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Hoje é dia de quê?


Tela da vida

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A vida tem as cores que lhe damos: Quem sonha, dá cor de sonho à vida, quem não sonha, não tem cor à vida dar. Ela é uma tela a ser pintada, cada um, Pinta o que trás no coração: Uns são acromáticos, vivem a pintar um retrato em preto e branco de suas desilusões, dores e desventuras; Outros são monocromáticos, tentam pintar a vida de acordo com seus conceitos e preconceitos, sob a inspiração do orgulho e da vaidade. Tentam impor sua forma de ver as coisas. Por fim, temos as pessoas policromáticas, que capazes de ir além da província do eu, pintam a vida como ela é: multiforme, multicolorida; fruto das experiências, dos erros e acertos, Idas e vindas, sorrisos e lágrimas.

O castigo de Eco e Narciso

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Conforme a mitologia grega, a linda Eco era uma das Oréades, ninfas que habitavam e protegiam as montanhas, cavernas e grutas. Aliás, a mais tagarela de todas, parecia dupla de repentista disputando embolada. A moçoila falava pelos cotovelos. Zeus, um amante inveterado, adorava a companhia das belas ninfas, não perdia a oportunidade de “pular a cerca” ao encontro das beldades. Marcando em cima, num quase mano amano, Hera desceu a Terra para dar um fraga no divino marido e suas amantes. Talvez por sua incessante falação, a verborreica Eco era a única que não se divertia com o “Don Juan” do Olimpo. Assim, sobrou para ela, tentar salvar as amigas. Disparou sua logorreia para cima de Hera qual locutor argentino, narrando o 7 a 1 da Alemanha em cima do Brasil. Permitindo que o todo poderoso e suas amantes fugissem. Desvencilhando-se da falastrona a deusa chegou ao campo das peripécias e safadezas do marido. Mas, não encontrou ninguém. Enganada e virada no estopô, Hera tascou-lhe um cast...

Tecido rasgado

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O sentir é um tecido, delicada trama, frágil tecitura. Sem perceber esgaça,

Hoje é sábado!

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Dia de fazer tudo ou, simplesmente, não fazer nada! Singularmente plural, sábado, ainda não é domingo, mas já não é de segunda à sexta. Sem as desvantagens de ambos e as vantagens dos dois; o sábado se afigura como um domingo com possibilidades de um dia de semana ou, um dia útil, com uma pegada de domingão.

Destinos conectados, efeito borboleta

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A contragosto das posturas egoístas e egocêntricas, que intentam colocar os indivíduos à parte do todo, ilhando as criaturas no descompromisso com os outros e tudo o que nos cerca. Contudo, como parte da teoria do caos, o efeito borboleta, que se aplica a qualquer área do conhecimento, nos dá conta da influência das escolhas de cada um no planeta, no universo; pessoas, natureza, sistemas entrelaçados no mecanismo do existir, que reclama maior responsabilidade e senso de coletividade nas decisões tomadas: no lar,, no trabalho, em nossas interações com tudo e todos.

Depressão. Saia desse quarto! ...

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Desensombre! Não se assombre em suas indevidas sombras, não conspire contra si; destranque-se para destrancar a vida, destrave, desentrave, não sabote-se! Você é bem mais que um quarto, é um todo, é um parto da amplidão. A sorte não visita a quem dela foge, e ninguém e nada acode quem não se permite acudir. Não condicione nem condicione-se; nada de desertar, não deserde-se; a vida nos faz herdeiros da esperança e da fé. Acreditar faz parte do superar de quem supera-se.

Não se estresse, crie pérolas

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Bem observada e percebida, a natureza nos oferece ricas lições de vida. Determinadas espécies de ostra, por exemplo; ao serem invadidas por um corpo estranho como grãos de areia, parasitas ou qualquer partícula que lhes atravesse a concha. Quando o intruso é detectado pelo manto (Membrana de proteção interna), o elemento indesejável é isolado e vai sendo envolvido em camadas concêntricas de nácar  ou madrepérola, predominantemente composta de aragonita. Cristalizando rapidamente, a substância neutraliza o invasor, desencadeando a produção da pérola.

Como a flor de lótus

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De origem asiática, floresce cheia de simbologia em culturas milenares, a formosa flor de lótus; autolimpante, ela flutua sobre o espelho d’água, emergindo da lama sem se sujar. Empresta beleza em lagoas plácidas e doces correntes tranquilas. Suas raízes, penetram o lodo no fundo d’água, enquanto as flores dançam no ritmo do curso e do vento. Alvorece aberta para a luz diurna e anoitece fechada, submergindo na lama. Entre outras peculiaridades, as sementes da flor de lótus podem sobreviver milhares de anos, no aguardo das condições adequadas para germinar. Além disso, a planta tem a singular capacidade de controlar a própria temperatura e por si mesma, é capaz de repelir micro-organismos e resíduos indesejáveis. Poética inspiração, no Ioga a posição de lótus convida para a meditação, na postura com as pernas cruzadas entrelaçadas com a coluna reta e mãos postas sobre os joelhos.

Homem não bate, não maltrata, não mata...

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Fina flor humana, primorosa obra da natureza. Não se presta a objeto, de machista abjeto, dejeto da estupidez. Violência, eclipse da razão, aberração da força bruta. Covarde “argumentação”, tacanhez absoluta. Quem fere só desama, maltrato desengana o amor. Possessividade tirana, artífice funesta da dor. Homem de verdade, não se faz cobarde espancador. Carece travestir-se de “autoridade”, quem traz emasculado ente agressor. Desvirtuada masculinidade, atávica perversão. Sadismo da brutalidade, anacrônico aleijão.

O harém

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Extremista, misógino, machista, preconceituoso, homofóbico, amoral… Eram apenas alguns dos predicados que desqualificavam aquele sujeito arrogante e intratável. Naquela noite, após usar e muito abusar dos serviços de uma profissional do sexo. Sem que nem pra que, ele danou a humilhar e ofender a moça e as mulheres em geral: - Vocês são coisas, são como camisinhas, descartáveis! Uso e jogo fora, mercadorias, objetos do meu bel prazer; brinquedinhos que meu dinheiro pode comprar aos pacotes, pencas… Mulher é tudo quenga, principalmente as nigrinhas! ... Em meio a um sorriso sinistramente sarcástico, a figura de mulher tornou-se um vulto diáfano, seu rosto transmutava em múltiplas faces femininas, mascaradas de dor e ódio. Aterrorizado, de olhar desmensurado, o desgraçado sentiu a mão translúcida daquela presença, atravessar-lhe o peito e esmagar-lhe o coração. Enquanto um enfarto fulminante lhe roubava as forças, ele ainda vislumbrou uma segunda aparição, igualmente incorpórea; e...

Tempo, água em cesto

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O tempo foi feito pra se viver, é como água em cesto; escoa, vai embora, não dá pra se guardar. Não aguarda, não demora, quando esvai-se uma fugaz hora, qual a lágrima que se chora, não retorna pro lugar.

Nosso tempo

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Não, o tempo não é feito de dias, semanas, meses, anos… Ele é feito de gente e por gente, daquilo que a gente faz! Sem gente o tempo não é nada; ele é fruto das nossas vivências e convivências, chegadas e partidas, encontros, reencontros, idas e vindas… Ele transita entre a vida e a morte, o azar e a sorte, os afetos… Velhos amigos, renovadas lembranças; a poesia dos encontros, escrevendo a prosa do tempo. Revivências: Rostos e gestos, palavras e silêncios, saltam do acervo das lembranças na escrita da nossa história, do nosso tempo.

Frustração

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Quem se eleva ou muito se rebaixa, subestima ou superestima, quem passa da conta, quem nem conta faz! Avarentos e perdulários, prepotentes e subservientes; Os que se apressam, os que se deixam apreçar. Gente que nem começa e já desiste, que inexiste; os dados ao vício, os chegados ao ócio, alguns tantos a se acomodar. Uns que correm em demasia, aqueles que rastejam, Há os que pouco almejam e restam a invejar.

Escola e vida

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A escola é vida, como a vida é escola; apreçada pressa, o luto quem consola? Se, deseducado, o adulto desobedece! Como cobrar de quem adolesce? Do infante em seu lúdico afã? Ainda não é hora, não é chegado o tempo; morte à espreita, estreita sorte; a vida e a escola, preferem não arriscar lamento.

Lição poética das cores

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Azul, amarelo e magenta, cores primárias são. Mas, misturadas em pares, secundárias serão. De magenta e azul se faz violeta, laranja vai dar o amarelo com magenta. Azul e amarelo, do verde a mistura está feita. Engana-se quem pensa finda a misturação. Com cores, mesclas infindas se faz.

Colore a vida

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Tem gente que tenta, insiste, intenta viver colorido, como o brincar de criança. Outros, se precipitam entre os tons de cinza da ditada, idade adulta. Há quem pense o viver qual um “mar de rosas”, quem deixe a vida passar em “brancas nuvens”, os que perseguem sonhos dourados, os que colecionam pardacentos pesadelos ou que se viciaram a reclamar que “a coisa está preta”, melindrando aqueles que enxergam na “coisa preta”, uma expressão racista. São os dissimulados “politicamente corretos”, “pasteurizando” o existir e suas cores.

Precisamos agradecer, sempre!

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Pode parecer paradoxal, difícil de entender; mas, precisamos agradecer por tudo que nos acontece. Muitos podem perguntar, agradecer o que? o ente querido que se foi? as dificuldades  que passamos? Doença, desemprego, tristeza? … Agradecer por quê? Admitindo que você seja espiritualista, independente do rótulo religioso que adote. Todos os grandes líderes das mais diversas religiões, deixaram claro que o espírito, a essência que nos anima, transcende ao corpo e a esse tempo que vivemos na Terra, onde estamos em curso, de passagem. A vida não é uma prova teórica; é um exame prático do nosso grau de espiritualidade; um “intensivão”, preparatório para a eternidade. Assim, tudo se faz aprendizado.

Você é sol

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Você é sol, e a missão de um sol é a de iluminar, independente das nuvens que tentem ofuscar seu brilho, ou da noite que procure desmentir a claridade. As nuvens por mais densas que sejam e a noite por mais longa que se faça parecer, são efêmeras e passageiras. O sol brilha independente do que pensem, do que queiram ou tentem fazer, segue na sua missão de vitalizar, dissipando as nuvens, e no meio da escuridão noturna, demonstra sua força refletindo seu brilho no "espelho" lunar. Minúsculas estrelas, como pequeninos sóis dão o recado da dimensão da sua grandeza.