roga ao santo casamenteiro, bem depressa, bem ligeiro; a mocinha quer casar. Dia dos namorados, véspera de Santo Antônio, acertada espécie de binômio, arranjo de enamorar... Antonio Pereira Apon. No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha 86ª participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando . No nordeste brasileiro, junho é mês de folguedo, festejar os santos: João, Antônio e pedro; comer amendoim, milho, canjica… Ele com seu chapéu de palha, ela, rodado vestido de chita. O rapaz e amoça o menino e a menina; todos no caminho da roça, brincando, fazendo troça… Até a sanfona tocar. Aperta o fole sanfoneiro, que é pra poeira levanta...

Kirimurê de todos os santos, grande mar interior

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Nem só de gregos, romanos e nórdicos vive a mitologia. Conta uma lenda atribuída aos índios tupinambás, que no princípio, na criação do mundo, um magnífico pássaro de plumas brancas emergiu do centro do universo num diuturno voo sem descanso. Buscava o paraíso para pousar. Pórém,

Dia dos namorados

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Não deveria ser apenas uma data a mais no calendário, mas um estado de espírito; os casais eternamente enamorados como o sol que não se detém em seu poente, renova-se a cada alvorecer; como as flores que renascem em cada primavera

Dia dos enamorados

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No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha 85ª participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando . Esperta as flores esmaecidas, a poesia esquecida, o sentir que adormeceu; desperta a alma enamorada, como sol de alvorada, luz a dissipar o breu. Amor é flor que não desiste, persiste! Aguarda a vida, o reflorir. Alenta o desalentado peito, desata o nó do tempo, acorda o pulso, impulso do viver,, liberta o sonho e a esperança; o resto do que foi desfeito, defeito do que se foi.

A armadilha da armadura

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Segundo Charlie Chaplin: "a vida é maravilhosa se não se tem medo dela". Porém, quando ameaçado, o ego, como artifício de proteção, veste sua armadura psíquica para o enfrentamento de seus medos, dores, culpas, frustrações, ansiedades, perdas… Os tais, mecanismos de defesa, Maquinações psicológicas, que denunciam a fragilidade interior do indivíduo e sua busca em reduzir riscos e danos ao Ego. Desenvolver essa carapaça narcísica, blindar-se, aparatar um falso self, demanda energia e implica em limitações. A função protetiva da armadura é salvaguardar de ameaças externas, o que aqui, também se aplica à mente. Com o tempo, aclimatado e devidamente condicionado, o sujeito consola-se em sua “segurança”. Amordaça seus sentimentos, manieta suas emoções, customiza seus pensamentos; Reprime-se para escudar-se do que e de quem não lhe espelha o ego mal educado. Sem perceber, se enclausura na armadilha que verdadeiramente se transforma a sua armadura, tal como um sapo numa panela d...