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Hoje é dia de quê?


Despetalando a flor, amor

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Adivinhadeiro amor, despetalando a flor do destino: Bem me quer, mal me quer... Bem querer que chega pra nos adivinhar. Escrevendo, reescrevendo, tatuando no coração. O tempo despetalando a flor do destino, desatino: Bem me quer, mal me quer; bem me quer, mal me quer; bem me quer… O amor adormecido, sonha um amanhecer dourado, Djavaneado; entre o rosa e o lilás.

O dia, a hora; agora!

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Reseta o bom ânimo. Desentulha fora, desatulha dentro; desacumula o inútil, deixa o útil fluir. O ontem não tem jeito, o hoje é o jeito pro amanhã ajeitar. Aceita, aceita-se; ajeita-se! Não espera, não desespera; esperança, acorda a alegria, reescreve a poesia, a possível arte do viver. O que parece impossível? Deixa evolver. Tudo é breve, é passageiro; passa ligeiro se a gente não reter. Despetala a flor do tempo; sem mal querer, só o bem me quer, de tanto se bem querer. Reseta o bom ânimo. Desentulha por fora, desatulha por dentro; desatafulha sentimentos, destralha razões, desentralha emoções. Desacumula o que é inútil, deixa o útil fluir. Salva a calma, cura a alma, deixa sua luz luzir.

Quem é esse tal de Fevereiro?

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... 11º e último mês no calendário luni-solar romano até 46 a.C.. Por ser o último mês do ano, ficou apenas com 28 dias, exceto nos anos bissextos, quando lhe é acrescido um dia. Único mês com menos de 30 dias, isso por conta de injunções políticas... Antonio Pereira Apon. Peculiar por sua duração, o mês, mistura religião, política, paganismo, festa e mitologia para construir sua identidade singular: Segundo mês do ano, tanto pelo calendário gregoriano, como pelo antigo calendário juliano,

Macetando o apocalipse, arrebatamento baiano

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Em plena cidade do Salvador, a irreverência respeitosa de Ivete Sangalo, não podia ter dado melhor resposta: 'Apocalipse, Deus mandou macetar'. A interpretação ipsis litteris de passagens bíblicas, desconsiderando o momento histórico e cultural da época em que foram escritas, trazem a Tessalônica de Paulo de Tarso (5-67 d.C.), para cima de um trio elétrico em pleno carnaval da Bahia (2024), evocando o apocalipse do milenarismo esperado por certas correntes evangélicas. Lembremos que Paulo acreditava que a volta de Jesus aconteceria ainda naquela sua época e não esqueçamos que doenças, guerras entre outras tantas tribulações, não são nenhuma novidade, a sanha apocalíptica espreita a Terra não é de hoje. Precisamos sim de uma humanidade melhor; mais fraterna, solidária, menos preconceituosa e sectária, falso moralista e hipócrita. Carecemos de cristãos verdadeiros, sinceros, que sigam Jesus e não falsos Messias e profetas fake. O Cristo nunca nos deixou e quem procura decod...

Feliz ano novo! acabou o carnaval

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Diverso do que diz a lenda urbana, o ano novo da vida real, só engata lá pra depois do carnaval. O resto, é extraoficial. Um chão cinza coberto de confetes e serpentinas coloridas, com um grande desenho esbranquiçado de um relógio ao fundo (como se fosse feito com pó ou giz). Em primeiro plano há duas máscaras de festa no estilo carnaval/baile de máscaras, com detalhes brilhantes e penas escuras (uma tem um toque de pena vermelha). Entre elas e ao redor aparecem restos de festa: serpentinas, confetes, uma bexiga amarela murcha e pedaços de material rasgado, dando a sensação de que a comemoração acabou e ficou a bagunça. - Imagem do Gemini, descrição baseada no Be My Eyes. Essa postagem fez parte da inspiração para o seguinte vídeo: Em tese, o ano novo começa em 1º de janeiro. Mas, para alguns habitantes dos trópicos tupiniquins, uma antítese coloca o ano para iniciar após o carnaval. Descontados os dias anteriores e os dias da folia. O ano "nascente" com seus d...

Acontece no carnaval

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A Fantasia e a Ilusão, chamaram a Alegria para brincar o carnaval. Não tardou, a euforia foi logo atraz do trio. Porém, a Maldade, que espreitava a Festa requebrar até o chão, chamou o Vício e a Confusão para entrarem no bloco. Depressa chegou a Bebedeira e a Zoeira se achegou.

Não quero essa paz

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Tem paz sem paz, daninha e malsã, danosa. Ilusória, ociosa, por vezes carnavalesca, Distópica, utópica, sabe-se lá! Comprada, vendida, desencontrada... A paz ociosa dos omissos. A do silêncio dos bons, que calam ante os faniquitos do mal. Paz de quem pega carona no acaso, viaja assistindo o tempo passar; desatinada paz, de quem terceiriza o destino. Nada da paz armada, de quem desama até desalmar; de quem bate continência, por conveniência, indolência, ou mero adestrar. A fingida paz de quem diz amém, sem saber a que, ignorando a quem. Paz egoísta dos indiferentes; negligente, de quem não está nem aí, pra nada nem pra ninguém. Paz com cara de paisagem, sem compromisso, enguiço de paz. A dos desacordos internacionais, dos conchavos políticos, das ideologias venais. A paz farsante, mentirosa, cheia de prosa, cínico desdém. Corrupta paz, vendida criminosa, odiosa e malsã. A paz de artifício, entorpecida e iludida, fugitiva, toda trabalhada na irrealidade. Carnavalesca e fantasiosa, p...

Ideias e ideais envelhecidos, não semeiam tempos novos. - Apon. #PensamentoDoDia

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#PensamentoDoDia: Ideias e ideais envelhecidos, não semeiam tempos novos. Antonio Pereira Apon . Deseje um #BomDia! Com uma reflexão, uma frase motivacional. Curta, compartilhe no WhatsApp, Facebook, Twitter... Bom dia! 😊 Você também pode gostar de ler: Datas por mês: Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro No Youtube, assista, inscreva-se no Apon na arte do viver. . Nossos vídeos, você também encontra em nosso canal no Dailymotion . ...

Flor do campo, celebração

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A vida é uma celebração, a célebre ação do viver, comemore; com, memore a dádiva do estar aqui fazendo acontecer: Nascer, inaugurar, transformar, inovar, florir... Observa a flor do campo, ela, que nasce sem se plantar; é a vida em celebração, a célebre ação de aqui estar; comemorar, com, memorar. O aniversário, o nascimento; a inauguração, o casamento; o sucesso, um bom momento… festejar! Festinha, festa, festança; happy hour, café, um chá; florido, para bem inspirar. Manda chamar Amarílis e Verbena, a Íris, Açucena não pode faltar. Convida o Jacinto, a Rosa e o Lírio; a Hortência, Dália, Deise; que o Narciso não tarde em chegar. Yasmim, Jasmim e amaranto; Melissa e Angélica trazendo Gardênia, a violeta cheia de encanto. Que chegue Rosiel e Rosibene, Rosilene, Rosineide, Rosélia com Rosália pra bem rimar. Margarida cheia de vida, Rosalinda, Acácia a se achegar.

Odoyá, Iemanjá! Rainha do mar daqui

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... Iemanjá é um orixá feminino, divindade africana, do Candomblé e da Umbanda. Padroeira dos pescadores, é senhora do destino dos que entram no mar. Reverenciada por muitos na passagem do ano novo e em outras tantas datas, conforme costumes diversos, é no dia 2 de fevereiro que acontece sua grande festa, em Salvador na Bahia, na praia do Rio Vermelho... Antonio Pereira Apon. O Poseidon dos gregos, Netuno dos romanos e o Aegir dos nórdicos que nos desculpem. Mas, o empoderamento feminino, invadiu até mesmo o “divinal”. Assim, ao imaginar-se entidades dominantes das águas, são elas, as “minas”, que assomam à nossa mente: Iemanjá, Iara, Afrodite, Sereias... Que povoam o imaginário popular. Segundo Carl Gustav Jung e seus arquétipos psicanalíticos, todos somos susceptíveis à padrões que se vão repetindo, ficando armazenados no inconsciente coletivo, passados de geração em geração. Conforme o instinto, sentimentos e comportamentos de cada qual, tais padrões eclodem. Daí, podemos i...

Meu defeito de estimação

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Quando um objeto, um Equipamento apresenta um defeito, procuramos consertá-lo. Se não tem jeito ou não compensa repará-lo, providenciamos substituí-lo. Mas, pessoas nem sempre podem ser substituídas. Bem diferente das coisas, gente tem livre arbítrio, vontade. Precisa querer se consertar. Se não quiser, não tem psicólogo, psiquiatra, exorcista, pai de santo... Que resolva. Nem “Jesus na causa”!

Brinquedo do tempo

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O tempo rege o destino que brinca com quem não sabe brincar; a vida não é brinquedo, é ensejo de melhorar, ressignificar a dádiva de se oportunizar. Enquanto a gente brinca, ele, que não é de brincadeira: vai! Modela as nossas formas, cada fase da nossa vida; rabisca sorrisos e lágrimas, risca as rugas do rosto; pinta, repinta os cabelos; coreografa os passos, escreve, reescreve conosco; ou a nossa revelia, sentencia. O que pra nós muito importa, pra ele, desemporta. Faz-se a porta, que aparta o cá de dentro do de lá de fora.

Curiosidades sobre os nomes dos meses do ano

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A origem real do calendário, que é um sistema de agrupamento e cômputo de dias para atender às necessidades de controle, documentação e contagem cronológica de uma cultura, se perde no tempo entre inúmeras suposições. O que modernamente usamos, deriva de uma “equação” histórica entre deuses, números e imperadores da antiga Roma. Antes da fundação do império, tribos latinas povoavam as colinas de Alba. Eles dividiam o ano em dez períodos denominados conforme suas divindades. Se apropriando e adaptando tal sistema, os romanos. Começavam seu “novo” calendário em Martius (atual março). Posteriormente, Numa Pompílio, segundo rei de Roma, acrescentou mais dois meses. Calendário vem do latim calendarium (livro de registro ou de contas), que por sua vez veio de calendae, que indicava o primeiro dia de cada mês. Era o "dia de pagar as contas". O meio do mês era designado por Idus, enquanto Nonae nomeava o nono dia antes de Idus. Confuso, não? O imperador Júlio César, foi responsá...

A casa, a cara de cada um

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O corpo e a alma, uma no outro se abriga; ambos, moram, se demoram numa casa pobre ou rica, que deve ser lar, precisa ser sã, jamais malsã. Canto pro descanso, não pra acomodar. Onde o corpo mora, a alma se demora, faz canto, recanto pra se refugiar. Mas não acomodar. Casa Não é toca pra ninguém se entocar. Seja rica ou seja pobre, nobre, é fazer dela um lar; Faxinar os pensamentos, higienizar os sentimentos, com bom ânimo bem limpar. Desacomodar cada cômodo, que é pro mal não vir estagnar. Só abrigar o que é são, pro que é malsão desabrigar. Um barraco, uma cabana; uma mansão, aquela casa de bacana... Pode ser uma tapera, Vale! Se impera nela, amar. Um loft ou um duplex, flat ou quitinete, edifício ou vivenda… Que se aprenda: não dá pra tardar adormecida, sobreviver adoecida; casa é abrigo pra vida, espaço pra lida se descansar. Alegre ou triste, escura ou solar, plural ou singular.

Como ficar rico sem trabalho ou estudo; conquiste sua mansão, iate, carrão, tudo que o dinheiro fácil pode comprar; sem sair de casa, no maravilhoso mundo do marketing digital

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Se você sonha com o eldorado do marketing digital, antes de comprar cursos e ou outras quinquilharias para enriquecer espertalhão, leia aqui e saia de cima do pudim. As formigas vão te alcançar. Se você é um espertalhão que criou aquele curso imperdível, capaz de ensinar o Pai nosso a padre, como fabricar pente pra careca, vender gelo para esquimó… Ou ainda, descobriu a fórmula fantástica daquele placebo miraculoso; bombador, emagrecedor, rejuvenescedor, que cura tudo e mais alguma coisa, menos ingenuidade e ignorância. Nosso título fala de você; inescrupuloso mercador de ilusões, que arrebanha centenas, milhares de desavisados para comprarem ou venderem suas quinquilharias, à troca de troco, enquanto você sim, fatura e refatura em cima desses iludidos badameiros no lixão do marketing digital. E você? Se candidatou para ser o próximo ricaço? Quer ganhar no mole, sem o menor esforço? Lamento te desiludir, mas você está sendo feito de otário.

Flor de amizade, parabéns pra você

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Amizade é flor atemporal pra além da vida, tem jeitão de êta lelê! Faz aniversariar todo dia, primavera em qualquer estação; dá sempre em bem querer no despetalar do malmequer. Amizade é flor longeva; dá pra lá do tempo, dá pra além da vida. Enseja o bem querer, querer do bem, no despetalar do malmequer. Seu florir, independe de estação; faz primavera em qualquer clima, estima. Êta lelê!

Professores aposentados da Bahia recebendo muito abaixo do piso nacional

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Bahia nega direito de professores aposentados, desrespeitando a lei impondo proventos aviltantes e ferindo a dignidade de quem trabalhou pela educação do estado. Vergonha! Tem até professor em atividade, sem receber o piso. E o desmonte do Planserv? Triste Bahia! De forma vergonhosa e ilegal, o Governo do Estado da Bahia, a 17 anos comandado pelo partido, dito, dos trabalhadores e defensor do social, vem descumprindo a lei do piso do magistério no que concerne aos professores aposentados, negando a estes o piso garantido pela legislação em vigor. Tem aposentado com nível superior, enquadrado no regime de 40Hs, recebendo menos de 30% de um professor em atividade, humilhantes menos de dois salários mínimos. Nem estamos aqui pedindo equiparação ou coisa parecida, mas o mínimo respeito em se pagar o que é devido a quem trabalhou pela educação desse estado. Na página de perguntas e respostas do Ministério da educação: https://planodecarreira.mec.gov.br/perguntas-frequentes#:~:text=Le...

Barulhos e silêncios

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Silêncios que falam, barulhos que calam; borbulho, bolha de sabão. Lúdicos sons a brincalhar. Gosto dos silêncios sãos, sãos barulhos; o resto, manda calar. Gosto dos silêncios que falam, dos barulhos que calam: Um sorriso de criança, o bater do coração amado, o ir e vir da vida, o transitar da rua; o marulho, o barulho silente, o silêncio gritante, brincantes sons do dia a dia. Sem zoeira, sem barulheira. Gosto de ouvir o silêncio cá de dentro, auscultando o barulho lá de fora: O burburinho corriqueiro, o cotidiano ligeiro, seu são barulhar; aquela música tocando ao longe, a cidade a pulsar. Desarranjos de uma arranjada harmonia. Gosto do vento entre as flores, a brisa e seus odores, silêncios a se adivinhar. Sol, lua, estrelas silêntes; silêncios a iluminar.