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Chega de “veadagem”. Homofobia não! 24#númerodorespeito

Publicado em quarta-feira, 29 de janeiro de 2020



Bahia marca golaço duplo, homenageando Kobe Bryant e desafiando o machismo, preconceito no futebol. No jogo com o Imperatriz, o tricolor de aço, iniciou campanha contra a homofobia. Flávio entrou em campo vestindo a camisa 24, número praticamente proibido. Relacionado à homossexualidade pelo 24 representar o veado no jogo do bicho, o que desperta raivoso preconceito.




Escudo do Esporte Clube Bahia #PraCegoVer

O Bahia marcou um golaço duplo, homenageando o ex-jogador de basquete Kobe Bryant, que morreu no domingo (26) em um acidente de helicóptero nos EUA e desafiando o machismo, o preconceito que tardam, dominando o futebol brasileiro. Nessa terça-feira, 28, pela Copa do Nordeste, no jogo com o Imperatriz no estádio de Pituaçu, o tricolor de aço, iniciou uma campanha contra a homofobia. O volante Flávio, que costuma usar a camisa 5, entrou em campo vestindo a camisa 24, número praticamente proibido no futebol nacional. Relacionado à homossexualidade pelo fato de o 24 representar o veado no jogo do bicho, despertando raivoso preconceito. Um exemplo da rejeição ao número está na
declaração do diretor de futebol do Corinthians, Duílio Monteiro, sobre o número 24. Conversando com o recém-contratado jogador Cantillo, o diretor disse: "24 aqui não", referindo-se ao número usado pelo colombiano no Junior Barranquilla. Em seguida, Duílio desculpou-se nas redes sociais. Desculpas? Porque mesmo?v

Diferente do futebol tupiniquim, no basquete americano, não há espaço para tal preconceito numérico. O 24 foi celebrizado como o número mais usado por Kobe na carreira, tendo jogado também com a camisa 8.

2 comentários:

  1. Acho isso de preconceito em relação à orientação sexual, coisa de trogloditas...
    Não sabia que vingava no desporto... uma pena.
    Faz muito bem denunciar.
    Abraço, amigo.
    ~~~~

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    Respostas
    1. Vergonhoso o machismo e a homofobia que ainda imperam no Brasil, e não é só no esporte. Ainda temos o racismo, a misoginia e outros preconceitos que denotam almas apequenadas e mesquinhas, com uma mentalidade tacanha.

      Um abraço e bom fim de semana. Tudo de bom.
      A ARTE DA VIDA. APON HP 💗 Textos para sentir e pensar.

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Antonio Pereira Apon.




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