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Hoje é dia de quê?


Saudades de você

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Saudade, ausência tão presente que faz a gente estar junto, mesmo estando tão distante. Pro pensamento inexiste o longe quando o coração te sonha e na memória roda o filme de nossos

Mesmos nomes, diferentes personagens

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As coisas eram bem mais compreensíveis e menos inexplicáveis, quando: Dante era o Alighieri. Autor da “Divina comédia”. David era o jovem herói hebreu que derrotou o gigante filisteu. Daniel era um profeta bíblico. Marcelo era um apresentador e jornalista. Maxwell era Smart. O “Agente 86”, namorado da 99. Fernandinho era o marido da Ofélia naquele humorístico. Luiz Gustavo nos fazia rir com seu hilário “Mário fofoca”. Oscar era Schmidt. O “mão santa” que arrasava no basquete. Willian era levantador no vôlei. Bernard fazia bonito nas quadras, com seu saque “Jornada nas estrelas”. Fred era Flintstone. Marido da wilma, pai da Pedrita e amigo do Barney Rubble. Hulk era um “herói” esquisito, que aparecia quando o Dr. David Banner se irritava após ter sido acidentalmente exposto à radiação Gama. Jô era o Soares. Grande humorista, escritor e apresentador de talk show. Felipão podia ser o Dom Felipe III O Grande. Rei da Terceira Dinastia, vigésimo monarca de Portugal. Parreira era o Nome de...

Copa. Legado do povo

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O governo não disse que não haveria apagão na copa? Pois sim. Deu blackout na Seleção brasileira. Absoluta falta de mobilidade, desestruturação total! O time parecia propaganda oficial, afrontada pela dura realidade protagonizada pelos alemães. Mera obra ficcional de péssima categoria, tal qual os míticos “legados”; enganosos, retóricos... Legado de verdade, deixa o povo, que apesar de todos os pesares, de tantos factoides e tanto faz que faz. Mostrou ao mundo um Brasil bonito, alegre e hospitaleiro. Que com, sem e apesar dos seus politiqueiros e suas politicagens, consegue transcender à desventura cotidiana desse país de faz de conta e improvisos. Dentro do campo uma copa maiúscula, apesar do futebol minúsculo da “pátria de chuteiras”. Resta esse gosto amargo de chucrute azedo e indigesto, até que 2018 acorde novamente o sonho adiado, a vibração de uma gente que tenta realizar sua catarse no futebol. Fora das futebolísticas quatro linhas, a realidade despe-se da publicidade, conv...

Não dá para decidir nos pênaltis

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Uma partida decisiva, eliminatória de futebol, além dos 90 minutos regulamentares e seus possíveis acréscimos, ainda pode ir para a prorrogação e chegar na disputa por pênaltis caso um empate persista.

Não quero. Eu quero...

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Não quero ser livre como um pássaro! O mundo anda cheio de gaiolas, alçapões, atiradeiras... Não quero a beleza das flores! Ela é por demais fugaz, costuma terminar como adorno morto em jarros belos. Mas, frios. Não quero a paciência das pedras! Pedras não se modificam,

Pretos e pobres

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São pobres e pretos, pretos e pobres na senzala hodierna da preta e pobre favela. Parindo pobres e pretos à margem da sorte, à margem da vida,

Surpresa

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Surpresa é quando a vida faz um coração por outro se enamorar, alma gêmea a se buscar, par do par a se encontrar; recriar a vida, redescobrindo o amor onde a aridez do cotidiano tenta esterilizar os afetos,

Palavras mais que palavras

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"No princípio o verbo se fez carne e habitou entre nós". Na pessoa de Pessoa, Camões, Machado, Drummond e Saramago, a palavra ganha e dá vida; nela está o tudo e o nada, o que passa e o que fica, azar e sorte, sentença e súplica. A palavra é o princípio e o fim,

Bilhete premiado

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Aqui você pode ganhar um automóvel espetacular, uma mansão magnífica, uma fortuna fantástica, um iate exuberante, realizar seus sonhos mais caros, pôr-se acima do bem e do mal... ...

Pena de vida

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Cativo de minhas escolhas, desacertos dos meus acertos; cumpro minha pena de vida. Minha alegria hoje triste, rumina sorrisos dormidos, lembranças de tempos idos, descoloridos; restos do que não restou. Sobrevivo adormecido, qual velho livro, mero adorno na estante; acumulando o pó dos dias não lidos, onde jaz a tinta ressequida, sepultada nas pálidas folhas dormentes.

Felicidades Grazi!

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Parabéns filha amada! Que a vida sempre te sorria, semeando sorrisos em seu caminhar. Que os sorrisos frutifiquem e floresçam, perfumem e embelezem. Que seus sonhos se realizem e a esperança se multiplique em novos sonhares. Que as realizações se somem, as tristezas se subtraiam e possas dividir mais e mais conquistas. Que a fé te guie, o amor te inspire, a determinação te acompanhe, Deus te ilumine

"Somos todos macacos". Uma só macacada

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A grande diferença entre nós e os símios propriamente ditos, é que somos uns macaquinhos um tanto mais sabidos que os nossos primos primatas. Em muitos casos, como o dos hooligans, racistas, nazistas, extremistas, fascistas, terroristas, fundamentalistas e outros “istas” aqui não indiciados, a diferença é um tantinho de nada, uma titiquinha.

Vidas expostas

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O que tem feito, Seu Prefeito? E o Senhor, Governador? Nas encostas, vidas expostas, pêndulos que a morte espreita. Casebres de improviso e miséria, (des)equilibrados, à beira do precipício social. Caem as previstas chuvas, e o previsível descaso, deixa rolarem as lágrimas, correr a terra, soterrar o destino indigente.

Acróstico de um Brasil “fifado”

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C opa de múltiplos negados, o portunidade perdida; p adrão FIFA de subordinados, a utonomia esquecida. D entro dos campos pode tudo até dar certo, o uro de tolo brilhar... M iragens infraestruturais, u bíquo faz de conta; n efando faz que faz, d eprimente, o bilubilante afronta. D esavergonhada subserviência, e spetacular submissão.

Esperando para ser esquecido(a)?

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Todos os dias, dezenas de pretos pobres da periferia morrem assassinados. Mas, quem se importa?! São “apenas” pretos pobres da periferia. Gente invisível, míseros dígitos anônimos das estatísticas .

Responda antes de votar

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1 - Você entregaria a chave do seu carro ou da sua casa a qualquer um? 2 - Você contrataria um estelionatário para administrar os seus bens? 3 - Você confiaria a guarda de sua casa ou de uma empresa a um ladrão? 4 - Você acreditaria em alguém que costuma mentir, enganar ou trapacear? 5 - Você entregaria a educação de seus filhos a quem finge, enrola, faz de conta?

Ainda ontem...

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Ainda ontem eu nascia, dava os primeiros passos e só queria tomar mingau de farinha láctea, andava num velocípede vermelho com a cara do Mickey na frente e fazia o maior escândalo, quando chamavam dona Nequinha para me aplicar injeção. Meu primeiro carrinho de polícia, coitado. Estreou descendo as escadas do prédio... Ainda ontem eu aos seis anos, não entendia tanta alegria por um “tal de tri” numa tal Copa, estudava na Escolinha São Jerônimo. Adorava pegar o trem pra Paripe para passar o fim de semana na casa de minha tia. Eu achava o máximo sair com meu pai; comer misto quente num bar ali na Rua da Ajuda ou no “Cacique” (ao lado do Cine Guarany), nesse tempo, eu pensava que os carros sob o viaduto da Sé, eram miniaturas de brinquedo e sonhava em ser cientista, astronauta, piloto...

Equilíbrio. Nem tanto, nem tão pouco

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Perdida entre os adultos que ainda não são e as crianças que já deixaram de ser, nossa juventude se desencontra nas incertezas de uma sociedade dúbia, inconstante e novidadeira. Costumes teleguiados por modismos colocam a civilização a mercê da ditadura dos interesses da grande mídia, das mil e uma teorias e invencionices que inspiram pais e educadores esquecidos, de que entre a teoria e a prática, está a vida real, onde não há receita pronta, panaceia miraculosa, alquimia ou manual de instruções.