Solidão - Apon na arte da vida

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Numa conversa , o viver versa, proseia, a vivência se dá a conhecer. hÁ tanto tempo te conheço e tanto te desconhecia... Só agora compree...

Solidão

Publicado em domingo, 14 de maio de 2017


Ilustração oficial do blog - Uma rosa vermelha na diagonal, sobre um fractal do por do sol, com o nome Apon em relevo, na parte inferior da imagem. #PraCegoVer

Ausência tão presente,

coração indigente,

vazio

que à alma vem encher.

Silêncio

na mudez da noite.

calada, a emoção

contempla o silente firmamento;

crepúsculo do sentir,

tempo que passou

sem levar o que deixou de passar.

Confinado, o amor

Já não quer nem querer,

solitário menestrel

já não versa o afeto perdido,

o sonho esquecido,

o que resta do que não restou;

versa triste

a triste solidão,

que lhe molha os olhos

abortando as palavras,

que natimortas

amargam a boca

que ela vem beijar.



Postado aqui em 07 de setembro de 2010.


Antonio Pereira Apon.

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Um comentário:

  1. Quando outras emoções se estiolam no vaivém dos choques, a amizade perdura, companheira devotada dos homens que se estimam.

    Se a amizade fugisse da Terra, a vida espiritual dos seres se esfacelaria.

    Ela é meiga e paciente, vigilante e ativa.

    Discreta, apaga-se, para que brilhe aquele a quem se afeiçoa.

    Sustenta na fraqueza e liberta nos momentos de dor.

    A amizade é fácil de ser vitalizada.

    Cultivá-la, constitui um dever de todo aquele que pensa e aspira, porquanto, ninguém logra êxito, se avança com aridez na alma ou indiferente ao elevo da sua fluidez.
    Joanna de Ângelis

    Apon, passando prá te deixar o meu carinho.

    Paz e luz no seu caminhar, amado irmão.

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