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Hoje é dia de quê?


“Terrorismo gastronômico”. “Bombas” de gengibre

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A Bahia, terra de todos os santos, orixás, guias e afins. Vez por outra, se notabiliza por fatos folclóricos, pitorescos, paranormais, surreais... E como dizia o governador Otávio mangabeira: “Pense num absurdo, na Bahia tem precedente”, ou ainda o poeta Gregório de Matos: “A Bahia é a Bahia”! Pois bem. Passado o susto e não havendo mortos ou feridos graves, Tem horas que a vida real, parece disputar com a ficção a arte de fazer rir nesse “país da piada pronta”. Um cidadão reprovado trocentas vezes no exame da Ordem dos Advogados do Brasil, inconformado e julgando-se injustiçado, perseguido, discriminado ou algo que o valha, resolveu se passar por “terrorista” (ou pelo menos, uma versão bem tupiniquim de um desses dementados). O sujeito exibiu um suposto colete com feixes de explosivos e mandou o povo correr para não morrer. Iria explodir-se com o prédio onde deveriam ser realizadas as provas da OAB naquele domingão soteropolitano. Foi bacharel pra tudo que é lado! Um sururu dos di...

Amor ou posse?

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Amor cativa. Posse, encarcera. Amor cuida. Posse, ciúma. Amor é laço. Posse, nó. Amor é nós. Posse, eu. Amor é melodia. Posse, dissonância. Amor, plenitude do ser. Posse, mesquinhez do ter. Amor alforria. Posse, escraviza. Amor propõe. Posse, impõe. Amor constrói. Posse, devasta. O amor é altruísta. Posse, egocêntrica e egoísta. Amor alegra. Posse, desgraça. Amor é alvorada. Posse, crepúsculo. O amor é virtude. Posse, vício. Amor eleva. Posse, rebaixa. Amor perfuma. Posse, espinha. Amor é diálogo. Posse, monólogo. Amor partilha. Posse, furta. O amor é como a fé. Posse, tal qual o fanatismo. Amor encanta. Posse, entorpece. O amor enleva. Posse, deprime. Amor pacifica. Posse, guerreia. Amor é poesia e prosa. Posse, infame prosopopeia. Amor é sóbrio. Posse, demente. Amor cura. Posse, fere. Amor acaricia. Posse, agride. Amor abraça. Posse, esgana. Amor é remédio. Posse, doença. Amor é o começo. Posse, o fim. Amor vivifica. Posse, mortifica... Precisa desenha...

Quem te ama...

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Quando o dinheiro falta, a necessidade farta, o sucesso finda, a fama passa... Quando a vicissitude bate à porta, o sobrenome já não abre portas e o nome as faz fechar... Quando os títulos não mais contam, o cargo perdeu a importância, o ter, a relevância...

Ladainha - II

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Como dantes, rindo para não chorar, seguimos rogando piedade a Deus pelo Brasil e os brasileiros, ante tantos absurdos. Senhor, Piedade! Valha-nos Deus! Pelo privilegiado foro, por quem foge do Moro; pela imunidade parlamentar, pela impunidade pra lamentar. Senhor, tende piedade de nós! Pelo preço do feijão, pela volta da inflação; pela bazófia da jararaca, pela autoridade que matraca. Senhor, tende piedade de nós! Pela corrupção endêmica, pela reforma polêmica; pela assistência parca, pela propina farta. Senhor, tende piedade de nós! Pelo tríplex sem dono, pelo sítio sem ônus; pela escorcha tributária, pela política arbitrária. Senhor, tende piedade de nós! Pelo limite na banda larga, pela carestia amarga; pelas desreguladas “agências reguladoras”, pelas populações sofredoras. Senhor, tende piedade de nós! Pelo fiasco da copa, pelo eleitor que os “negados” topa;

O que ficou do que foi

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Faltam palavras, para dizer dos dias idos, nossos anos coloridos, onde a juventude fez sonhar. Hoje, pela porta entreaberta, a lembrança vai e flerta, com o que se foi, para em nós poder ficar.

Ladainha

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... Senhor, tende piedade de nós! Tende piedade Senhor! Senhor, piedade! Pela FIFA e suas exigências, Por tanta subserviência. Pelas obras da Copa, Pelo povo que tudo topa. Senhor, tende piedade de nós! Por tanto Ministro que cai, Pela vaca que pro brejo vai. Pela ponte Salvador/Itaparica, Por tanto factoide na política. Senhor, tende piedade de nós! Pela tucana "Privataria", pela petista patifaria. Pela programação televisiva, pela publicidade abusiva. Senhor, tende piedade de nós!

Característica

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Do diamante, a dureza, do vinho, o sabor; do azeite, a pureza, do fogo, o calor. Do populismo a farsa, da insegurança, terror; do clientelismo, desgraça, do fisiologismo, horror. Da poesia, o lírico, do malandro, manha; do sonho, o onírico, do ódio, sanha.

Seguir em frente

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Se acontecer ou não. Se der... Se vier... Seja como for: Nos planos ou fora deles; esperado ou inesperado, surpreendente ou trivial, bem escrito ou rascunhado. O caminho é para frente! Não se anda para trás! Tudo e todos passam.

Dia das mães todos os dias

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Amanhã é dia das mães! E depois de amanhã, e depois, depois... Hoje é dia das mães! Ontem foi dia das mães. Antes de ontem, e antes, antes...

Política, religião, futebol... Vai encarar?!

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Hoje se briga por quase tudo, quase nada ou literalmente, nada! É discussão no sentido mais pejorativo da palavra. No fuzuê, vai: Relacionamento, futebol, vida alheia, religião, marca de cerveja, política, gênero, etnia, tv, rede social, politicamente correto, polícia, bandido, trânsito... Discussão séria, equilibrada, construtiva e útil? Pra quê? Esse é um “legado”, efeito colateral da polarização insana entre “Petralhas e coxinhas”, que veio desmentir o mito do brasileiro cordial e pacífico, “tirando do armário” a falta de educação e mínima civilidade, por muito e muitos enrustida.

Lero-lero na luta política pelo impeachment

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Não, não se preocupe. Esse não é um texto político partidário, não defende essa ou aquela tese, ideologia, tendência... Trato aqui do que é escrito e lido, que pode dizer, significar muita coisa ou absolutamente nada. Um escrito cheio de pompa e prolixidade, pode camuflar um pensamento raso, uma argumentação superficial ou categoricamente coisa alguma. Vejamos: A luta política entre petralhas e coxinhas pelo impeachment Essa busca de invariantes supõe um pressuposto existencial, assim como a teoria de Fliess afeta positivamente a correta previsão da substância aristotélica fundida com o solipsismo cartesiano em função de uma perspectiva dialético-social. Por outro lado, a complexidade dos estudos efetuados cumpre um papel essencial na formulação das retroações, proliferações, conexões e fractalizações do território desterritorializado. Em um dos seus momentos mais iluminados Heidegger afirmou que a estrutura atual da ideação semântica possibilita o ato de intenção consciente das d...

Vida. Poema/crônica da janela gradeada

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Caros, apertados apartamentos, figurados ataúdes, onde se subvive, sobrevivendo até a morte chegar. A janela sonega a paisagem... Verde? Nem por miragem! Comtempla-se a concreta inconcretude, passeios de cimento rude para o destino transitar. Carros driblam a buraqueira, lixo, esgoto e mais sujeira, narinas a afrontar. Cachorros mortos de sede com a fome a lhes morder. Bêbados trôpegos, tropeçando em suas desditas, só a sarjeta a lhes acolher. Feito lata de sardinha, arrastado ônibus ruminando o dia, leva o trabalhador penitente, sociedade agônica. das grades de sua liberdade: O assalto, o sobressalto, o medo em cada um ser assaltante. Paranoia, pinoia de todo dia. Sobram leis, falta justiça, injustiça a proliferar.

Sofisma

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Uma “verdade” diversa da verdade, versão própria da realidade, leniente inverdade, “desverdade”, impropriedade real. Mentir até convencer! Artimanha da oratória, golpe das palavras, condução subliminar; enganação coercitiva,

Sorria

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Viver não é fácil, mas é preciso viver! Por vezes a vida é dura como pedra, mas é da dura pedra que tira o artista a obra bela ; se não é um mar de rosas, certamente não é um oceano de espinhos. A vida tem suas dores. também seus sorrisos; viver é transcender às dores, deixar que o tempo seque as lágrimas calando as feridas; é ser capaz de sonhar mesmo em meio ao pesadelo, sorri como o sol que sorri toda manhã esquecendo a noite que se foi; a felicidade não depende de nada exterior, é semente divina no jardim da alma basta deixar florescer, para que a tristeza como a noite se vá. Postado aqui em 11 DE SETEMBRO DE 2010.

A moda é démodé

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Moda de verdade, é o que nos faz sentir bem. O Resto é artifício para vender. A invencionice das "tendências", a indução subliminar das novelas, a volatilidade novidadeira... O que hoje é chique, amanhã já é brega, o que agora é top, daqui a pouco está em baixa. É a obsolescência programada dos estilos, penteados, acessórios, roupas, calçados, costumes... A moda é volúvel, descartável e futilmente fugaz.

Ode a uma pobre gente

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Descaso a céu aberto, desdém correndo infecto cotidiano esgotar da vida. Quem tem por teto o firmamento, tem no desabrigo a sina e na rotina um só lamento. Panelas cheias de vazio e o destino vadio, “surfando” na enchente. Violência e vício ali espreitam, Viela estreita do existir. Tribunais do tráfico, rotina do trágico, teimoso persistir.

O sonho e o tempo

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Quando não ousamos realizar, sonhar a realidade, idealizar... As possibilidades morrem sem nascer. Esvaem-se como o tempo perdido, a ciranda insana dos ponteiros do relógio, que caminham para lugar algum. Vagam por entre as horas,

Brasil folião. Feliz ano novo!

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Finda em cinzas a folia; acordar da realidade, recesso do ócio, ocaso da foliã fantasia. Findo o carnavalesco delay; tardio, o tempo desperta para o ano que já foi novo, e o país do faz de conta, finge deixar os braços de Morfeu.