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Mostrando postagens de abril, 2021

Hoje é dia de quê?


Quero um novo normal, normal

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Não, não quero o velho normal, com suas doentias "normalidades"; nada das anormalidades de agora, nem tão pouco, as anomalias de outrora. Não pode ser normal: ser egoísta e indiferente, omisso e negligente; não ter empatia, a grana ter mais valor do que gente. Como pode ser normal? Religiões que desirmanam, ideologias que desunem, metodologias que emburrecem, teorias que embrutecem, práticas que desumanizam. Onde a normalidade?

Aniversariando, no giro do mundo

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Mais um aniversário, a Terra fez mais um circuito completo em torno do sol, rodopiando trezentas e sessenta e poucas vezes em torno de si mesma; dias, estaçóes, a folhinha, a agenda, o relógio… Embarcados nessa dadivosa “nave mãe”, giramos numa vertiginosa velocidade, vivendo e vivenciando, sobrevivendo e aprendendo, interagindo em prosa e verso; ora rimamos, ora não deu pra rimar. Contudo, com tudo e todos cumprimos os ciclos de mais um ano, marcado por crepúsculos e alvoradas que atestam a inquestionável redondeza do nosso planeta azul na dinâmica sinergia do viver.

Acura, a cura

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Nos depure a lida, nos apure a vida; que concerte a alma, consertando a calma. Venha desatar os nós, não nos deixar tão sós; acura a cura, apura a fé, a pura esperança. Reflorir sorrisos, ressorrir bonança; vacinar a sina, resgatar fiança.

Recomeço no fim

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O outro lado não é o reverso, É o verso do lado de cá, É a poesia que não finda, infinda do lado de lá. Na vida tudo passa, É o viver aprendendo a passar. Tristeza, ausência da alegria, escuridão, desconhecimento da luz;

Cativo canto, desamar

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Canta triste o passarinho, desaninho em triste dor, cativeiro não é ninho, desalinho o desamor. O desencanto finge canto, do cativo, o cativar; chora triste o cantador, canta a dor de nem saber chorar. A liberdade é seu ninho, seu aninho, poder voar; cantar livre uma toada, a madrugada acordar.

Falarei do amor

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Não falarei das guerras. Elas denunciam o quão desumano e estúpido é o dito ser humano. Não falarei do preconceito. Ele é coisa de quem o discernimento, não consegue transcender à órbita do próprio umbigo. Não falarei da morte. Ainda não entendemos a vida, muito menos seus "ritos de passagem". Não falarei da educação, saúde ou segurança pública. São demasiadamente inverossímeis. Não falarei dos Políticos. Grande parte deles afronta a dignidade, prostituindo a ética. Transformando a política num covil de embusteiros, ladrões e todo tipo de delinquente.. Não falarei do sensacionalismo. Ele aflige o espírito, deprava a realidade, adequando os fatos à baixeza de quem não tem qualquer respeito ou compromisso com a seriedade. Não falarei de religião. Muitas viraram grandes negócios onde a alienação aumenta a lucratividade. Não falarei de FALSA arte. Essa aberração que perverte a criação violentando os sentidos, na mais valia dos glúteos em detrimento do cérebro e ...

O ponto

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Pequenino no tamanho, mas nem por isso, pequeno na importância. É o "maestro" da leitura, rege o ritmo, o tempo, a "arte" da pontuação. Vem em trio nas reticências, para dizer que que o que ali termina não acabou. A vírgula faz uma pausa curta. Seguimento ou continuação traz uma pausa maior. Mas, quando não é tanto nem tão pouco, o ponto sobe na vírgula para um meio termo criar. Dois pontos anunciam que aí vem coisa! Já o parágrafo finda um bloco prenunciando outro que vai chegar.

Pernas

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Pernas abertas, pernas bem fechadas; devassas, recatadas pernas. Pernocas, pernaltas; pernas peraltas. Pernas cúmplices, pernas súplices. Pernas lentas, pernas apressadas; apreçadas pernas. Pernas, ligeiras, fagueiras, faceiras. Pernas comportadas e irrequietas pernas. Pernas pro ar, pernas ao léu; passivas, ativas pernas. Pernas devotas; envoltas, desenvoltas.

Aqui dentro e lá fora

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Deixa a tempestade lá fora, no coração da gente só mora, a paz, se a gente faz. toda intempérie passa, se demora o que se abraça, deixa fazer parte de nós. Acumular reclamação e queixa, o espírito avexa, desarranja solução. Vida não aguarda, nem se guarda! Exige continuada ação.

Desadoecer. Quem escreve a sua vida?

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Quem não aprende com as lições do passado, não pode entender o presente; difícil se compreender, se atinar no futuro. gente que só sobrevive, fingindo que vive, deixando o viver adoecer. Vida, é livro que se assume a autoria, se escreve dia após dia, ou aos azares e à sorte se confia. Vai-se tropeçando no acaso, apostando no destino, confiando em eventualidades; arriscando, brincando, jogando, terceirizando...

Vacina da oração

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Ela é feita da verdadeira fé que imuniza, do crer que humaniza, do querer que irmana. Ela é fraterna e altruísta; inoculando o amor, potencializa a empatia. Combate o desespero, a desesperança e o medo, protege contra a indiferença e o egoísmo, resguarda contra a depressão e a ansiedade, defende do pessimismo, enfrenta o negacionismo,

Irmãos de luz

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Irmãos de luz; luz que do alto brota, transborda a grota de cada coração. Emana paz, no amor irmana, humana chama, que nos chama ao bem. Dedicada, delicada luz, lida a vida, rediviva por Jesus.

Ele vive

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Ele vive no sol que ressurge cada dia, na noite que a lua alumia, na terra a florir e frutificar. Ele vive na mão que socorre, no abraço que acolhe, num sorriso a plantar. Ele vive na oração dos bons sentimentos, na prece dos melhores pensamentos, no louvor das palavras do bem, na exortação do amor por alguém. Ele vive no afago da caridade, no consolo da piedade, no bálsamo da bondade, no bem querer de querer bem.