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Hoje é dia de quê?


Do navio negreiro à barca furada negacionista

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No Brasil, insepultos fantasmas assombram, ensombrando mentes obnubiladas e obnubilantes, que intentam exumar trevosas ideologias; negando a realidade e sonegando a verdade. Num consórcio espúrio com o vírus pandêmico, a estupidez relativiza milhares de mortes, minimiza a importância das máscaras e do mais que necessário distanciamento social, delirando em “desremédios” que afrontam a ciência e ridicularizam a inteligência. Falidos, podem se reerguer; finados, descem irremediavelmente ao túmulo. Assim é, queiram ou não os que não ajudam e ainda fazem de tudo para atrapalhar. Como na clássica poesia O Navio Negreiro, de Castro Alves:

Cidade do Salvador, gosto de te gostar

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Gosto de te ver cidade, diversidade dessa Salvador; do dim dom dom do berimbau, paisagem antiga na moderna idade, modernidade ao ritmo do timbal. O velho e o novo; avenidas, praças, ladeiras; nas quebradas, quebradeira, capoeira num cartão postal. Credos, ritos a mancheia, étnica, rítmica,

Vai na arte!

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Vai na arte pra fazer diferente, pra não ser indiferente, no pulsar do acontecer. Na música que bate no peito, no tom da pele, o som da cor; pintura de cada crepúsculo e todo alvor. Vai na arte, das folhas que dançam na coreografia do vento, na paisagem impressionista dos jardins, estreia de cada flor em seu momento.

Nós e o tempo passarinho

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Não podemos estacionar no tempo, nem deixar que o tempo paralise em nós: Passado demais, produz depressão; presente demais, gera stress; futuro demais. Adoece em ansiedade. o passado, passou, não pode ser guardado; o presente, avança, não dá para ser contido; o futuro, uma incógnita, não se permite adivinhar.

A vida, como um bom café

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Como um bom café, a vida, precisa ser bem plantada e bem colhida; na torra das adversidades, aprimorar-se, apurar-se; sublimar-se nas expiações e tantas provas do viver, depurar-se no coador das virtudes, no filtro das boas interações. Aprimorada, apurada, sublimada e depurada; a vida, como um bom café, se presta, apresta-se para ser servida e muito bem degustada;

É a pedra que vai no caminho

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é o tropeço, a queda; é a pedra que vai no caminho; da palha, capim, barbante, da malha; da sobra do que sobra, pássaro faz o seu ninho, enquanto a gente, acumulando o que falta, faz faltar mais carinho. Falta amor e empatia, falta esperança e poesia; acordar a alegria, permitir à vida sonhar. É o tropeço, é a queda, a pedra que atrapalha o caminho. O cada um por si, aglomerando egoísmo, o cavar de um abismo, ego de per si.

Onde encontrar Deus?

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Deus está no coração que ora, na alma que chora, no sorrir do bem; em cada abraço fraterno, na busca do que é eterno, na empatia pelo outro alguém. Ele está em cada flor do campo, na chuva e no relâmpago, no dia de sol, na noite de lua também. No subatômico, ao nível astronômico, no sangue e seu pulso, no rio e seu fluxo; na maré e seus movimentos, na música e seus instrumentos, na arte, no todo e em tudo que é parte, Deus está.

Oração pela lucidez

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Senhor! Dai-nos um pensar que sinta, um sentir que pense; uma realidade que sonhe, um sonhar que se realize. Dai-nos uma fé que raciocine, uma razão que creia; uma riqueza que não nos empobreça, uma pobreza que nos enriqueça. Dai-nos um saber humilde e altruísta, uma ignorância sequiosa por sempre e mais saber; uma alegria sóbria, uma sobriedade bem humorada.

Livros de Antonio Pereira Apon. Boa leitura para todas as idades

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> Esse livro propõe uma incursão na alma humana, garimpando sentimentos e emoções, revelando-os em versos que retratam o homem moderno em sua incansável procura de si mesmo; seu contexto social, político e cultural em um mundo em transição. Depois de 14 anos, atendendo a pedidos, estamos republicando Essência. Nessa segunda edição, incluímos o subtítulo: O livro do poema: A pedra. O distraído nela tropeçou... Numa referência ao nosso poema integrante dessa publicação, que, absurdamente, tem aparecido na internet com o nome de autores famosos: Fernando Pessoa, Renato Russo, Chaplin... Ou plagiadores . ...

Preconceito

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Preconceito é julgar conhecer o que não se conhece, temer o novo por estar cativo ao que passou sem nos comunicar; é cristalizar conceitos que engessam a alma, entorpecem a razão, e manietam o coração; é a visão de quem não tem visão da vida;

Mulher - Para além do 8 de março

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Com a força do seu sexo frágil, deu a luz a todos nós: Poetas e guerreiros, ricos e plebeus, covardes ou heróis. Transcendeu ao dom da maternidade, ocupou o espaço seu, cidadã de um mundo novo, onde iguais são os direitos.

Elas, ela. Mulher

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Sendo frágil, faz-se força, tendo força, faz-se mulher. Empoderada Cinderela; não se presta a mimimi, dondoquice ou musiqueta chinfrim. Qual doce rosa; tem formosura e perfume, espinhos, se preciso for.

Tempo perdido, sonhos que não sonhei

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Quero encontrar o tempo perdido; os abraços sonegados, as palavras que calei, as memórias não guardadas, colher as flores que não plantei. Quero as oportunidades desperdiçadas, as possibilidades que ao acaso entreguei; a sorte malbaratada, os azares que cultivei.

Negue o “jegue” negacionista. Vacine-se

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Vacina, sim. Que mande para longe a pandemia, leve daqui o “jeguismo” negacionista, que empaca a vacinação, zurrando contra o uso de máscaras e o distanciamento social; distribuindo coices inconsequentes,, prolongando o caos perfidamente, matando gente para além dos CPFs e CNPJs, retardando soluções á ruminar ideologias com desremédios e bravatas oligofrênicas. Esperta burrice, qual a dos jegues que desfilavam na lavagem do Bomfim, sujando e andando para o povo.

Só você

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Não dá para terceirizar impunemente a escrita do seu destino; ninguém pode caminhar o seu caminho, fazer as opções que lhe cabem, contabilizar os ônus e bônus das suas escolhas. Acreditar ou descrer, apressar, apreçar ou viver; esperar ou esperançar, amor ou ódio, atitude ou tédio, depressão ou entusiasmo, ansiedade ou calma, sonho ou fatalismo…

Mulher - uma homenagem para além do calendário

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Deus caprichou na estética, na sutil sensibilidade, na força que não é bruta... Nela, colocou a inspiração e a própria poesia, a complexa inteligência da simplicidade, a perseverança de quem sabe o que quer, o amor de quem faz germinarem sementes de vida.

O espírito e o sol

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O espírito humano é como o sol. Do berço ao túmulo, da alvorada ao crepúsculo; o espírito vivifica o corpo, o sol vitaliza o dia. Um, nasce para aproveitar a oportunidade de uma vida, cheia de possibilidades de avanço, crescimento evolutivo; o outro aurora, ofertando a dádiva de tempo de mais um dia. O primeiro, despe um corpo para vestir outro mais adiante; o mesmo espírito, nascendo, morrendo e renascendo na senda do viver. O segundo, o sol que aqui se põe, ali ressurge novidadeiro, dando recado de um novo dia; o mesmo sol, surgindo, se pondo e ressurgindo na rotação de cada novo amanhecer.

Corpo e espírito

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O corpo é a máquina. O espírito, o maquinista ; o instrumento e a música, a partitura e a melodia, a escultura e o escultor, hardware e software.