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Hoje é dia de quê?


O sonho e o tempo

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Quando não ousamos realizar, sonhar a realidade, idealizar... As possibilidades morrem sem nascer. Esvaem-se como o tempo perdido, a ciranda insana dos ponteiros do relógio, que caminham para lugar algum. Vagam por entre as horas,

Brasil folião. Feliz ano novo!

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Finda em cinzas a folia; acordar da realidade, recesso do ócio, ocaso da foliã fantasia. Findo o carnavalesco delay; tardio, o tempo desperta para o ano que já foi novo, e o país do faz de conta, finge deixar os braços de Morfeu.

A noite e os “invisíveis”

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Fim de tarde... Adormecer da lida, adormecida a vida, Bate o ponto, quem tem ponto pra bater, Vai pra algum lugar quem tem um ir nalgum lugar. Quem não tem? Vai ficando por aí; no caminho desses descaminhos, nas sombras que vestem a paisagem, na realidade que despe a cidade.

Concepção

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Conspirações da vida, consumições da lida; tempo que passou, voltas que o mundo deu... Mas amizade não morre. E não morreu! Adormeceu, num recanto nobre do nosso pobre coração. Somos todos uns, partes de todos, todos partes de um nós. Idos, vindos, reavidos numa tela de Whatsapp. Reencontro: Amizade, qual andorinha, descobre que sozinha, não dá pra fazer verão. Saga de arribação, Migratórias jornadas, pássaros despertos tornando ao ninho. Equação das lembranças, inequação da distância, aritmética do bem querer. Mosaico de gente, versos reversos da gente, poética concepção.

O dia que o Whatsapp parou

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17 de dezembro de 2015, a justiça determinou o bloqueio do Whatsapp por 48 horas em todo o Brasil. Porém, como o aplicativo já está mais que abrasileirado, não cumpriu nem metade da condenação, rolou uma “progressão de pena” ou algum anjo protetor das causas internéticas, escutou as preces, blasfêmias e outros impropérios de quem já sofria por 12 horas de abstinência. Foi alucinação geral, delirium tremens, hipoglicemia, depressão e muito mais. Só Freud!

Cadê o rio que estava aqui?...

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Lama humana, desumana destruição, devastadora inconsequência. A autoridade descuida, não cuida senão de si. Financia-se direita e esquerda, ganhe quem ganhe, faz-se menor a perda. A quem importa a ribeira? A foz? A cabeceira? Rio Doce a morrer. Mar barrento, Céu cinzento; só Deus para socorrer.

Questão de exemplo

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Exemplo, até pode ser: Dito, escrito, ensinado... Mas, exemplo de verdade; Não é intencional nem premeditado, simplesmente acontece! Despercebido, inesperado...

Mediocridade! Eis a maior dor, maior tragédia

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A lama que escorre aqui ou o sangue derramado lá? Mariana ou Paris? Qual a maior dor? A maior tragédia? A nacional? A estrangeira?

Terror. Vontade de homens, negação de Deus e da condição humana

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Sexta-feira 13, novembro de 2015. Aziaga sina, chacina sem por que. Maníaca peçonha, Medonha obliteração; sanha descerebrada, desumanizada, desalmada aberração.

As portas, as janelas e a vida

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Portas entrefechadas, vidas entreabertas, janelas a espreitar. Quem sabe pouco de si; dos outros, sabe demais.

Sobreviver. Pena de vida

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Nossas escolhas, são nossas sentenças; arbítrio incerto de nossas certezas. Destino mal rascunhado, indefensável libelo. Apenados;

"Quadrilha" - Antonio Pereira Apon

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Nesses tempos, onde o amor anda em desuso, as paixões andam tão voláteis como as de um "reality show" E o namoro virou coisa do passado. Certamente, a "quadrilha" de Carlos Drumond de Andrade seria algo mais ou menos assim: Marcos ficou com Priscila, Que ficou com Paulo, Que ficou com Tarsila, Que ficou com Thiago, Que ficou com Saulo, Que ficou com Tereza, Que ficou com Amélia, Que ficou com Geraldo, Que ficou com Sabrina, Que ficou com Ricardo. Ricardo era um cara pintoso, um típico pegador! Pegou meio mundo... Mas morreu só em um quarto imundo Quando a AIDS o levou. Os outros???

Poema para o poeta num dos dias da poesia

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Poesia é janela para o sonhar, porta para o infinito, passagem para algum lugar. O poeta, mago do sentimento; faz com palavras, alquimia, com versos; encantamento. Versa gente e versa rio, versa a morte e versa a vida, atiradeira e passarinho. Vice-e-versa, reversa o que der. Poeta; faz até de pedra, poesia no meio do caminho.

Consciência negra. Humanidade de toda cor

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Negro é gente, é a gente, agente transformador; transforma a dor! Reparação, Repara a ação! A minha! A sua! A nossa ação!!!

Minimizar. O grande engano das “pequenas” coisas

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Um pontinho escuro na pele ou um minúsculo nódulo na mama, se descuidado, pode tornar-se um gigantesco incurável e mortífero câncer; negligenciado, um pequeno resfriado, pode evoluir para uma grande pneumonia. E aquele pontinho de ferrugem? Aquele buraquinho de cupim? ... Grandes coisas podem advir de coisitas tão pequeninas... Acertadamente, um conhecido ditado popular diz: “É de pequeno que se faz o grande”. E um outro provérbio, elucida lembrando: “É de pequeno que se torce o pepino”; diz-se que para que consigam a melhor forma. Os cultivadores, precisam Retirar uns “olhinhos” para que os frutos se desenvolvam. Sem essa pequena poda, os pepinos criam uma rama sem valor, ficando com um gosto ruim e disformes.

Porquês

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São tantos os porquês da vida... Porquê da dor? Porquê da lida? São tantas idas e vindas... Chegadas... Partidas... Se no hoje, não vemos resposta, certamente, o ontem guarda a razão. O amanhã, desvendará a incógnita, não há por quê? sem solução. Seguir em frente é o caminho, nosso por que de aqui estar.

Você bebe o que?

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Mais que as mágoas, a bebida afoga a vida. Perguntas como a que intitula esse artigo, são muito comuns nas telenovelas, propagandas e outras produções. Como "a vida imita a arte" e a arte copia a vida. O álcool faz-se onipresente. Se o time ganha ou perde, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, no nascer ou no morrer, por ter brigado e por ter reconciliado, para festejar ou para lamentar, na chegada e na despedida... Tudo é motivo para bebemorar, "comer água"...

Salve Professor! Salve-se a educação!

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Semear saberes, colorindo a vida com essa bela flor; o saber liberta, dá sentido à lida do Educador. Professor faz parte dessa luta inglória, derrubar barreiras, desbravar fronteiras pela educação. É partir pro front! É cumprir sua sina, contra quem o ensino afronte. Profissional do ensino, remando contra a maré;