A morte. O que é? Quem sabe responder? - A arte da vida. Apon HP


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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

 

                    A morte. O que é? Quem sabe responder?              

     

Ponto final? Paragrafo? Continuação? Reticencias? ... Para onde vai a vida?


Raio de luz entrando na caverna.


Uns creem na reencarnação,

outros na ressurreição,

uns dormem aguardando o juízo final,

outros vagam num sofrer infernal.

Para alguns é o ponto final,

o termo da vida.

Para outros é continuação ou mera vírgula.

É o fim para alguns,

para outros o recomeço.

Uns vão para o céu, ou para o inferno,

outros voltam inúmeras vezes,

buscando evoluir...

Quem tem razão?

Eu tenho minhas certezas!

E você?



(Postado aqui em 20 DE JANEIRO DE 2011).


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12 comentários:

  1. Tbm tenho as minhas certezas e já perdi o medo da morte qdo perdi um dos meus maiores tesouros nessa vida.
    Acredito no reencontro, a morte é uma passagem.

    Um abraço, querido amigo.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Que bom ter a certeza de que a morte não é o fim. Que transcendemos ao tumulo, quando despimos o corpo e nos vestimos de infinito, para seguirmos evoluindo e vivendo.

      Um abração Paty.

      Excluir
  2. Linda poesia e tema sempre inquietante...abraços, te vi na Paty Michele.

    chica

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. É o nosso inquietant desconhecimento de nós mesmos e do destino que traçamos dia a dia nessa escola sem fim que é a vida.

      Um abração Chica.

      Excluir
  3. Parabéns, seus escritos são lindos! Um abraço!

    ResponderExcluir
  4. OLá Antonio meu querido poeta!

    Muito interessante a sua postagem do momento. Gostei desse teu questionar , pra envolver os teus leitores e fazê-los pensar. Muito bom isso!

    A morte pra mim é o ACORDAR em outra dimensão. A vida é UMA SÓ, mas em duas etapas: na matéria e fora dela. Ponto.

    Mas, vamos combinar. A melhor resposta pra tua pergunta eu lha dou, lá no SEMENTES PRECIOSAS, num conto que escrevi pra Blogagem Coletiva, do Christian V.Louis, LENDAS URBANAS. Que tal ir conferir?

    Te espero lá.

    Beijos da Lu...

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá Lú.

      Adorei seu magnifico conto (?). “Fictício”? Será mesmo? Tem vezes que a vida escreve sem a gente perceber, médiuns do infinito, em alguns momentos podemos manifestar na arte a realidade invisível da vida que sobrevive à morte. Até onde a ficção? A realidade? Literatura? Psicografia? De qualquer forma. Parabéns! Muito bom mesmo.

      Um abração querida amiga.


      Recomendo a leitura: http://sementespoeticas.blogspot.com.br/2012/10/lendas-urbanas-blogagem-coletiva.html

      Excluir
  5. Muito boa noite Antonio Pereira!
    Belo poema sobre algo que para muitos é o fim e para outros o recomeço!
    Algo tão contraditório não é mesmo?
    Mas a verdade é que não sabemos ainda o que existe do outro lado da vida!

    Parabéns pela poesia, ser poeta é um dom divino!
    Abraços e ótima excelente semana!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Tardamos sob o império do corpo, subjugando o espírito às materialidades. Apercebidos dos reais valores do ser, incompreendemos aquilo que transcende ao imediato.

      Obrigado Adriana.

      Um abração.

      Excluir
  6. Também tenho minhas certezas....acredito que Deus não nos criou para nos matar...


    Prazer! Vim através da PAty...
    bjsMeus
    Catita

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Pois é Cátia. Deus nos criou para a vida, para a eternidade. Estamos corpo, mas somos espíritos.

      Obrigado pela visita.

      Um abração.´

      Excluir

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Antonio Pereira Apon.



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