Memória - A arte da vida. Apon HP


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segunda-feira, 18 de novembro de 2013

 

                    Memória              

     

... guarda as chaves do passado, as tantas senhas do futuro... ...Individual e coletiva, singular e plural, imaterial materialidade...


Antonio Pereira Apon.


Explosão nuclear.


Cuidadora da cultura,

Zeladora da civilização...

A memória é a guardiã do tempo,

testemunha do ido que ficou,

do que passa sem passar;

o aprendido e o esquecido,

revelado ou escondido...

Guerras a evitar,

tiranias a combater,

mentiras a vencer.

Individual e coletiva,

singular e plural,

imaterial materialidade,

física,

metafísica...

“Videoteipe” da História;

a memória guarda as chaves do passado,

as tantas senhas do futuro.

Sem memória, um homem sofre de amnésia.

Desmemoriado, um povo padece de ignorância.


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16 comentários:

  1. Olá, António!

    Você e aquilo que escreveu se revestem de beleza literária e também de razão.

    QUE/M SOMOS NÓS SEM MEMÓRIA COLETIVA OU MESMO SINGULAR? NADAAAAAA.

    É o passado que explica o presente e antecipa o futuro.

    Um povo, que não lembra da sua História, não é gente", é cópia do original.

    Uma boa semana.

    Aquele abração!

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    Respostas
    1. Sem memória, perdemos o aprendizado proporcionado pelo tempo e seguimos repetindo, tropeçando em velhos erros. Sem memória, o povo sobrevive como gado, sem destino e sem razão.

      Um abração e uma boa semana.

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  2. António, eu de novo!

    Me esqueci de referir que há nova publicação no "Afetos e Cumplicidades", que esteve a opção comentários encerrada.
    O assunto "toca" a todos, porque é muito importante.

    Abraço da luz.

    ResponderExcluir
  3. Revisito sempre minhas memórias... Há sempre edificantes exemplos a seguir ou a descartar... É minha história de vida. Reflexão pertinaz.
    Abraço.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. A memória é nosso “livro de consultas”, nossos erros e acertos estão lá impressos. Visita-la é aprender, reaprender...

      Um abração.

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  4. Amigo poeta Antonio, um povo sem memória não vive o presente de forma digna, seu poema veio a calhar em um momento que, espero seja decisivo para esse país, havemos de repensar, queremos dignidade para todos, o povo tem poder, ele pode mudar esse terrível quadro, esperança, ah, foi mesmo a unica coisa que sobrou na
    "Caixa de Pandora"!
    Abraços amigo poeta querido!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Apostando na falta de memória do povo todo tipo de indignidade é perpetrada. Cabe ao eleitor lembrar-se de não eleger nem reeleger os(as) indignos(as). Muita gente deveria está fazendo companhia aos mensaleiros presos(?). Até porque, o “Ali babá” ficou impune. E cadê o resto dos mais de 40 ladrões???

      Um abração.

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  5. Antonio,
    acho que a falta de memória do nosso povo é conveniente para a maioria dos governantes.
    Lastimável!

    Parabéns pelo poema.
    Um abraço.

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    Respostas
    1. Se o povo tivesse memória e um pouquinho de vergonha na cara, não teríamos tantos descalabros nessa democracia de faz de conta.

      Um abração.

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  6. Oi Antonio,
    A memória de um povo é um tesouro feito de vivencias!
    Preservar a memória é que são elas. Nós brasileiros, temos fama de "não ter memória", pois esquecemos rápido por demais!
    Excelente texto!
    Tenha uma linda semana!
    Beijos!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. No Brasil, transformaram o tesouro da memória em uma caixa de bijuterias baratas, mas bem superfaturadas.

      Um abração.

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  7. E como esse povo fica desmemoriado rapidamente, não? Impressionante... e toda uma nação paga por isso. Um abraço!

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    Respostas
    1. A ditadura adestrou o povo a esquecer, nada saber, ouvir ou ver. Seus sucessores aprimoram a técnica, anestesiando as massas com “bolsas”, mentiras, bravatas, propaganda e factoides.

      Um abração.

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  8. O livro escolar de história ajuda e muito, seja ele de História Universal ou Brasileira. Um poema que incentiva a leitura constante para ajudar a memória. Valeu! Um abraço, Yayá.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Como bem versou Castro Alves:

      "...bendito o que semeia
      livros, livros a mancheias,
      e manda o povo pensar.
      O livro, caindo n'alma,
      é germe que faz a palma,
      é gota que faz o mar".

      Um abração.

      Excluir
  9. Boa tarde!
    Mais uma vez, postando o Poetizando e Encantando no Sábado deixando o seu convite para participar desta BC, como sempre vem participando para nossa alegria e valorização desta brincadeira. Desde já agradeço de odo coração, sua participação maravilhosa!
    Tem retrospectiva com três amigas que sempre nos encantam a cada participação. Na sequência das edições contemplarei a todos como forma de agradecimento e carinho.

    Abraços da amiga Lourdes Duarte

    ResponderExcluir

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Antonio Pereira Apon.



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