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Hoje é dia de quê?


Lero-lero na luta política pelo impeachment

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Não, não se preocupe. Esse não é um texto político partidário, não defende essa ou aquela tese, ideologia, tendência... Trato aqui do que é escrito e lido, que pode dizer, significar muita coisa ou absolutamente nada. Um escrito cheio de pompa e prolixidade, pode camuflar um pensamento raso, uma argumentação superficial ou categoricamente coisa alguma. Vejamos: A luta política entre petralhas e coxinhas pelo impeachment Essa busca de invariantes supõe um pressuposto existencial, assim como a teoria de Fliess afeta positivamente a correta previsão da substância aristotélica fundida com o solipsismo cartesiano em função de uma perspectiva dialético-social. Por outro lado, a complexidade dos estudos efetuados cumpre um papel essencial na formulação das retroações, proliferações, conexões e fractalizações do território desterritorializado. Em um dos seus momentos mais iluminados Heidegger afirmou que a estrutura atual da ideação semântica possibilita o ato de intenção consciente das d...

Vida. Poema/crônica da janela gradeada

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Caros, apertados apartamentos, figurados ataúdes, onde se subvive, sobrevivendo até a morte chegar. A janela sonega a paisagem... Verde? Nem por miragem! Comtempla-se a concreta inconcretude, passeios de cimento rude para o destino transitar. Carros driblam a buraqueira, lixo, esgoto e mais sujeira, narinas a afrontar. Cachorros mortos de sede com a fome a lhes morder. Bêbados trôpegos, tropeçando em suas desditas, só a sarjeta a lhes acolher. Feito lata de sardinha, arrastado ônibus ruminando o dia, leva o trabalhador penitente, sociedade agônica. das grades de sua liberdade: O assalto, o sobressalto, o medo em cada um ser assaltante. Paranoia, pinoia de todo dia. Sobram leis, falta justiça, injustiça a proliferar.

Sofisma

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Uma “verdade” diversa da verdade, versão própria da realidade, leniente inverdade, “desverdade”, impropriedade real. Mentir até convencer! Artimanha da oratória, golpe das palavras, condução subliminar; enganação coercitiva,

Sorria

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Viver não é fácil, mas é preciso viver! Por vezes a vida é dura como pedra, mas é da dura pedra que tira o artista a obra bela ; se não é um mar de rosas, certamente não é um oceano de espinhos. A vida tem suas dores. também seus sorrisos; viver é transcender às dores, deixar que o tempo seque as lágrimas calando as feridas; é ser capaz de sonhar mesmo em meio ao pesadelo, sorri como o sol que sorri toda manhã esquecendo a noite que se foi; a felicidade não depende de nada exterior, é semente divina no jardim da alma basta deixar florescer, para que a tristeza como a noite se vá. Postado aqui em 11 DE SETEMBRO DE 2010.

A moda é démodé

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Moda de verdade, é o que nos faz sentir bem. O Resto é artifício para vender. A invencionice das "tendências", a indução subliminar das novelas, a volatilidade novidadeira... O que hoje é chique, amanhã já é brega, o que agora é top, daqui a pouco está em baixa. É a obsolescência programada dos estilos, penteados, acessórios, roupas, calçados, costumes... A moda é volúvel, descartável e futilmente fugaz.

Ode a uma pobre gente

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Descaso a céu aberto, desdém correndo infecto cotidiano esgotar da vida. Quem tem por teto o firmamento, tem no desabrigo a sina e na rotina um só lamento. Panelas cheias de vazio e o destino vadio, “surfando” na enchente. Violência e vício ali espreitam, Viela estreita do existir. Tribunais do tráfico, rotina do trágico, teimoso persistir.

O sonho e o tempo

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Quando não ousamos realizar, sonhar a realidade, idealizar... As possibilidades morrem sem nascer. Esvaem-se como o tempo perdido, a ciranda insana dos ponteiros do relógio, que caminham para lugar algum. Vagam por entre as horas,

Brasil folião. Feliz ano novo!

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Finda em cinzas a folia; acordar da realidade, recesso do ócio, ocaso da foliã fantasia. Findo o carnavalesco delay; tardio, o tempo desperta para o ano que já foi novo, e o país do faz de conta, finge deixar os braços de Morfeu.

A noite e os “invisíveis”

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Fim de tarde... Adormecer da lida, adormecida a vida, Bate o ponto, quem tem ponto pra bater, Vai pra algum lugar quem tem um ir nalgum lugar. Quem não tem? Vai ficando por aí; no caminho desses descaminhos, nas sombras que vestem a paisagem, na realidade que despe a cidade.

Concepção

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Conspirações da vida, consumições da lida; tempo que passou, voltas que o mundo deu... Mas amizade não morre. E não morreu! Adormeceu, num recanto nobre do nosso pobre coração. Somos todos uns, partes de todos, todos partes de um nós. Idos, vindos, reavidos numa tela de Whatsapp. Reencontro: Amizade, qual andorinha, descobre que sozinha, não dá pra fazer verão. Saga de arribação, Migratórias jornadas, pássaros despertos tornando ao ninho. Equação das lembranças, inequação da distância, aritmética do bem querer. Mosaico de gente, versos reversos da gente, poética concepção.

O dia que o Whatsapp parou

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17 de dezembro de 2015, a justiça determinou o bloqueio do Whatsapp por 48 horas em todo o Brasil. Porém, como o aplicativo já está mais que abrasileirado, não cumpriu nem metade da condenação, rolou uma “progressão de pena” ou algum anjo protetor das causas internéticas, escutou as preces, blasfêmias e outros impropérios de quem já sofria por 12 horas de abstinência. Foi alucinação geral, delirium tremens, hipoglicemia, depressão e muito mais. Só Freud!

Cadê o rio que estava aqui?...

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Lama humana, desumana destruição, devastadora inconsequência. A autoridade descuida, não cuida senão de si. Financia-se direita e esquerda, ganhe quem ganhe, faz-se menor a perda. A quem importa a ribeira? A foz? A cabeceira? Rio Doce a morrer. Mar barrento, Céu cinzento; só Deus para socorrer.

Questão de exemplo

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Exemplo, até pode ser: Dito, escrito, ensinado... Mas, exemplo de verdade; Não é intencional nem premeditado, simplesmente acontece! Despercebido, inesperado...

Mediocridade! Eis a maior dor, maior tragédia

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A lama que escorre aqui ou o sangue derramado lá? Mariana ou Paris? Qual a maior dor? A maior tragédia? A nacional? A estrangeira?

Terror. Vontade de homens, negação de Deus e da condição humana

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Sexta-feira 13, novembro de 2015. Aziaga sina, chacina sem por que. Maníaca peçonha, Medonha obliteração; sanha descerebrada, desumanizada, desalmada aberração.

As portas, as janelas e a vida

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Portas entrefechadas, vidas entreabertas, janelas a espreitar. Quem sabe pouco de si; dos outros, sabe demais.

Sobreviver. Pena de vida

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Nossas escolhas, são nossas sentenças; arbítrio incerto de nossas certezas. Destino mal rascunhado, indefensável libelo. Apenados;

"Quadrilha" - Antonio Pereira Apon

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Nesses tempos, onde o amor anda em desuso, as paixões andam tão voláteis como as de um "reality show" E o namoro virou coisa do passado. Certamente, a "quadrilha" de Carlos Drumond de Andrade seria algo mais ou menos assim: Marcos ficou com Priscila, Que ficou com Paulo, Que ficou com Tarsila, Que ficou com Thiago, Que ficou com Saulo, Que ficou com Tereza, Que ficou com Amélia, Que ficou com Geraldo, Que ficou com Sabrina, Que ficou com Ricardo. Ricardo era um cara pintoso, um típico pegador! Pegou meio mundo... Mas morreu só em um quarto imundo Quando a AIDS o levou. Os outros???