Você bebe o que?

Mais que as mágoas, a bebida afoga a vida.

Perguntas como a que intitula esse artigo, são muito comuns nas telenovelas, propagandas e outras produções. Como "a vida imita a arte" e a arte copia a vida. O álcool faz-se onipresente. Se o time ganha ou perde, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, no nascer ou no morrer, por ter brigado e por ter reconciliado, para festejar ou para lamentar, na chegada e na despedida... Tudo é motivo para bebemorar, "comer água"...
Cada vez mais as pessoas estão "movidas a álcool". Como aconteceu por muito tempo com o cigarro, a mídia vende uma falsa imagem dessa lícita droga, de tão ilícitas consequências. Bem estar, felicidade real, autoestima, segurança, realização, beleza... Não combinam com o consumo de bebidas alcoólicas. Com elas, combinam as brigas e crimes por motivo fútil, as agressões injustificáveis, razões para arrependimentos, os acidentes automobilísticos, os dramas familiares, as intercorrências hospitalares...
Proibir esse hábito tão socialmente difundido e culturalmente aceito, é praticamente impossível. Mas podemos e devemos combater (como feito com o fumo) o estímulo e em alguns casos, a apologia ao consumo dessa lícita, mas não menos deletéria droga. O controle desse tipo de publicidade não é "paternalismo", é questão de saúde e economia pública.
Leia também: Você não precisa de cerveja para ser feliz.
Postado aqui em 31 de março de 2010.
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