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Mostrando postagens de setembro, 2023

Hoje é dia de quê?


Escolha

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Para o bem ou para o mal, o futuro já nasceu, estão entre nós os homens e mulheres que farão o acontecer das próximas décadas. Saibamos escolher o melhor dos melhores. O futuro já se faz presente, já está entre a gente, já nasceu, quem vai fazer o acontecer das próximas décadas, o igual ou diferente. É nascido: O futuro cientista, o terra planista; o arteiro e o artista, o religioso e o aproveitador, o estadista e o golpista, o preguiçoso e o empreendedor. Está por aí: o sábio de verdade, o tolo cheio de falsidade; o aventureiro, o embusteiro, o verdadeiro transformador;

Bolhas de sabão

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As bolinhas de sabão, ficaram perdidas, esquecidas num canto qualquer da infância. a gente cresce e se nega, perde o encanto de brincar. Num sopro se faz, num sopro se vai. Poesia da infância, encantamento de criança... Voa na breve eternidade do instante; magia multicolorida, flutuante arco-íris de “vidro”... Se desfaz na infinitude de um momento. Lírica bolhinha, oníricas bolhinhas de sabão.

Cuidado, frágil

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O pensar, o sentir, quereres e desquereres, idas e vindas, certezas e incertezas, corpo e alma; homem, mulher, força ou fraqueza humana. Cuidado, frágil. A criança abandonada, a mulher maltratada, a macheza estereotipada; o se achar e se perder. A fé honesta, a sabedoria modesta, a democracia que apresta. A flor do tempo, o destino que é vento, acaso que não traz alento. A verdade verdadeira, o amor amado, a humildade sem besteira, do bem o prelado. A vida, a lida, a poesia de acreditar; a magia da esperança, o esperançar do sonhar; a força dos fortes, a fraqueza dos fracos;

Transplante de sol - 27 de setembro, dia nacional da doação de órgãos e tecidos

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Não se deixe ensimesmar pela noite da morte, seja sol, faça luzir um novo alvor na vida de alguém. Doe órgãos, doe vida. Avise sua família: Sou doador! Quando o dia vai-se num crepúsculo, quem se atém apenas na noite, parece esquecer do novo dia a se avizinhar. Enfático, empático o sol transplanta a sua luz, reluz num novo dia; sendo o mesmo, se faz outro; despe o dia velho, veste o dia novo; acorda num a cor dar alvorado, transmuta o suposto fim, no reluzente recomeço. Não se apega, não sonega; altruísta, se doa; se entrega no seu melhor.

Não desista. A vida não desiste de você

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A vida não finda com a morte, morre o corpo, mas a essência que o anima, perdura. Não acredito que, por si só; carne, músculos, nervos e ossos, consigam pensar e sentir, manifestar afeto e construir memórias, desenvolver empatia, cultivar a esperança, buscar soluções. O corpo é uma maravilhosa máquina biológica, que oportuniza ao eu essencial que nos individualiza, a chance de agir e interagir com tudo e todos. Intentar abrir mão do dom da vida, é sabotar-se, desistir de si mesmo, na vã ilusão de um fim,que não termina quando se supõe acabar. A vida segue, prossegue, insiste, persiste… Desertar dela; é perpetuar a dor, postergar o problema, delongar a desdita, escravizar-se à culpa e ao remorso, ao superlativo silêncio amordaçador a gritar indefinidamente no espaço-tempo do sem fim.

Flor, notícia boa

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Semear notícia boa. Não, “o inferno não são os outros”, nem somos nós; tem sido o que temos permitido ser; os escolhos das nossas escolhas. Flor é notícia boa, poesia a manchetar nos campos, noticiar da esperança florindo entre sorrisos, em meio aos narcisos, recadejando a beleza que há. Noticiosa primavera; inspirando, ensinando que tudo pode ser diferente, divergente de tanta desgraça a grassar. Colher, acolher;

Acordar, a cor dar de primavera

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Primavera n'alma, floral composição, calma que acalma, destino na palma; amor no coração. Beletrismo natural, poemas sem palavras, inspira o Criador. A cor que acorda, colorir de aquarela, sem querela nem querelar; primaverar! Primavera na alma, floral composição, calma que acalma, destino na palma; amor no coração. Setembrina paisagem para cá do equador, poemas sem palavras, silente beletrismo natural; composição do criador. A natureza esperta, desperta em cores o florir.

Poesia; o árido e o Harildo, realidade e utopia - Homenagem ao ator e diretor, Harildo Deda

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Nossa nada vã dramaturgia. Cabeça no infinito, pés enraizados nesse chão; o ator transpõe a cortina, a sina, sobe ao palco doutra dimensão. Me desculpe, a poesia não só diz das flores, versa também as dores, pois a realidade se impõe à utopia, a tristeza se mistura à alegria, mescla o drama e a comédia, nossa nada vã dramaturgia. Cabeça no infinito, pés enraizados nesse chão; vence o árido o Harildo, o ator transpõe a cortina, a sina, sobe ao palco doutra dimensão.

Com arte, não envelhece

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Artífice da lida; dançar a coreografia do existir, resistir; semear o sorrir do mais puro encanto, recantado desmentir o pranto. Não consentir murchar a esperança. Com a arte da vida, artífice da lida; quero ser um homem que não envelhece, refloresce como as flores de cada primavera. Fazer florir, reflorir o tempo, que passa sem precisar seu passar; dançar com o vento a coreografia do existir, resistir; semear poesia por todo canto, o sorrir do mais puro encanto, resgatado cantar do passaredo, recantado desmentir o pranto. Não consentir murchar a esperança, nada do sonho desesperançar; inspirado, transpirando a arte, desiderato de aqui estar. E quando o espetáculo for findo, flor da hora de infindar;

Flor que gira ao vento, cata-vento

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Cata-vento, quem mandou catar o vento? Colorido, colorindo; brincadeira de menino, de menina a brincar. Flor de papel girando ao vento,

Flores, flores e mais flores

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Silentes poemas que declamam o viver nos campos da vida. Sem palavras, dizem tudo, sem precisar dizer nada. Flores diversas, diversificadas flores: Flores rezam, flores velam; riem ou choram. Flores falam de amor, flores dizem da dor; flores acalentam, flores encorajam, flores lamentam; flores de chegada, flores de despedida, flores das idas e vindas; flores enamoradas, flores desconsoladas, almejadas flores. Flores que perpetuam, flores que abreviam, flores que dizem tudo ou não precisam dizer nada. Flores que abraçam, flores que enlaçam, entrelaçam. Flores icônicas, irônicas, flores platônicas. Flores isoladas, flores acompanhadas, livres, amarradas… Arranjos , buquês, corbélias… Flores naturais, singulares e plurais, flores artificiais. Flores que nascem e que morrem, flores que comovem; poéticas, proféticas, inspiradoras flores. Sagradas, profanas, elevadas ou mundanas, flores.

Brevidade, breve idade

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para a primavera fazer-se verão, aceita, aprende a passar pelo outono, o inverno; vive a brevidade do passar por aqui. Somos flores e como flores, mais ou menos breves... A vida é sopro de Deus, fôlego de tempo, vento que sopra a flor. Brisa leve, brevidade, breve idade de estar aqui. O dia, ninguém sabe; a hora, não se adivinha, se tarda ou se avizinha; o mais idoso o mais moço, com ou sem endosso, mal se pensa vindo, e já é ido. Gente que briga, por tudo e por nada; intriga e faz birra, pirraça, enreda e faz trapaça. Não transige nem abranda, inflama; sempre insatisfeito, só reclama. Esquece que: para a primavera fazer-se verão, precisa aceitar, aprender a passar pelo outono e o inverno; vencer as adversas intempéries, superar o frio das desilusões, o desfolhar das quimeras, transcender às tolas querelas; viver. Não perder tempo a tempo perder, não sofrer além da cota, não querer além da conta; nada de adoecer de ambição, nem enlouquecer de inveja, delirar de ciúmes ou se embria...

Aniversariar, vida em flor

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Primaverar, aniversariar; reflorir, sorrir com o reflorescer da vida. Como as flores, todo dia é dia de celebrar, perfumar,, inspirar e inspirar-se. Parabéns pra você! A vida é resiliente flor, reflori á cada primavera; nos invernos parece finar, nos outonos esperar, pros verões a cor dar. Acorda a beleza esquecida, a poesia escondida, o esquecer de sonhar. Inspira a fé bem vivida, a certeza contida, da lida o esperançar. Vida que reflora a reflorir, sorri desmentindo o chorar; aurora, alvora, convida a primaverar; aniversariar.

Setembro amarelo - A vida é o caminho; viver, o caminhar.

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Setembro amarelo, belo, bela flor que se pode ser; a vida lá fora, aflora, convida o viver; tecer novos caminhos, reflorescer. Fora da vida, não há salvação, sem ela, desilusão. Sobreviver é à vera, é primavera se saber viver; superar-se, vencer-se, a rotina reescrever.

Quadrilha floral

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Parafraseando Drummond: A Rosa gostava do Jacinto, que gostava da Hortência, que gostava do Narciso, que não gostava de ninguém. No que vai dar isso? Parafraseando Drummond: A Rosa gostava do Jacinto, que gostava da Hortência, que gostava do Narciso, que não gostava de ninguém. Desiludida, a Rosa teve um caso com a Camélia que caiu do galho (aquela da canção). Até que ela se encantou por um sorriso e lindamente desabrochou. O Jacinto, já sentindo a rejeição, após despetalar o malmequer, com uma qualquer e qualquer uma, se perdeu na curtição; até que conheceu a açucena e danou na gamação. A Hortência insistiu, persistiu, mas no jeito do sem jeito, desistiu; o Narciso só gostava de si mesmo! Mas como a história só acaba quando termina; a menina se apaixonou pelo Lírio, se casou e teve um filho. Até o Narciso, que definhou solitário; do outro lado da vida, encontrou um amor pra chamar de seu; fez par com a Camélia que morreu.