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Hoje é dia de quê?


Cadê o rio que estava aqui?...

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Lama humana, desumana destruição, devastadora inconsequência. A autoridade descuida, não cuida senão de si. Financia-se direita e esquerda, ganhe quem ganhe, faz-se menor a perda. A quem importa a ribeira? A foz? A cabeceira? Rio Doce a morrer. Mar barrento, Céu cinzento; só Deus para socorrer.

Questão de exemplo

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Exemplo, até pode ser: Dito, escrito, ensinado... Mas, exemplo de verdade; Não é intencional nem premeditado, simplesmente acontece! Despercebido, inesperado...

Mediocridade! Eis a maior dor, maior tragédia

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A lama que escorre aqui ou o sangue derramado lá? Mariana ou Paris? Qual a maior dor? A maior tragédia? A nacional? A estrangeira?

Terror. Vontade de homens, negação de Deus e da condição humana

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Sexta-feira 13, novembro de 2015. Aziaga sina, chacina sem por que. Maníaca peçonha, Medonha obliteração; sanha descerebrada, desumanizada, desalmada aberração.

As portas, as janelas e a vida

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Portas entrefechadas, vidas entreabertas, janelas a espreitar. Quem sabe pouco de si; dos outros, sabe demais.

Sobreviver. Pena de vida

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Nossas escolhas, são nossas sentenças; arbítrio incerto de nossas certezas. Destino mal rascunhado, indefensável libelo. Apenados;

"Quadrilha" - Antonio Pereira Apon

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Nesses tempos, onde o amor anda em desuso, as paixões andam tão voláteis como as de um "reality show" E o namoro virou coisa do passado. Certamente, a "quadrilha" de Carlos Drumond de Andrade seria algo mais ou menos assim: Marcos ficou com Priscila, Que ficou com Paulo, Que ficou com Tarsila, Que ficou com Thiago, Que ficou com Saulo, Que ficou com Tereza, Que ficou com Amélia, Que ficou com Geraldo, Que ficou com Sabrina, Que ficou com Ricardo. Ricardo era um cara pintoso, um típico pegador! Pegou meio mundo... Mas morreu só em um quarto imundo Quando a AIDS o levou. Os outros???

Poema para o poeta num dos dias da poesia

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Poesia é janela para o sonhar, porta para o infinito, passagem para algum lugar. O poeta, mago do sentimento; faz com palavras, alquimia, com versos; encantamento. Versa gente e versa rio, versa a morte e versa a vida, atiradeira e passarinho. Vice-e-versa, reversa o que der. Poeta; faz até de pedra, poesia no meio do caminho.

Consciência negra. Humanidade de toda cor

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Negro é gente, é a gente, agente transformador; transforma a dor! Reparação, Repara a ação! A minha! A sua! A nossa ação!!!

Minimizar. O grande engano das “pequenas” coisas

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Um pontinho escuro na pele ou um minúsculo nódulo na mama, se descuidado, pode tornar-se um gigantesco incurável e mortífero câncer; negligenciado, um pequeno resfriado, pode evoluir para uma grande pneumonia. E aquele pontinho de ferrugem? Aquele buraquinho de cupim? ... Grandes coisas podem advir de coisitas tão pequeninas... Acertadamente, um conhecido ditado popular diz: “É de pequeno que se faz o grande”. E um outro provérbio, elucida lembrando: “É de pequeno que se torce o pepino”; diz-se que para que consigam a melhor forma. Os cultivadores, precisam Retirar uns “olhinhos” para que os frutos se desenvolvam. Sem essa pequena poda, os pepinos criam uma rama sem valor, ficando com um gosto ruim e disformes.

Porquês

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São tantos os porquês da vida... Porquê da dor? Porquê da lida? São tantas idas e vindas... Chegadas... Partidas... Se no hoje, não vemos resposta, certamente, o ontem guarda a razão. O amanhã, desvendará a incógnita, não há por quê? sem solução. Seguir em frente é o caminho, nosso por que de aqui estar.

Você bebe o que?

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Mais que as mágoas, a bebida afoga a vida. Perguntas como a que intitula esse artigo, são muito comuns nas telenovelas, propagandas e outras produções. Como "a vida imita a arte" e a arte copia a vida. O álcool faz-se onipresente. Se o time ganha ou perde, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, no nascer ou no morrer, por ter brigado e por ter reconciliado, para festejar ou para lamentar, na chegada e na despedida... Tudo é motivo para bebemorar, "comer água"...

Salve Professor! Salve-se a educação!

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Semear saberes, colorindo a vida com essa bela flor; o saber liberta, dá sentido à lida do Educador. Professor faz parte dessa luta inglória, derrubar barreiras, desbravar fronteiras pela educação. É partir pro front! É cumprir sua sina, contra quem o ensino afronte. Profissional do ensino, remando contra a maré;

Gente. Usos e abusos fazendo a diferença

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Modernidade. Moderna idade, que nos assalta em convulsa pressa. Novos artefatos, Novíssimas máquinas. Velha humanidade, antigos usos, ancestrais abusos. Para a vida ou morte a opção atômica; câmeras que tudo veem, homens que nada enxergam, telas de alta resolução, gente de baixa educação, mundo conectado, corações desconexos. A mercê do azar ou da sorte, saúde de morrer: Tratamento de vanguarda, acessibilidade pra se ver, remédio de ponta, pra dispor...

Outono-inverno de nossa geração

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Quando as ausências vão ficando mais presentes nas fotografias, quando essas ausências nos acompanham com maior frequência, acordando saudades dos nossos mais caros momentos. É sinal que o tempo passou e segue a passar . Passou a primavera infantil, o juvenil verão e o outono da maturidade já vai enevando os cabelos, prenunciando o inverno... Nossa inconformada incompreensão dos ciclos dessa vida, é que nos faz melancólicos e tristes diante da não presença física. Mas, nascer, viver, morrer e renascer, formam o ciclo natural do existir. Na escola aprendemos que: “Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. Pois é, Antoine Lavoisier estava mais que certo. Independente da crença religiosa, a morte é uma transformação, transição do espírito para além desse instante. Tudo passa. E nós, passageiros que somos, precisamos seguir nosso infinito, onde todos nos reuniremos algum dia. O tempo não para, a vida não pode parar. Outra e outras gerações, vão chegando, fazendo “a f...

Eles passam. O Brasil fica

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Tudo passa, Todos passam! Passam “mocinhos” e bandidos, passam “salvadores da pátria” e seus partidos; a polarização, as crises, passa a devoção. Passa o mal dito e o mal feito, passa o mal eleito!

Hora de acordar. Bom dia!

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O sol pinta a paisagem do alvor, pássaros cantam loas, nuvens moldam formas qual surreal escultor. Cheiro de pão quente, brisa matutina com aroma de café; na rua, murmurinho de gente. Nas redes sociais os cliques não param, smartphones já querendo assobiar,

Desilusão

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Só se desilude quem se ilude. A desilusão é o mais severo efeito colateral da ilusão. Cultuar quimeras e acalentar fantasias, é degenerar os sonhos e sonegar realidade à vida. Quantas pessoas erguem belíssimos castelos de areia e tentam morar neles? Vivem perseguindo miragens, qual Quixote e seus “gigantes”. Apercebidas do possível, sobrevivem elencando as tantas impossibilidades; malbaratam o que possuem, ruminando o inalcançável; desprezam o real, entorpecidas por falsos ideais e desejos autistas.