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Hoje é dia de quê?


Grão, gota, semente de gente

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... medida sem medida, desmedida do sonhar. No pequeno, quem adivinha, O grande a adivinhar? A estatura do destino, a altura do porvir, flor e fruto que vai dar... Antonio Pereira Apon. Quem supõe na semente a árvore frondosa? No grão a montanha alterosa? Na gota um fragmento de mar? A criança é semente, é grão, gota de gente, é futuro a germinar.

Pai. Sem ser super, ser “Herói”

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... tem que ser um pouco de tudo e algo mais: professor, psicólogo, médico, juiz, amigo… Ser duro quando preciso, “sem jamais perder a ternura”, como... Antonio Pereira Apon . Pai, tem que ser palhaço, para fazer rir, mesmo quando tem vontade de chorar; ser mágico, para realizar o inimaginável; arrumar coragem para desmentir o medo, ter as respostas que não tem. Improvisar como Magaiver / MacGyver, ter a força do super-homem, a inventividade do Batman, a astúcia de James Bond, a sagacidade de Sherlock Holmes, a coragem do capitão James T. Kirk, a lógica do Spock; ser Rambo, Zorro, Thor, Homem de ferro, “Duro de matar” numa “missão impossível”… Sem efeitos especiais, sem dublê nem computação gráfica. Ser super sem o ser, ser o “herói” do dia a dia, resolvedor do cotidiano...

Ser pai (Feliz dia dos pais!)

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... Pai não deserta nem desiste, Pai insiste! É a resposta, quando respostas faltam, é a coragem, quando o medo persiste, é a força, quando a fraqueza tenta se... Antonio Pereira Apon . Pai é exemplo, que torna o filho gente, é a versão masculina do amor. É uma opção consciente, uma adesão consequente, um compromisso sem fim. É do filho o espelho, da vida o parceiro, na concepção de um existir. Deus, pai e mãe,

Caminhante existir

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... reverso do crepúsculo, é o verso do alvorecer. O momento que se avista, além da vista, a poesia do viver. O caminho e o caminhante, rotação itinerante, girar do mundo, passageiros passos, ligeiro instante... Antonio Pereira Apon. No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha 90ª participação nessa blogagem coletiva, intitulada: Poetizando e encantando . O tempo, areia ampulheta, a amplidão. O sol se pondo aqui, para ali nascer; o reverso do crepúsculo, é o verso do alvorecer. O momento que se avista, além da vista, a poesia do viver. O caminho e o caminhante, rotação itinerante, girar do mundo, passageiros passos, ligeiro instante. Mal rascunhadas pegadas, apagadas… Ruma a rima, rumo à sina; andador o andarilho, caminheiro um viandante; errático, andejo, erradio, er...

Anonimato, internet e o anel de Giges

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... do que seria capaz um homem sabedor de que seus atos não poderiam ser testemunhados, notados, rastreados, monitorados, passíveis de punição? É o que acontece com muitos usuários da internet, que usam suas telas e telinhas, como... Antonio Pereira Apon . Já imaginou, comprar numa joalheria, encomendar a um ourives ou simplesmente, encontrar por aí, um anel mágico que lhe desse o poder da invisibilidade? Numa lenda contida em: “A República,” de Platão, aconteceu: Giges, um pastor, apascentava seu rebanho, quando desabou uma gigantesca tempestade seguida de um terremoto. O solo rasgou-se numa enorme fenda. Admirado, desceu pela abertura no chão, onde entre muitas curiosidades, deparou-se com um cavalo de bronze, oco. Observando por algumas aberturas do insólito objeto, descobriu um corpo, algo maior que um homem normal, do qual, mais nada restava do que um anel de ouro na mão. Giges o Arrancou e se foi.

Ignorância. A História não perdoa. Pode se repetir

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Lembrou de alguém, imaginou um determinado personagem? Pois é, a história guarda incontáveis lições que se ignoradas ou mal compreendidas, tendem a se repetir. Aqui, com base no trabalho de Walter Charles Langer, psicólogo americano. Falamos de... Antonio Pereira Apon. O país vivia uma crise econômica, a população amargava o desemprego e outras tantas de suas consequências; as instituições despertavam descrédito e pouca confiança… Aquele político, corporificava um estado de espírito dum povo carente de um “salvador da pátria, paladino da moralidade, senhor de todas as virtudes... Assim, o sujeito foi conquistando adeptos. Ele “causava” com seu jeitão de tratar grandes problemas de uma forma prosaica e simplista. Dissimulado e manipulador: dizia do que o eleitor queria ouvir, sem rodeios, vociferava apaixonadamente suas necessidades, sentimentos e dores; despertava os instintos mal guardados de cada um, mas, cuidando de mascarar sua ignomínia com um verniz moralist...

A escrita e a língua

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... verbo firme, mas, sereno, dissipe as nuvens raivosas do preconceito e das convenientes “verdades alternativas”, convidando a rebrilhar o discernimento e a lucidez... Antonio Pereira Apon. Nesses tempos enfermiços, onde a maledicência e a maldade se espalham como vírus. Não sejamos nós os transmissores levianos do julgamento açodado de quem “sabe tudo”, mesmo quando não sabe nada. Que a nossa escrita e nossa fala, sejam o veículo do verbo edificante e construtivo, jamais se prestando à inconsequente condenação sumária do inquisitório tribunal das redes sociais, verborreicas e vociferantes. Que não façam coro com os ódios mal paridos, manipulados, teleguiados e artificiosos; não ecoem ruidosos como o estouro da boiada, desatinada e sem rumo; seguindo, curtindo e compartilhando rancores sem noção.

No balanço da vida

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No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha 89ª participação nessa blogagem coletiva, intitulada: Poetizando e encantando . No balanço vai a vida, balança na rima traquina do tempo a balançar.

Qual é? ...

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... Qual a índole do racismo? O feitio da intolerância? A propensão do machismo? Qual a lógica do moralismo? A ética da prepotência? O valor do egocentrismo? Qual a fé da caridade? A ideologia do bem? O partido da fraternidade? ... Antonio Pereira Apon. Qual a etnia do caráter? A cor do discernimento? A raça do acolhimento? Qual o sexo do amor, O gênero da fraternidade? A religião da dor? Existe moral no preconceito? Justificativa na discriminação? Humanidade no ódio?

Olhar no tempo

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No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha 88ª participação nessa blogagem coletiva, intitulada: Poetizando e encantando . Na cabeça um pensamento, nos olhos vago olhar, o tempo… Nau a navegar; embarcados sonhos, desembarcada ilusão.

Seu melhor

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pPersiga o seu melhor. Não lamente a dor, pois só quem sabe chorar, tem a perfeita ciência do que é verdadeiramente sorrir. A vida é como um artista, que sem a menor "piedade," fere a pedra para que ela possa vir a ser a magnífica obra de arte. Não se iluda com os risos ruidosos dos que se embriagam pelos artifícios da matéria e passam pela vida como quem vai a um parque de diversões, existe diferença entre o riso e o sorriso; sorrimos com a alma... Igualmente, existe diferença entre o sonho e a ilusão; o sonho vitaliza o espírito na busca do mais além, a ilusão entorpece o coração viciado por quimeras. Só quem aprendeu essas diferenças tem a capacidade de admirar a beleza de uma rosa e compreender o porquê de seus espinhos.

Depende de você

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Você escolhe: Dar utilidade, ou seguir tropeçando, arremessando as pedras do caminho. Fazer da dor, um trampolim à superação ou um abismo sem fim. Ter nas lágrimas, gotas que lavam a alma ou ácido que corrói o coração. Encontrar na noite, o prelúdio da alvorada ou o termo do crepúsculo. Reclamar das impossibilidades da vida ou viver aquilo que é possível. Insistir em apontar as falhas alheias ou procurar corrigir as suas.

Grupo. Reunidos, unidos, dispersos ou juntos

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Um sábio maestro , resolveu fazer uma dinâmica de grupo com seus músicos: primeiro pediu que cada um pegasse seu instrumento e fizesse uma limpeza bem caprichada; em seguida, solicitou que a orquestra fizesse a afinação. Todos prontos, ele distribuiu partituras das mais diversas para serem executadas simultaneamente. Uma confusa salada sonora. Por fim, regeu a peça que estava no programa. - Vocês perceberam o que aconteceu aqui?

Na vida como na matemática

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A vida é a soma de aprendizados e vivências. Mas; btambém divide, subtrai e multiplica. Simples e complexa equação Dessa inexata “ciência” do viver, “matemática” onde um mais um pode ser dois, ou, considerando a margem de erro; pode ser três, quatro, mil e vinte e dois...

Tempos loucos. Até quando? ...

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Em sua peça Rei Lear, o grande dramaturgo William Shakespeare, pareceu vaticinar sobre O Brasil dos últimos tempos, resumindo numa frase profética: “Que época terrível esta, onde idiotas dirigem cegos.”. São “Heróis” bandidos contra bandidos “heróis” como no velho dito: O roto, falando do esfarrapado e o sujo do mal lavado”. “Direitopatas” e “esquerdofrênicos”, disputando o poder a qualquer custo, aliciando devotos com velhas mentiras e novas inverdades. A população, em despartido de si mesma, toma partido de seus algozes de um lado ou outro, catando virtudes fictícias na absoluta falta de virtudes que abunda dos dois lados. Delirando por um fantasioso, messiânico “Salvador da pátria”, o país segue bovinamente para o aprisco, ruminando repetidas “fake news”, bem aos moldes da propaganda nazista de Joseph Goebbels, as modernas e, não menos mentirosas, “verdades alternativas”

Coração insone

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Noite alta, sono em baixa... A flor das horas, o aroma dos minutos; a despetalar, desperfumar... Teimosas e presentes, ausências a lembranças despertar. Memórias mal dormidas, revirando velhos tempos, remexendo as cinzas, exumando antigos fragmentos; o que se foi, o que não foi…

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Ser feliz é simples. Não complique!

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A felicidade é bem mais simples do que nos consente imaginar esse atávico pendor humano pela complicação, esse quase fetiche pela complexidade. Até Deus entra nas intrincadas idiossincrasias humanas. Dizemos que ele nos fez à sua imagem e semelhança, quando na verdade, vivemos a inventar (e reinventar) uma divindade à nossa própria imagem e semelhança: Colérico, totalitário, preconceituoso, vaidoso, egocêntrico...