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Hoje é dia de quê?


O tempo e o humano espírito

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Corre o tempo a desaguar no infinito: Gotículas os segundos, gotas os minutos, em pingos vão-se os dias. Fogem as semanas, correm os meses. Seguem os anos sem detença: Não tardam velhos nem novos, esvaem-se os calendários e suas estações, eclipsam os relógios.

O gueto da “cultura” e a cultura do gueto

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No gueto todos são pretos, pretos de todas as cores. No gueto, Espinhos há mais que flores. Convivem, Sobrevivem: Sorrisos e dores, bem e mal, bom e ruim, belezas e horrores; o digno e o vil, sacro e mundano, o trabalhador e o malandro, o lar e o covil. Onde o que falta farta! Perversa, Reversa fartura. Falta quase tudo, farta quase nada;

Cinzas de carnaval

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Seja samba, axé, frevo... Artificial enlevo, cênica alegria... Bota o bloco na rua e a realidade nua, vai-se fingindo esquecer. Fútil reino de ilusões, mambembe corte de bufões, espetáculo do parecer.

Religião, religiosos e a realidade

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Dizia Karl Marx: “A religião é o ópio do povo”. Numa paráfrase irreverente, diz o Dr. Gregory House, personagem do ator Hugh Laurie na série House: “Religião não é o ópio da massa, é o placebo dela.”. Mas o problema não está na religião em si, A problemática é uma horda de supostos religiosos que confundem fé com fanatismo e não conseguem distinguir religião de alienação. Daí: Os alucinados terroristas que distorcendo o islã, atentam contra princípios fundamentais que caracterizam a condição humana de ser racional; os “zumbis” caricatos, com suas performances histriônicas, autômatas, logorreicas... Depondo contra a seriedade do ensino judaico-cristão; uns outros tantos que folclorizam, envilecem, prostituem, desvirtuam a religiosidade. Uma outra “pérola” do Dr. Hous nos faz pensar: “As pessoas escolhem os caminhos que as dão as maiores recompensas com o menor esforço.”. Muitos andam deliberadamente e convenientemente esquecidos de uma importante recomendação de Jesus: “Faze a tua p...

Ele, sempre Ele

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Quando me senti fraco e vacilante diante das dificuldades, ele me mostrou como rio contornava e saltava os obstáculos, e como, quando faltava um caminho, as águas abriam caminhos novos. Ele me mostrou que eu podia mais que o rio.

A pena sem pena

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“Tribunais” das ruas. Morte sem pena; apena a “meritíssima” impunidade. Na promotoria, a barbárie! No júri? A omissão. Advogam, a inconsequência e o descaso. Ninguém está imune! A violência impune; mata qualquer um, abate como um qualquer. Delay permissivo da lei

As duas faces da mesma porta

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Uma é chegada, a outra, partida. Duas faces distintas, a mesma porta. Guardam o pretenso começo e o suposto fim, a nossa incompreensão da realidade da vida; a apercepção que o tempo experimentado, é apenas passagem, rito de aprendizado... Nascer e morrer, reencarnar e desencarnar; usual check-in de nossas tantas viagens, nossas idas e vindas entre o finito e o infinito, material e espiritual. Tudo passa. Inclusive nós mesmos! Passageiros de um instante que apelidamos de presente.

Por Deus. Pela liberdade... Eu sou Charlie!

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A arte precisa ser livre, livre a imprensa, livre expressão. Não aos fanáticos ruminando terror. Não aos intolerantes que vomitam horror. Não a essa demência! Prima da loucura, filha da ignorância... Gente que mata e morre sem razão; abantesmas tacanhos, anencéfalos zumbis; intentam o céu, chafurdam no fel; ensombram, assombram, abusam do nome de Deus em vão.

Inconsequência. A tinta e o pinto

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A tinta pintou o pinto, o pinto a tinta pintou. O pinto, amarelo sem tinta; Com tinta, desamarelou. Triste a tinta que pintou o pinto,

Inadiável

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Seu Nome: Trabalho. Apelido: Sem tempo. Adiava tudo: Adiou o casamento com a mulher amada, adiou o filho que pretendia ter, seu curso superior, a profissão na qual se realizaria, aquela viagem sonhada, a reconciliação com um parente afastado por um mal entendido, a visita ao amigo distante, o encontro com a turma do ensino médio...

Família

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Família é o encontro dos desencontros, equação de tantas inequações. Abraço, amplexo, enlace de corações. Bem mais que um sobrenome; um ode ao futuro, tributo ao passado, presente ancestral. Oficina dos sentires, laboratório dos pensares, artífice de gente. Mosaico policrômico, múltiplo, diverso...

Até logo!

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A vida é feita de idas e vindas, muitas chegadas e umas tantas partidas. Nem sempre, nos cabe escolher aonde e com quem estar. Muitas vezes, nossos sonhos e nossa realidade traçam rotas diversas, reversas do nosso querer. Mas somos nosso sonhar e realizar. E quem nos quer bem. Sabe que bem querer não tem distância nem fronteira, não faz-se algema, nem gaiola para deter a amplidão.

Comprovado! “Deus é brasileiro”! (Com mp3)

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Lá vinha “Deus”, dirigindo seu “divinomóvel” sem placa. Parado numa blitz atéia,; não apresentou a habilitação nem a documentação do veículo. Como teria o carro apreendido. Do alto de sua onipotência, sapecou-lhe a carteirada:

Ancestralidade

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Somos filhos dos nossos pais, Dos pais deles, Dos pais de nossos avós... Somos o hoje; filho do ontem, pai do amanhã; neto do anteontem, bisneto, tataraneto de dias idos... do criacionismo ao evolucionismo, das raças adâmicas ao genoma, das cavernas às mega torres, da pintura rupestre às telas de altíssima resolução, da roda à nave espacial, da tração animal ao trem bala, do fogo ao plasma, da tocha ao LED, da válvula ao nano chip,

Hoje é dia da consciência Humana

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São tantas as datas que tentam nos lembrar, daquilo que precisamos e deveríamos não esquecer. Algo supostamente elementar. Acima de tudo e qualquer coisa: Somos seres humanos! Gente! Pessoas! Antes de sermos homens ou mulheres, independente de nacionalidade, regionalismos, idioma, etnia, religião, classe social, nível cultural, idade, opção sexual, ideologia... Somos todos, seres humanos! Israelenses e palestinos, cristãos e muçulmanos, católicos e protestantes, ricos e pobres, heterossexuais e homossexuais doutores e analfabetos... Cabe-nos aprender: Todo dia, é dia da consciência humana.

Eu quero, eu posso, eu sou capaz

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Escola não é um prédio, não é onde se sabe tudo, nem o lugar das coisas prontas. É encontro de gente buscando saber, ensinar aprendendo, aprender ensinando; fazer, refazer num constante aprontar. É feito salada de frutas, tem um gosto plural que respeita o sabor singular de cada fruto. Escola é começo. Jamais fim! É sempre um meio, uma ponte para mais além. Para quem quer e se capacita para poder. É gente somando com a gente para fazer acontecer. Gente que não desiste nem desanima; acredita no que quer e pode, se faz vencedor. Mas que apontar caminhos, escola acorda a vontade de caminhar; descobrir, criar, inventar caminhos novos!

O Brasil é de todos os brasileiros!

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Considero perigosa qualquer forma de fanatismo (sobretudo o político) e acredito no voto como um ato eminentemente racional. Assim, não posso conscientemente, votar no que aí está. Não acredito em contos da Carochinha, Saci Pererê, boi tatá e a vida real, já me ensinou a mais de 10 anos, a não confiar em “Sapo barbudo” nem em insubstituíveis “Salvadores da pátria”. A alternância de poder é salutar em regimes verdadeiramente democráticos, descontinuando práticas que visam unicamente a perpetuação do domínio político, em detrimento dos interesses legítimos da nação.

Mentira. A grande "verdade"

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Se vivo, Goebels, chefe da propaganda nazista, sentiria grande orgulho por ter conseguido tantos "Discípulos" na política e na gestão pública em todo o mundo. Mas no Brasil com especial relevância: "Uma mentira repetida muitas vezes passa a ser verdade". Aqui na "Pinoquilândia" tupiniquim, o sujeito mente com a mesma naturalidade com que respira. É graduado em dissimulação, pós-graduado em inverdades, Mestre em lorotas, Doutor em mitomania e termina pós-doutorado em "conversa mole para boi dormir". Se metade do que político fala fosse verdade, já estaríamos exportando petróleo para o Oriente Médio, o Cidadão ficaria curado de qualquer doença só em entrar em um hospital do SUS, viraria doutor só em olhar para fachada de Escola Pública, comeria caviar, todos teriam casa de novela Global, assalariado andaria de Ferrari, aposentado do INSS viveria em cruzeiros pela Europa, teríamos trem bala para New York.