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Hoje é dia de quê?


A vida a olho nu

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Há quem queira ver a vida, como quem olha por um caleidoscópio e seus coloridos, outros desejam congelar o olhar naquela foto, naquele cromo semitransparente dentro do seu velho monóculo. Existem os que buscam a vista de microscópios, lupas, telescópios, binóculos... Ainda temos as almas míopes, hipermetropes e seus óculos, os óculos excessivamente escuros, os antiquados monitores monocromáticos... Mas o viver e entender verdadeiramente o estar aqui, é uma paisagem a olho nu.

Onde está a esperança

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No futuro que hoje construímos (ou ajudamos a desconstruir), encontraremos a esperança realizada. Ou não. No real cuidar da infância, na justa justiça, no educar a ignorância. No lucro sem usura, na política sem dolo, no estímulo à cultura. No respeito à diversidade, no voto consciente, na arte de qualidade. na lei feita para “pegar”, na fé que não cega,

O "Autor desconhecido"

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Célebre eufemismo, usurpador anonimato, ideológica falsidade. Onipresente ausência da verdade, deslealdade com o real autor: Ignorado, desrespeitado, esquecido, destratado... Autor desconhecido??? Alterego do desconhecimento, de quem não sabe ou não procurou saber! Citar o afamado desconhecido, Pode revelar culposa ou dolosa ignorância; dar crédito a uma incógnita, a um X fora de questão, anomalia, inequação. É GENI sem Chico, uma pedra sem Drummond, outra pedra sem Apon .

Cadê a folia que estava aqui? A realidade comeu!

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Finda em cinzas a ilusão, a realidade despe a fantasia. Dissipa-se a miragem, desperta a paisagem do dia-a-dia. Quarta, quaresma, desilusão. O cotidiano, pisoteia as máscaras no chão, varre confete, alegoria, serpentina...

A pressa se foi

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Pressa. Distorção do tempo, que nos joga na ciranda louca da vida. Apreçar, apressar que nos furta de nós, dos outros, do que tem real valor. O tempo passou depressa, a pressa, com ele se foi. Da agenda lotada, do calendário corrido, da ambição desmedida... Restaram os sorrisos não sorridos, os abraços não dados, as palavras engasgadas, as amizades não cuidadas... Ficaram as férias sempre adiadas, a carência de ócio, o inadiável negócio, o substituto para o “insubstituível”...

Seca, eterna seca

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Segue triste o velho Chico. Maltratado, esquecido... A transposição? Nem transpôs a eleição! Logo o mal eleito, esqueceu do povo o pleito. Só miragem pro sertão. A quem serve tal mutreta? Ao fim eleitoreiro? Ao enricar do empreiteiro? Desdenhosa embromação. ... No meretrício da política, ideológica prostituta, rende a poucos o prazer.

Essência e Coleção Graziela ganham uma nova edição

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O ano começa com uma regressão no tempo, uma viagem ao passado, resgatando dois livros da década de 90. Assim, publicamos a segunda edição de Essência e da Coleção Graziela. Ambas em dois formatos: Impresso e Ebook. Visite nossa página no Clube de autores . Compre aqui! Esse livro propõe uma incursão na alma humana, garimpando sentimentos e emoções, revelando-os em versos que retratam o homem moderno em sua incansável procura de si mesmo; seu contexto social, político e cultural em um mundo em transição. Depois de 14 anos, atendendo a pedidos, estamos republicando Essência. Nessa segunda edição, incluímos o subtítulo: O livro do poema: A pedra. O distraído nela tropeçou... Numa referência ao nosso poema integrante dessa publicação, que, absurdamente, tem aparecido na internet com o nome de autores famosos: Fernando Pessoa, Renato Russo, Chaplin... Ou plagiadores . No endereço: (http://aponarte.com.br/apedra), o amigo leitor encontra todos o...

Talita

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Talita era uma menina que tinha tudo o que queria; se saía um brinquedo novo Talita ganhava; computador, vídeo game, bicicleta tudo o que o dinheiro podia comprar era dela. Mas Talita vivia triste pois não tinha amigos e em casa seus pais não tinham tempo de brincar ou conversar com ela. Na escola, até que os coleguinhas tentavam fazer amizade mas Talita achava que ninguém sabia mais do que ela, que ninguém era mais bela ou mais esperta e rica do que ela porque ela se achava melhor do que todo mundo e todos tinham que fazer a sua vontade. Uma noite quando Talita triste olhava o céu uma estrela veio conversar com ela: - Talita porque você está tão triste? - É que eu não tenho ninguém para brincar comigo. - E os seus coleguinhas? - Aqueles chatos, burros, pobres e feios? Não tem nenhum que sirva para brincar comigo. - Que coisa feia Talita, todos nós fomos criados por Deus para vivermos juntos, um ajudando os outros, todos temos defeitos mais também temos virtudes e ninguém pod...

Coleção Graziela. Contos para crianças de 06 a mais de 60 anos

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Um bom livro para ler e ou presentear: Compre aqui! Aqui, pais e professores encontram uma forma prazerosa e divertida, de abordar temas como: Cidadania, comportamento, respeito ao outro e à natureza... Em sete contos, compondo um jogo de arte e educação, onde lúdica e naturalmente aos pequeninos são apresentados conceitos de: Ecologia, solidariedade, diversidade, coletividade, tempo, responsabilidade, motivação, interatividade, participação... Textos que parecem se renovar a cada dia, conservando impressionante atualidade e sintonia. Espero que gostem. Você pode fazer seu pedido no site da editora, clicando ao lado, na imagem da capa do livro (Se ainda não for cadastrado no Site e no Pagamento digital. Durante a compra, poderá fazê-lo. Se já tiver cadastro, bastará fazer o logim). Pagamento por boleto bancário ou cartão de crédito. Visite nossa página no Clube de autores .

Essência. O livro do poema: A pedra. O distraido nela tropeçou...

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Um bom livro para ler e ou presentear: Compre aqui! Esse livro propõe uma incursão na alma humana, garimpando sentimentos e emoções, revelando-os em versos que retratam o homem moderno em sua incansável procura de si mesmo; seu contexto social, político e cultural em um mundo em transição. Depois de 14 anos, atendendo a pedidos, estamos republicando Essência. Nessa segunda edição, incluímos o subtítulo: O livro do poema: A pedra. O distraído nela tropeçou... Numa referência ao nosso poema integrante dessa publicação, que, absurdamente, tem aparecido na internet com o nome de autores famosos: Fernando Pessoa, Renato Russo, Chaplin... Ou plagiadores. No endereço: (http://aponarte.com.br/apedra), o amigo leitor encontra todos os esclarecimentos, inclusive algumas das formas de como o plágio tem se apresentado. Você pode fazer seu pedido no site da editora, clicando ao lado, na imagem da capa do livro (Se ainda não for cadastrado no Site e no Pagamento digital. Durante a com...

Os sentimentos como as flores

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Que sentimentos, que flores retratam melhor o seu jardim interior? O que anda nascendo no horto do seu coração? Flores mortas, flores tortas, ferinas, mofinas, rancorosas, mal cheirosas, tacanhas, medrosas, medonhas, peçonhas, desdenhosas, vergonhosas, melindrosas, perigosas, feridas, descoloridas, desarvoradas, tisnadas,

Aqui você viaja no tempo. O passado em poucos cliques

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Quem disse que não podemos viajar no tempo? Veja como era seu Site ou Blog no ano passado, em 1996 ou no comecinho do século XXI. Que tal, "voltar no tempo"? Revisitar um site ou blog como ele era a meses ou anos atrás? O site Wayback Machine (Máquina de voltar atrás), é o responsável pela "mágica". Desde 1996, ele vem armazenando automaticamente diversas cópias de Sites e Blogs, assim, além de atender à curiosidade dos mais nostálgicos, a ferramenta revela-se bastante útil no resgate de informações perdidas: comentário, imagem, widget, script, código fonte...

O umbigo além da mitologia

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...tropeçam nos próprios desatinos e caem de cara na realidade: Existem outros umbigos! (Uns até mais bonitos, mais bem formados...) Descobrem que a “anatomia” universal... Deve ter havido numa dessas mitologias, um “Deus” cujo umbigo era o centro do universo. Uma espécie de “umbigocentrismo”. Tal “divindade mitológica”, pode ter sido um filho bastardo, perdido no tempo sob o império devorador de Cronos.

Sem ela, eu...

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...Sou pé que perdeu o chão, estrela sem amplidão, “Homem de lata” sem coração. Sou bbússola sem norte, azar da sorte, relógio que o tempo congelou... Saudade... Ausência que não se ausenta, farta vacância, próxima dorida distância. Sem ela: Sou noite sem luar, alvor sem luz solar, arco-íris que perdeu toda cor. Sou esperar sem esperança, brinquedo sem criança, areia sem castelo ou mar.

Uma boa leitura para todos os dias do ano. Leia e presenteie com a arte da vida (no formato impresso ou ebook)Um dedo de prosa e poesia. A arte da vida

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Um bom livro para ler e ou presentear: Compre aqui! Na leitura de : Um dedo de prosa e poesia. A arte da vida. Você encontrará um manifesto de um texto engavetado , "Jesus" socorrendo um cidadão preso no elevador e até uma " abdução "; será convidado a pegar o trem da vida , o trem do tempo ... Admirar a alvorada proseando na janela , navegar no grande mar da vida , entre flores e pedras , alegria e felicidade , se verá diante da informática do ser , na busca do verdadeiro amigo , sentirá um perfume de mãe , receberá um recado todo especial do ano novo e mais. Mas muito Mais. Você pode fazer seu pedido no site da editora, clicando ao lado, na imagem da capa do livro (Se ainda não for cadastrado no Site e no Pagamento digital. Durante a compra, poderá fazê-lo. Se já tiver cadastro, bastará fazer o logim). Pagamento por boleto bancário ou cartão de crédito. Visite nossa página no Clube de autores .

Verdadeiro ou falso? Joia ou imitação?

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...Nas relações interpessoais não é nenhuma novidade descobrirmos que “as aparências enganam”. Quantas vezes nos iludimos com o brilho de falsos sorrisos e lágrimas artificiais? Degustamos amargas palavras doces e rechaçamos a doçura de certas palavras amargas? ... O palestrante colocou sobre a mesa dois porta-joias. Simultaneamente, foi tirando peças semelhantes e as exibindo à plateia e formando um monte à sua esquerda e outro à direita. Com as caixas vazias e os dois montinhos (aparentemente idênticos) formados. Pediu para que as pessoas dissessem quais eram as joias verdadeiras, e quais eram apenas imitações. Na base da adivinhação, alguns acertaram, outros erraram... Para acabar com as dúvidas, um Gemólogo e um Ourives foram chamados. O primeiro analisou o grau de pureza das pedras, se eram sintéticas ou naturais, a cor, a lapidação... O Ourives observou a intensidade do brilho, o tom, o peso aparente e o real, a reação magnética e química, “maciez”...

Datas comemorativas de dezembro. Hoje é dia de que?

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Chega o final do ano, logo começa um novo calendário. A vida não sofre solução de continuidade. É hora de reprogramar o existir, otimizar o tempo e todos os recursos, para colher um verdadeiramente feliz ano novo. Para os últimos quatro meses do ano, a explicação para o nome deles é simples: Dezembro vem de December, era assim o décimo mês do calendário antigo.

Poeta inacabado, poesia em construção

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Perdoem-nos os puristas, os rigoristas, que rendem à métrica, obediente devoção. Somos adeptos do livre poetar. Nem da rima somos fieis profitentes ! Nossos versares irreverentes, Só a inspiração pode regrar. Versamos versos brancos, pretos, azuis... De toda cor. Desregrado versejar, verter d’alma arte escrita; sentida, dita...