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Cadê eu?

Publicado em segunda-feira, 2 de dezembro de 2019



... desencontrados de nós mesmos, aguardamos uma resposta externa, mágica, uma panaceia redentora, que não vem e não virá. Retomar o endereço de casa, visitar e revisitar o nosso pensar e sentir, mergulhar nas profundezas abissais de nós mesmos; só aí encontraremos...





#PraCegoVer: Jardim florido, pintura de Monet.

 Temos nos desencontrado, buscando respostas nas pessoas e nas coisas, mas, cada um é guardião das suas próprias respostas e as coisas são somente coisas, não são respostas. Podemos partilhar o caminho, compartilhar com o outro a caminhada, porém, ninguém pode caminhar por nós! O carro, a casa, a roupa, os Gadgets tecnológicos… Para além de suas utilidades específicas, não passam de artifícios da ilusão. Perseguindo os clichês românticos, os casais se desencontram um no outro, desencontrados na quimera da “cara metade”, da “alma gêmea”. Afinal, não dá para terceirizar! Nessa trilha dos desencontros, desencontramos nosso Deus interior, interface imprescindível para nos conectarmos ao Deus cósmico, e vamos inutilmente tentando nos encontrar, e á Deus, nos improvisos da fé, utopias da “salvação”. Sequestrados pela pressa e o imediatismo, corremos acelerados para lugar nenhum, sem por que nem pra que, simplesmente afobados.
Assistimos uma onda de distúrbios do ser assaltar a sociedade: depressão, suicídio, vício, neuroses, psicoses… Enquanto, desencontrados de nós mesmos, aguardamos uma resposta externa, mágica, uma panaceia redentora, que não vem e não virá. Retomar o endereço de casa, visitar e revisitar o nosso pensar e sentir, mergulhar nas profundezas abissais de nós mesmos; só aí encontraremos nossas respostas. E, sendo cada um, uma célula da sociedade, nos reencontrando, por consequência, o todo se reencontrará.

Nos permitamos contemplar as flores do bem que tentam vicejar em nosso jardim interior, retirar as daninhas ervas do mal, extirpar nossos espinhos de estimação, limpar os detritos emocionais, a lama consciencial, dissipar as sombras comportamentais e fazer brotar de nós o nosso melhor. Assim, teremos a resposta para uma pergunta que nos devemos fazer sempre: Cadê eu?

10 comentários:

  1. Oi, Tonico!

    Evidente que a panaceia redentora não veio, nem nunca virá. Temos que ser nós a nos analisar, pormenorizadamente, e buscar caminhos de solução para que nos possamos encontrar na totalidade, como pessoas, quero dizer.

    Gostei da Pintura de Monet. Tem muita cor, sobretudo verde, natureza.

    O teu anterior post, que já li, e como tu dizes "mar rima com amar", por azar, acrescento eu -rs.

    Você, meu todo lindo, posta todos os dias, e não me admiro nada se postar duas vezes ao dia. Tá com uma pedalada de palavras, que nem lhe conto. Se for assim em tudo, ah, não dá para te "acompanhar"-rs rs rs. Deve ser da época, natal e tal, e fim do ano. Virá um outro, semelhante ou pior k esse, não sei. Pra mim, pode ser igual.

    Bisous, mon chéri!

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    1. Há épocas de maior inspiração, como essa, noutras, a criatividade escasseia. Mas, para mim, não pode faltar a esperança. Por mais difícil que pareça, e seja! Desacreditar de tudo, é abortar qualquer sentido para a vida. Coisas boas e coisas ruins acontecem todos os dias, precisamos focar mais no bem e não dar tanto protagonismo ao mal. Pode demorar, pode ser que nós, nessa vida, não presenciemos, porém, com certeza, dias melhores virão.

      Um abraço. Tudo de bom.
      A ARTE DA VIDA. APON HP 💗 Textos para sentir e pensar.

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  2. Olá Antonio, muito boa tarde!!
    Que belo texto, bem condizente com a nossa realidade!
    Essa época do ano nos emerge em uma profunda reflexão e em um grande desejo de renovação!
    Um grande abraço amigo!
    Tenha uma excelente semana!! ;))))

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    1. Que algum dia, o espírito natalino se estenda para todo o ano, acordando boas reflexões e convidando-nos para mudanças reais.

      Um abraço. Tudo de bom.
      A ARTE DA VIDA. APON HP 💗 Textos para sentir e pensar.

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  3. Um texto muito interessante de e ler! Grande realidade!:)
    -
    Olho as montanhas, sem cor
    Beijo e uma excelente noite!

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    1. Nos encontrarmos com nós mesmos é o grande passo para o fim dos desencontros com os outros.

      Um abraço. Tudo de bom.
      A ARTE DA VIDA. APON HP 💗 Textos para sentir e pensar.

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  4. Essa é uma época de grandes inspirações, clima de Natal, sensibilidade a flor da pele mexendo com todos!
    Amei ler querido amigo poeta!
    Abracos!

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  5. Grata pelos bons momentos de leitura.
    Encontrei lucidez e sensatez.
    Tudo de bom.
    Beijo, Amigo.
    ~~~

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    1. Os agradecimentos são meus, por seu gentil comentário e a presença constante, me honrando com sua leitura. Escrevo é para vocês amigos e amigas.

      Um abraço. Tudo de bom.
      A ARTE DA VIDA. APON HP 💗 Textos para sentir e pensar.

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Antonio Pereira Apon.




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