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domingo, 31 de agosto de 2014

A vida não é descartável





... Não é o aborto que vai resolver a falta de programas sérios de atenção à mulher, a carência de efetiva ação social que vá além de "bolsas demagogia" e outros escapismos assistencialistas...

Antonio Pereira Apon.


Mão da mãe segurando do bebê.

É impressionante o tratamento simplista que tentam dar à defesa da vida. Como forma de desqualificar o debate, querem reduzir a discussão a uma mera questão religiosa. O que não é verdade. As religiões estão apenas, ocupando o espaço deixado pela omissão e conivência de outros setores da sociedade.


O direito da mulher sobre o seu corpo, é algo que deveria ser bem usado antes da geração de um filho indesejado. Depois, não se pode querer estender esse direito ao corpo da criança, revogando levianamente o direito fundamental da vida a um ser humano.


"Problema de saúde pública" deve ser resolvido com políticas sérias e consistentes de educação e saúde, colocar a serviço da população, a mesma vontade política tão bem empregada no afã de ganhar uma eleição. O que não se pode aceitar é o descompromisso das autoridades, o querer legalizar o descarte de vidas. Defendem com justo afinco, a proteção de espécimes em extinção da nossa fauna e querem descriminalizar a extinção de vidas humanas???


Aborto não é método contraceptivo nem forma de "erradicação da pobreza". Apesar de tentarem disfarçar com inúmeros artifícios, aborto é um hediondo assassinato, um homicídio triplamente qualificado: pela incapacidade de defesa da vítima, pela forma cruel com que é praticado e por ser perpetrado com a participação de quem deveria proteger a criança.


Não é o aborto que vai resolver a falta de programas sérios de atenção à mulher, a carência de efetiva ação social que vá além de "bolsas demagogia" e outros escapismos assistencialistas.


Terminando, fica uma pergunta para os abortistas e para o amigo leitor:

- Se sua mãe tivesse descartado sua vida, fazendo um aborto?



(Postado aqui em 10 de outubro de 2010).





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2 comentários:

  1. A irresponsabilidade do prazer pelo simples prazer gera a inconsequência do assassinato de vidas! Isso nem como ato animalesco pode ser comparado! Aberrações humanas!
    Abraço.

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    Respostas
    1. Individualismo inconsequente, egoismo irresponsável, redundando no desatino do assassínio como solução(?) mais fácil.

      Um abração.

      Excluir

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Antonio Pereira Apon.