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domingo, 12 de dezembro de 2010

O ébrio





... etílica sina de quem subvive em tragada ilusão. Dignidade perdida, alma ferida; corpo doente, queda indolente no vazio do chão...


Antonio Pereira Apon.


Cerveja.


Vestindo mais um gole

despe a razão,

afoga a vida

no copo frio

do frio balcão,

etílica sina

de quem subvive

em tragada ilusão.

Dignidade perdida,

alma ferida;

corpo doente,

queda indolente

no vazio do chão.

Palavras rotas,

versos tortos

de uma antipoesia

que a boemia riscou.


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2 comentários:

  1. Olá !!!

    Lindo seu poema, intenso e verdadeiro, descreveu com beleza este momento triste, e isso só os Poetas conseguem :)
    Parabéns !!!
    Grande abraço e boa semana !!

    ResponderExcluir
  2. Obrigado Samanta.
    Infelizmente, tem gente que parece esqueecer que "existe vida além do copo".

    Um abração.

    ResponderExcluir

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Antonio Pereira Apon.