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Hoje é dia de quê?


Um feliz ano novo

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Algumas gotas são apenas algumas gotas, até que resolvem formar o mar imenso. Grãos de areia nada mais são que grãos de areia, até que conspiram na criação da majestosa cordilheira. Uma simples pincelada não passa de uma pincelada, até que unida a outras compõe uma tela de Portinari. Alguns minutos e horas são simples minutos e horas, até que nos damos conta que servem para fazermos história. O novo ano que começa, daqui a um ano será passado, o quê teremos feito? Quem discorda dos nossos pontos de vista... Não é necessariamente um inimigo, mas alguém que tem pontos de vista diferentes dos nossos. A Terra não é um campo de batalha, sim de trabalho; se não é um mar de rosas também não é um lodaçal de espinhos. Assim, se tivermos aprendido a somar mais que dividir, multiplicar mais que subtrair, certamente teremos tido um Feliz Ano Novo. Postado aqui em agosto de 2010.

Gente, gente e "gente"

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Tem Gente que faz a diferença, tem “gente” absolutamente indiferente. Tem Gente que importa, tem “gente” tão desimportante... Tem Gente que é notícia, tem “gente” que vira notícia. Tem Gente que sonha, tem “gente” que cultiva ilusões. Tem Gente de fé, tem “gente” negociando a “salvação. Tem Gente de bem, tem “gente” do mal. Tem Gente vencedora, tem “gente” perdedora. Tem Gente realizadora, tem “gente” invejosa. Tem Gente que busca soluções, tem “gente” que cata problemas. Tem Gente admirando as rosas, tem “gente” reclamando dos espinhos. Tem Gente que esculpe a pedra , tem “gente” que atira-a.

Primaverão; passarinhos, passaremos!

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Sendo a primavera, um primeiro verão; amanhã será, amanhecerá, primaverão! Tempo passa feito passatempo, tudo passa nessa vida, nessa lida;

Na arte do viver

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Junto com a primavera, floresceu nosso novo canal no Youtu.be, com mensagens de otimismo, poéticas reflexões, espiritualidade e toda diversidade da arte da vida de todos nós. Te convido para sentir e pensar conosco nesse espaço de positividades na busca do melhor, individual e coletivo. Na arte do viver , a arte da vida se manifesta para além da escrita, vestindo a eloquente interface multimídia. Conto com sua participação; se inscrevendo, comentando, deixando seus likes, compartilhando... Conecte-se:

Apedra. Poema de Antonio Pereira Apon. O distraído nela tropeçou...

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A pedra Este poema foi publicado em 1999 no livro: Essência . Autor: Antonio Pereira (Apon) O distraído, nela tropeçou, o bruto a usou como projétil, o empreendedor, usando-a construiu, o campônio, cansado da lida, dela fez assento. Para os meninos foi brinquedo, Drummond a poetizou, Davi matou Golias... Por fim; o artista concebeu a mais bela escultura. Em todos os casos, a diferença não era a pedra. Mas o homem. Na playlist abaixo, A pedra, falada ou musicada para lembrar sempre: Essa pedra é de Apon! O poema acima é de minha única e exclusiva autoria. Descobri que ele tinha sido copiado do meu antigo* site (br.geocities.com/aponarte/, www.geocities.com/aponarte/ e estava circulando como de autor desconhecido, com o nome de plagiadores, e até autores famosos como: Renato Russo, Fernando Pessoa, Chaplin... Em versões modificadas do mesmo (veja abaixo, algumas das formas do plágio). A publicação dele aqui no Site/Blog e no " Rec...

Espaços vazios

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Você! Por que enche de coisas vazias o seu vazio? Levanta! Pega a vida que deixou estendida ao solo. Grita! Expulsa de você esse mórbido vazio. Busca! Busca a vida em cada coisa, em cada instante, Em cada olhar. E não restará espaços vazios... Ninguém pode estar vazio! Quando há tanto a se dizer, a se fazer, a se amar...

Águas passadas

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Entre o passado e o futuro, existe uma dádiva de tempo, apropriadamente chamada de presente. Bem aproveitado, esse presente, valoriza as lições pretéritas e otimiza as expectativas do porvir. É no presente que acontecemos e fazemos acontecer. Ou não! Com justa sabedoria nos diz o dito popular: “Águas passadas não movem moinho” e nessa mesma linha, Heráclito de Éfeso: “Nenhum homem pode banhar-se duas vezes no mesmo rio... pois na segunda vez o rio já não é o mesmo, nem tão pouco o homem”. O tempo passa como a água corrente, que não reverte seu fluxo em favor ou desfavor de ninguém. Simplesmente, segue seu curso natural, aproveitemos ou não.

O copo. De repente?

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As relações humanas são como copos que vão se enchendo e esvaziando com o decorrer do tempo. Amizade, trabalho, estudo, namoro, casamento… Seja qual for a relação. Quando tudo está bem, o copo não enche, pois se vai degustando a substância ali depositada na medida certa. Porém, quando a relação cai na desmedida, a bebida vai se acumulando, ultrapassa aquele limite paradoxal entre o meio cheio e meio vazio e se vai aproximando da borda. Não percebemos, ou não queremos perceber; ignoramos os sinais, minimizamos as evidências, não ou vimos, não mudamos… E… “De repente” Uma insignificante gota, rompe o sutil limite. O copo transborda, extravasa, derrama…

Carecemos de árvores

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Precisamos de árvores, de floresta, pra dar flor e frutos dar; pra refrescar a vida, refrigerar a lida, desestressar, o planeta “desestufar”. Para harmonizar o clima, o ritmo circadiano bem tocar; pro brotar da nascente, pro não ocaso da gente, para um novo tempo alvorar. Pro meio ambiente rimar mais com a gente; pra não nos pormos à parte, assumirmos ser parte, insano malquerer, desapartar.

Deficientes

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Tem pessoas: De olhos perfeitos, mas, mente profundamente cega. Donas de ouvidos sadios, com discernimento surdo. Com falar fluente, de sentimentos mudos.

Sextou! Entenda a sexta-feira

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Originariamente, a sexta-feira era o sexto dia da semana, contudo, com o conceito de dias úteis e a organização semanal de trabalho e lazer, a sexta, passou a ser o quinto dia, abrindo as portas do fim de semana na maioria dos calendários mundo afora. Na língua portuguesa, os nomes dos dias da semana derivam do catolicismo, num tempo em que na semana santa todos os dias eram feriados ou dias de feira. Nos demais idiomas latinos, em sua maioria, nomeiam os dias, deuses pagãos, dessa forma, sexta-feira foi dedicada a Vênus, tendo por inspiração a deusa grega Afrodite. De cultura em cultura, até chegar no inglês, o termo latino "Veneris dies" ou seja: "dia de Vênus", levou à equiparação da deusa germânica Freia a divindade romana. Em espanhol é viernes, venerd em italiano; em francês vendredi, referindo a Vênus e o dia de Vênus. Friday em inglês, é o "dia de Frige"; Freitag em alemão, "dia de Freiia". Na Bahia, é dia de vestir o branco de Oxalá,...

Compreensão

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Quem não se compreende, não consegue compreender, não se entendendo, desentende; desatende ao conviver. Averso à diversidade, reverso à empatia; diverge! Incompreendendo “desacha-se” incompreendido, “se acha” em se perder.

Falsidade ideológica

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Não existe nada mais falso e desonesto que ideologia. Ela é o artifício mais espúrio da politicagem para tirar o foco da realidade, criando um falacioso plebiscito que normalmente contempla os extremos fisiológicos, escatológica polarização que serve às facções partidárias, induzindo eleitores a não enxergarem matizes intermediários do espectro de alternativas, parindo as urnas, algozes desgovernantes. Ideologia é como canto de sereia que seduz ouvidos descuidados, que entorpecidos, se arrojam contra as pedras. E “na briga entre o mar e o rochedo, o marisco é que se arrebenta”.

Barco e cais

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A vida é porto e barco, a nau, o cais, o nós, o sós; os nós tentando atar os arrebóis. Um ir e vir sem nem sair de mim, chegar, partir e não sair daqui; certeza incerta, desarrumar o rumo, derivar da rota, desaprumado prumo. Destino. Vontade reta, porta torta, razão que é certa, viva emoção em natureza morta. Tempo que sopra feito vento, brisa, calmaria; vil tormento. Desiderato, a sua escrita, risca, arrisca;

Tudo passa! Pode acreditar

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Passa a chuva e anoite passa, sol e lua passam nos ciclos que lhes cabem; passam as flores que vicejam na primavera, o frio do inverno, as folhas do outono, o calor do verão; passa o rio e a paisagem que não tarda a passar. Segundos, minutos e horas passam, fazendo dias, semanas, meses, anos… Passarem. Tudo é dinâmico na incoercível marcha do tempo e da vida. Passam: As tristezas e alegrias, com suas lágrimas e sorrisos; derrotas e vitórias, com suas venturas e desventuras; perdas e ganhos, com seus ônus e bônus; chegadas e despedidas, verdades e mentiras, a fraqueza e a força, a pressa e o vagar, a certeza e a dúvida, o que parece não passar… “Não há bem que sempre dure, nem mal que nunca se acabe”, diz o ditado, que passa de geração em geração.

Antologia de primavera

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Antologia poética; cada flor, um poema, cada primavera um sarau. Tanta beleza cativa, inspira; um ode em cada broto, um salmo em cada floração, uma rima em cada gota de orvalho, versos brancos de florais aromas, diversos, coloridos versos, impressionista composição.

Egrégora. Qual a sua?

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Dizer que somos energia e que estamos imersos num mar de energias, é “chover no molhado”, atestar o óbvio, tanto quanto afirmar que “a mente é fonte criadora”. Emitimos e captamos emanações das mais diversas: espirituais, psíquicas, eletromagnéticas… Envolvemos e somos envolvidos por ideoformas, formas pensamento que nos afetam diuturnamente. Ter consciência disso, permite-nos interagir positiva e ativamente, prevenindo a influenciação negativa e deletéria. Qual um moderno smartfone, Que consegue lidar com Wi-Fi, 3G, 4G, TV, FM, mp3, mp4... Temos a capacidade de captar um amplo e bem diverso espectro de emissões psico energéticas, por meio de nosso pensar, sentir e agir; atraindo ou repelindo faixas vibratórias, frequências de egrégoras que nos circundam e influenciam, corpórea e espiritualmente. Mas, o que é uma egrégora? A palavra deriva do grego egrêgorein, algo como: velar, vigiar... Uma energia espiritual oriunda do somatório de emanações psíquicas coletivas, gregárias, grupa...

Umbigos do universo. “…Audaciosamente indo, aonde...”

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Não, não se trata das aventuras do Capitão James T. Kirk e a tripulação da Enterprise na saga Star Trek. Vamos tratar aqui, da difícil arte das relações humanas, no que toca a gente com incrível competência para adivinhar, descobrir e julgar as falhas alheias. Mas, sem qualquer vocação para lidar com seus próprios equívocos. Encastelados em suas “certezas”, Dormitam na voluntária e conveniente ignorância(?) de que ninguém é inteiramente perfeito, nem absolutamente imperfeito. A vaidade, o orgulho e a teimosia, tornam míope a percepção da realidade, engendrando verdades “altistas”. Uma espécie de isquemia de humildade, não lhes permite aceitar, que o universo é infinitamente maior que seus umbigos. E que o diferente, pode ser apenas diferente; não uma ameaça, afronta, pirraça, perseguição...