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Mostrando postagens de agosto, 2023

Hoje é dia de quê?


Bem-vindo, Bem-vinda à nossa casa!

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Você que chegou sem querer, você que por querer chegou. Você que veio por acaso, não foi por acaso que ficou. Você que aportou num clique, que embarcou de buscador... Se chegue, se achegue! A vida subverte a matemática. Um mais um, nunca é somente dois;

Esses blogs... - 31 de agosto, dia do blog

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Aqui, com os títulos de alguns blogs, versamos uma blogosfera que pulsa, resiliente e bem viva; cheia de arte, informação, utilidade e cultura. Enquanto dizem que os blogs acabaram, nós seguimos blogando, insistindo numa internet não descartável, que sente e pensa para além das voláteis redes. Resilientes, persistindo, insistindo; numa rebeldia com sutileza , ausente do céu , a lua e eu num xaile de seda ; ilusões e poesia adulta buscando a flor do campo , um refúgio dos poetas , um porto das crônicas ; alcançar a Espiritual idade dos meus anjos adorados . Com a arte da vida , ir fincando raízes a brincar com as palavras ; seguir, semear Pensamentos e devaneios poéticos , coisas de uma vida ; reflexos, espelhando, espalhando amigos . Num blog veredas , em poemas sem peias , seguir vivendo a vida bem feliz , blogando com muita fé & poesia .

Sozinho na multidão

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Só na multidão, aglomeração de vazios; balada descompromissada da curtição; delírio digital, vai analógico o herdeiro do seu deserdar. Vadia solidão. Só na multidão, numa tribo sem tribo, cada um atracado à sua solidão; perseguindo vazios para encher seus vazios, sozinho na aglomeração. Criança indolente, tardio adolescente, adulto dissidente da realidade. Na balada descompromissada da curtição, retarda acomodado na casa dos pais; quer toda liberdade, nenhuma responsabilidade, terceirizar seus ais. Na bolha, no seu deserto existencial, cultiva depressão, ansiedade e tudo mais, artificial, busca em artifícios soluções; nas tarjas pretas, nas redes sociais; analógico, delira-se digital, o tal! Ficante errante, iludido farsante, entorpecido novidadeiro, herdeiro do seu deserdar. Só, sozinho na multidão, vadia aglomeração.

Tirando o pé da senzala - O pé que dá pé

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Pé na senzala, jamais! Pé na ancestralidade, na africanidade, na afrodescendência… Vamos tirar esse pezinho da senzala?! Sem querer e na maior das boas intenções, por vezes proferimos absurdidades sem nem nos darmos conta, assim vamos ratificando o antigo ditado: “De boas intenções, o inferno está cheio”. É o que acontece, quando diante de alguém não declaradamente pardo ou negro, que manifesta algo que remeta à cultura africana, sapecamos o velho e impensado: “Fulano tem um pé na senzala”. Seria aceitável, diante de uma manifestação da cultura judaica, alguém disparar: “Sicrano tem um pé no campo de concentração”? Pois é, um e outro representam o espaço-tempo da infâmia, da dor e todo tipo de desgraça impingidas a esses povos. A senzala jamais deveria ser utilizada como referência identitária das manifestações de raiz africana, elas foram e são o equivalente tupiniquim de Auschwitz, Sobibor, Treblinka…

Despandemia - XIV Interação Fraterna - Meu Lado Espiritual Pós Pandemia

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Saber discernir entre o meio cheio e o meio vazio do “copo da vida”. Convocados a nos percebermos para lá de criaturas biológicas, nossa essência para além da mera aparência, dos esteriótipos. A pandemia, como qualquer outra adversidade, se bem vivida, acorda a nossa espiritualidade, a resiliente capacidade humana da superação, maturidade; espiritual idade de saber discernir entre o meio cheio e o meio vazio do “copo da vida”. Tomados de assalto pela explicitada fragilidade física e a a normalização de tantas anormalidades de até então, fomos convocados a nos percebermos para lá de criaturas biológicas, nossa essência para além da mera aparência, dos estereótipos.

Apagão do apagão

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Coisa do ”Coiso Ruim”? O povo no fuzuê do maior rebuliço; na abstinência das redes sociais, na secura dos compartilhamentos, na fissura dos likes, inutilidade dos smartfones… Isso não se faz! Sem energia elétrica, celular, nem internet; sem um pix pra chamar de seu, teve gente pirando na batatinha nas teorias conspiratórias do apagão. Teve quem achasse que era coisa do defenestrado "Coiso Ruim”, o golpista surrupiador; outros acharam que era uma onda pós COVID-19, ebulição global, castigo de Deus e por aí foi. Mas as autoridades explicaram tudo muito bem explicadinho: Foi uma falha na abertura de não sei o que, que mandou mais de 16 megawatts pra não sei onde, deixando o povo sem porque nem pra quê, no fuzuê do maior rebuliço; na abstinência das redes sociais, na secura dos compartilhamentos, na fissura dos likes, inutilidade dos smartfones… Isso não se faz, apagão desconectado é questão de direitos humanos!

Canteiro - Pra rosa, pro verde, pra gente florir

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Flores, poemas sem palavras. pedem um recanto; eira, jardineira, alegrete que lhes alegre na arquitetura e na alma, calma pra nenhum poder poder podar. Um canteiro, recanto, um canto inteiro pra florir. Espaço entre o concreto, nossa inconcretude arquitetônica, um vão que não restou em vão. E na arquitetura da alma, não há de ser diferente; florescente calma, fazer-se flor da paz, preencher o vazio que no vazio jaz. Que o querer da pressa, e o apreçado desapresso, não nos venha poder podar. Um alegrete que nos alegre, eira alheia ao mundo lá de fora, jardineira, viveiro pra rosa, pro verde; pra gente viver. Um canteiro, recanto, um canto inteiro pra florir.

O pacote de jujubas

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Tudo começou, quando um pacote de jujubas, foi colocado dentro de uma caixa de primeiros socorros: O álcool absoluto fez um discurso hostil e inflamado contra aquela presença insólita. Indignado, o termômetro elevava a temperatura enquanto o esparadrapo e a gaze aderiam aos impropérios cortantes da tesoura. O anticéptico cobrava a pureza dos elementos daquela caixa, que não poderiam estar misturados com "aquela coisa" doce e açucarada. Já os comprimidos, reclamavam do espalhafato daquelas "bolotas coloridas," fazendo coro com as críticas arrotadas pelo sal de frutas.

O que é acróstico? Como se faz?

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Uma poesia, um poema no qual, (mais usualmente) a primeira letra de cada verso, compõe uma palavra ou frase, lida no sentido vertical. Comumente, usa-se o acróstico para homenagear alguém, construindo a peça poética com o nome da pessoa Homenageada. Segundo o dicionário online de português : s.m. Composição em verso cujas letras iniciais (às vezes as mediais ou as finais), lidas no sentido vertical, formam uma ou mais palavras, que são o tema, o nome do autor ou o da pessoa a quem foi dedicada a composição . Vejamos um exemplo prático com a palavra criatividade : C riar seu acróstico sem complicação, r equer criatividade, temperada inspiração; i nicial letra de cada verso, a rrumada, sobreposta, t ece na horizontal sua palavra; i niciada está sua lavra, v ersada composição; i ndo assim faz-se a poesia, d á-se asas ao coração; a í o acróstico surgindo, d elicado poema, e loquente, singular versar.