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Mostrando postagens de janeiro, 2020

Hoje é dia de quê?


O dito e o grito

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... Tolice, culpar à Deus, à natureza; tragédia é a nossa dureza, crueza de não saber viver. O deflorar de fauna e flora, desflorar, grana que desarvora, desumano proceder. Querer se faz bonança ou tempestade, tristeza ou felicidade; ventura, desventura do escolher. A natureza posta à parte, cedo ou tarde pede aparte; repreende forte, reclama, o homem que então clama... Antonio Pereira Apon. O desiderato a gente traça, nas escolhas que abraça, no fazer e desfazer. O que a gente dita a vida grita, faz eco à nossa escrita; a estiagem, o chover. Nuvens vagam ao sopro do destino, passam, tardam... Marcam o atinar, o desatino. Chove dor ou alegria, desventura ou poesia, meteorologia do humano escrever. A estufa e seu efeito, defeito a poluir; o construir que mais destrói, a cobiça que corrói, progresso a regredir. O que a gente dita a vida grita, responde alto e eloquente, incoercível e bem fluente.

Chega de “veadagem”. Homofobia não! 24#númerodorespeito

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Bahia marca golaço duplo, homenageando Kobe Bryant e desafiando o machismo, preconceito no futebol. No jogo com o Imperatriz, o tricolor de aço, iniciou campanha contra a homofobia. Flávio entrou em campo vestindo a camisa 24, número praticamente proibido. Relacionado à homossexualidade pelo 24 representar o veado no jogo do bicho, o que desperta raivoso preconceito. Antonio Pereira Apon. O Bahia marcou um golaço duplo, homenageando o ex-jogador de basquete Kobe Bryant, que morreu no domingo (26) em um acidente de helicóptero nos EUA e desafiando o machismo, o preconceito que tardam, dominando o futebol brasileiro. Nessa terça-feira, 28, pela Copa do Nordeste, no jogo com o Imperatriz no estádio de Pituaçu, o tricolor de aço, iniciou uma campanha contra a homofobia. O volante Flávio, que costuma usar a camisa 5, entrou em campo vestindo a camisa 24, número praticamente proibido no futebol nacional. Relacionado à homossexualidade pelo fato de o 24 representar o vead...

Entre o prazer e a dor. “Relaxa e goza”

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... Transcendendo ao mito, nas causas e efeitos dos dissabores, está implícito o que precisamos fazer, para combater, vencer e superar nossas dores. Portanto, diante das vicissitudes da vida, como na frase daquela Ministra, infeliz e debochada, naquela ocasião. Mas, oportuna, enquanto não passa um infortúnio... Antonio Pereira Apon. Na mitologia grega, as algea, designavam espíritos femininos, portadoras das tristezas e lágrimas humanas. No singular: Algos; a dor, física, mental e emocional. Conforme a Wikipédia: Acos, dor física, dor do corpo, produzida por doenças, venenos e feridas com potencial letal. Ania, dor psíquica, dor mental, provocada por estresse, problemas e aflições da vida. Lipe, dor emocional, “dor do coração”, oriunda do sofrimento, da tristeza e problemas do sentimento. Segundo Hesíodo na Teogonia. Elas, as algea são filhas de Éris, deusa da discórdia; irmãs de Limos, a fome; Disnomia, a desordem; das hisminas, as disputas; Lete, o esquecim...

O silêncio é resposta

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... a má palavra alterca, agride e maltrata, desajusta, complica e se faz nefasta; quando afronta, avilta, desaponta e não importa, é ridícula, mesquinha, pequena e porca; conflitante, soberba e louca, quando translouca... Antonio Pereira Apon. Quando a arrogância esbraveja e a ignorância vocifera, a presunção aumenta a voz, a estupidez muda o tom, a insensatez grita; a tolice desboca, dita. Quando a intolerância delira e o preconceito dementa, a falta de noção ofende e a alienação xinga, o vocabulário rebaixa e o desargumento entorpece, a inconsciência bravateia e a razão emudece.

Bom dia! Isso não deu nos jornais

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... Preste atenção nas notícias. Mas, não esqueça de quanto o mal é exibido, espalhafatoso e loquaz. Sobretudo, lembre que; equilibrado e sereno, o bem segue anônimo e sem escândalo, fazendo acontecer. Antonio Pereira Apon. Todos os dias, os noticiosos trazem manchetes aflitivas que dão conta de um mundo enlouquecido, a beira do sem jeito. Mas, alheia a tudo isso, a vida, a realidade segue acontecendo, mostrando uma outra face que não costuma vender jornal nem ter destaques nas redes sociais. Heróis anônimos, protagonizando vivências; celebridades de verdade, brilhando fora dos holofotes. Notícias que não dão “notícia”: Pessoas que deixaram o crime, largaram o vício, venceram, superaram a depressão; os desenganados que derrotaram a doença, os libertos do cárcere para não mais voltar; Tanta gente que transformou sua vida para melhor. Quantos professores, policiais, bombeiros, religiosos sinceros, políticos honestos, empresários sérios, alunos interessados, trabalh...

Bom dia! Hoje é um poema

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... Hoje é um poema que amanhece; rico em perspectivas, repleto de expectativas, transbordante de possibilidades. Hoje é um poema com jeito de rosa; Paradoxo entre sua delicadeza perfumosa e seus agudos espinhos, ao que vamos dar relevância? Hoje é o poema das nossas escolhas, posfácio do ontem, prefácio do amanhã... Antonio Pereira Apon. Hoje é um poema inédito, inescrito e com todo crédito; pronto para ser novo, ou não. Depende do dito ou não dito, dos acertos para escrever, dos erros para corrigir, reescrever, do rimar lida com vida, do não rimar… Hoje é um poema meu, seu, de cada um de nós! Individual e coletivo, singular e tão plural. Se hoje é um poema, essa data é uma coletânea, antologia do que fizermos ser. Hoje é meu verso e o seu versar, sonhar, realizar, o fazer diferente ou reeditar.

O Navio de Teseu. Nós e o nosso barco, já não somos os mesmos

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... Avançamos, derrotando monstros internos e externos, superando correntezas e intempéries, quitando os tributos impostos pelas materialidades que nos desgastam, angustiam, adoecem e aborrecem. Mas, vivendo com a convicção de bons navegadores, cientes de que tudo passa, é questão de tempo o rebrilhar do sol, o ressurgir das estrelas... Antonio Pereira Apon. Nosso corpo é o nosso barco, ao nascermos, lançado ao alto mar da vida. Na travessia do berço ao túmulo, enfrentamos adversas tempestades, calmarias e as surpresas do inesperado, desgastando as peças do nosso querido barquinho, exigindo reparos e substituições de peças muitas vezes fundamentais. Na refrega do viver, esse incessante navegar, nós espíritos que capitaneamos essa preciosa nau, também somos instados a mudanças: substituir velhas ideias, conceitos obsoletos, sentimentos extemporâneos, desejos anacrônicos, certezas caducas; necessária metamorfose evolutiva, desenvolvimento da inteligência emocional, s...

Tirania

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... mata, retrinca, intrinca. Farsante o discurso mefisto; fala em Deus, evoca o Cristo... Sinistro fingidor! Depois: os fuzis, os coturnos, soturnos ais; amordaçando a voz, apertando os nós... Antonio Pereira Apon. Tiranos usam máscaras. Mas, não disfarça m suas intenções, déspotas , até fazem graça, mas, a desgraça v em logo depois . Com o arbítrio não se brinca; ele tranca, bate e trinca,

Desejo

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... Como o fogo de Prometeu, de Moisés a sarça ardente; eu, ardendo indigente, carente de você. Ardor de corpo e alma... Antonio Pereira Apon.  Fogo que arde e não queima, teima; arder que me consome, sem consumir o meu querer. F ome e sede de você.

Tô nem aí

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... me inspira o Deus perfeito, todo bem do bem que é feito, o tempo e o bom labor. Tô nem aí pra quem tarda indiferente, pro omisso, aí nem estou; quero ser alegria para o triste, a esperança que persiste, o alívio para a dor. Tô nem aí pros espinhos da rosa, pro prosear da má prosa, aí nem estou... Antonio Pereira Apon. Tó nem aí pra má vontade, pra maldade, aí nem estou; sou fã da fraternidade, idolatro a solidariedade, sou devoto do amor. Tô nem aí pro orgulho e a vaidade, pro egoísmo, aí nem estou; sou adepto da verdade, partidário da sinceridade, sigo Jesus, Nosso Senhor. Tô nem aí pra escuridão, para as sombras, aí nem estou; eu sou filho da amplidão, do clarão da vida em cada lição, sou aprendiz de ser sol.

O que é saudade

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... Nuvem que demora, chuva lá fora, olhos a molhar. É cansar de tédio e não ter remédio para descansar; ruminar do agora, desmentir da aurora, horas sem passar. A persistência da memória, que não esquece de lembrar sua ausência sempre presente; silêncio do telefone, mudez do Whatsapp... Antonio Pereira Apon. Saudade é um poema triste, de um amor que insiste em longe da gente estar. É noite que tarda, retardar da alvorada. E quando “desanoitece”, o sol esquece de brilhar.

Nosso versar conversa

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... o verso e o avesso, brincar travesso, de palavras, doutras coisas… Buliçoso rebuliço de nós dois; em nosso dialeto a gente versa, incompreensível pros demais essa conversa. Mas, que importa? ... Antonio Pereira Apon. Na conversa a gente versa o viver, desdenhando a madrugada, que calada, não nos ousa desdizer. De tudo e nada, versa o nosso conversar; da província ao universo, versa o mundo! Versa o amanhã, o ontem e o agora, a pressa, o que demora. Nosso versar sem hora; conversa a versar. O concreto e o abstrato, do simplório ao mais fino trato;

Poesia, dança. Vida feito o mar

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... alta e baixa a maré, altos e baixos, vida, assim também o é. Preia-mar, baixa-mar; nalgum lugar um outro cais, chegar, partir, os nossos ais. Tempestade e calmaria, viração de cada dia; soprar do sonho, da agonia, poesia... Antonio Pereira Apon.  no leva e traz do ir e vir, na suavidade abrupta da rebentação, surpreende a praia, a vida e o mar, murmúrio, maresia; poesia, cadência de canção. Na enchente, na gamboa ao escoar da vazante, pro nativo, pra quem fica, o só passante; alta e baixa a maré, altos e baixos, vida, assim também o é.

palestra: Diante da luta, cap. 8, “Desperte e seja feliz” - Joanna de Ângelis

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Em 04 de janeiro de 2020, realizamos no Grupo Fraterno Espírita Irmão Albino, palestra com o tema: Diante da luta, capítulo 8 do livro “Desperte e seja feliz.” Psicografado por Joanna de Ângelis através da mediunidade de Divaldo Franco. Antonio Pereira Apon. Abordando os diversos aspectos da nossa luta cotidiana, pontuamos pelo que é importante ou não lutar, os embates que não são nossos, a boa labuta e a lida das ilusões terrenas. Matéria e espírito, cada qual com seu quinhão na vivência e convivência do ser encarnado em sua senda evolutiva.

Brinquedo de montar. Certa a vida, incerto tempo

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... Sigamos sérios nossa “brincadeira”, sorrir de infinito em todo agora, em cada instante, eterna aurora; lúdico lidar, nosso se dar. Te quero no laço do meu abraço, me quero no abraço do teu laço; encaixe, peças no mais perfeito enlace... Antonio Pereira Apon. Certa a vida, incerto tempo, nosso brinquedo de montar; parece absoluto, mas, relativo, segue o nosso encaixar. Peça por peça, monta e desmonta; sonho, sentimento, o momento tem o tamanho que a gente lhe dá. No verso, muito aconteceu em tão pouco tempo; no reverso, em tanto tempo, quanto “desaconteceu”...

O ser acima do ter, entesoura o espírito com os reais valores que nos acompanham no infinito. O resto, resta por aqui. - Apon. #PensamentoDoDia

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#PensamentoDoDia: O ser acima do ter, entesoura o espírito com os reais valores que nos acompanham no infinito. O resto, resta por aqui. Apon . Hoje: Pesquise. Leia mais: Você já leu? Dólar Hoje Euro Hoje Datas por mês: Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro www.aponarte.com.br