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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Assim na arte como na vida real





... na vida real, pagamos nós o superfaturado protagonismo nefasto de nossos eleitos. Custeamos a ideia fixa da reeleição, o (mal) feito não inaugurado, os empreendimentos escusos, a corrupção desavergonhada, os salamaleques e outras...

Antonio Pereira Apon.


Dinheiro espalhado.

Quem não conhece um prefeito bipolar, que oscila entre espertalhão e paspalho, manobrado por uma perua destemperada? Pois é, alguns personagens da ficção conseguem transcender a caricatura e se tornarem um retrato fidedigno de certas personas não gratas desse circo de horrores da nossa politicaria. Patacio Peixoto e sua primeira-dama Ternurinha assim como Isaias (Sasá) e sua Minerva são a cópia encarnada e esculpida de tantos gestores e suas literais patroas em tantas Brogodós e Preciosas por esse Brasil a fora.


Nas novelas sprotagonizam cenas impagáveis, na vida real, pagamos nós o superfaturado protagonismo nefasto de nossos eleitos. Custeamos a ideia fixa da reeleição, o (mal) feito não inaugurado, os empreendimentos escusos, a corrupção desavergonhada, os salamaleques e outras coisitas...


Os folhetins retratam com magistral fidelidade a maneira como essa gentalha tapeia seus eleitores (os "vira-latas") transformando os municípios no ó do borogodó, na casa de Noca, da Mãe Joana ou outras menos cotadas. Portanto, povo de nossas cidades não fictícias. Tomem vergonha na cara!


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