Você pode. Uma questão de escolha (ou não)
Você pode ser preconceituoso, orgulhoso e intransigente. Ou, aceitar que o universo não gravita em torno do seu umbigo e que existe (a despeito do seu ego), uma multiplicidade infinita de pensares, sentires e fazeres. Você pode assumir uma postura fanática e contemplativa, aguardando que milagres caiam do céu. Ou, converter-se num instrumento dos reais prodígios da fé verdadeira e ativa. Você pode se drogar, encher a cara de birita, entupir-se de cigarro, cheirar, tornar-se um peso para sua família e a sociedade. Ou, ter personalidade, encarar tudo e todos sem muletas químicas, sem os artifícios da ilusão. Você pode ser invejoso e ressentido. Ou, parar de perder tempo patrulhando a vida alheia, e construir seus próprios sucessos e vitórias.