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A troca de Não Presta por Qualquer Coisa

Publicado em segunda-feira, 11 de maio de 2020



... aprendeu? Qualquer coisa não é alguma coisa para responder ao que não presta. Mudar tem que ser para melhor. Vamos tentar! Juntos podemos! Lá nós, fazendo acontecer diferente...




Tela da urna eleitoral eletrônica. #PraCegoVer

Infelizmente, não dá para pular os incertos momentos; a vida não dá saltos nem tem um botão redentor. Mas, assim como sabemos que nada é por acaso, também temos a ciência de que, tudo passa. Isso também vai passar! Que fique uma lição humanizante que nos liberte dos grilhões dos nossos queridos desvalores e outros tantos defeitos de estimação.

Na Balbúrdia do Sul, o povo buscava um Salvador da Pátria, com as graças do Céu e os poderes da Terra. Assim, elegeram Não Presta, um sujeito bom de lábia, mais escorregadio do que baba de quiabo; como o cara, fez e deixou fazer muita besteira, passou a ser odiado por metade dos balburdianos. O que abriu espaço para o surgimento da improvável candidatura de Qualquer Coisa, um indivíduo maligno e treteiro; dizia o que o povo queria ouvir, fingia falar em nome de Deus vociferando logorreico as mais absurdas sandices, que provocavam um verdadeiro orgasmo em seus devotos e devotados seguidores; era arrogante para disfarçar sua ignorância; estúpido, para camuflar sua incompetência; bruto, para acoitar sua incapacidade… Qualquer Coisa, era de fato, qualquer coisa.

Existiam outros candidatos, mas o povo, manipulado pela ideologia desonesta da polarização, assumiu a postura plebiscitária do tolo extremismo, o tão nefasto, “nós contra eles”, o “bem contra o mal”. Era Vou Continuar, candidato de Não Presta contra Qualquer Coisa. Ninguém deu trela para Vamos Tentar, Alguma Coisa, Lá Nós ou Juntos Podemos, candidatos que não prometiam,propunham; não deliravam, pediam pés no chão, convidavam os cidadãos a construírem, fazerem parte das mudanças. Porém, o povo esperava um “anjo” porradeiro, um “arcanjo” da salvação, transgênico Messias que consagrasse o menor esforço, a glória do jeitinho. Nessa vibe, Qualquer Coisa ganhou, para a derrota da Balbúrdia, quase dizimada por um surto, provocado pelo vírus “Insensatus Alienus Empacantes” que produzia delírios fanáticos, insensibilidade altista, descaso cretino, falta de noção galopante… Era um quadro terrível! Sem remédio e sem vacina a doença matou milhares, devastou a economia… e como sequela, ficou uma resposta/pergunta em cacoete: “E daí?!” Os eleitores, tinham trocado, menos de seis, por menos de meia dúzia. Ou seja, alhos por bugalhos.

Será que a Balbúrdia do Sul aprendeu? Qualquer coisa não é alguma coisa para responder ao que não presta. Mudar tem que ser para melhor. Vamos tentar! Juntos podemos! Lá nós, fazendo acontecer diferente, sem um falso e malfadado “Salvador”.

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4 comentários:

  1. Como sempre fantástico. Obrigada pela leitura!:)
    -
    O que diz o meu olhar ...

    Beijo e uma excelente semana!

    ResponderExcluir
  2. Amigo António, está uma sátira excelente!!
    Foi uma leitura bem divertida...

    Tem sido uma polarização e um sectarismo assustador!
    Tive uma questão com um blogueiro -- a propósito da censura de livros que repudiei, o sujeito afirmou que em Portugal e Espanha eram todos vermelhos...
    Perante este sectarismo, saí para não mais voltar...

    No dia 25 de Abril, como enfeitei o meu blog com cravos vermelhos, houve gente que pensou que eu era comunista....
    KKKKKK... Fogem da bela cor como o mafarrico foge da cruz...

    Depois de tanta tristeza, desejo que realmente o povo aprenda a não usar o voto como arma de vingança.

    Votos de boa semana, com um abraço de boa amizade.
    ~~~~~~~~~~~~~~~~

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Infelizmente, as pessoas não querem perceber quão burra e daninha é a polarização que só serve aos politiqueiros e suas quadrilhas partidárias de esquerda e de direita. Tudo farinha do mesmo saco fisiológico. Ideologia é o mefisto canto de sereia que encanta asnos. Por conta dessa sandice, o Brasil, desde 2013, vive que nem cachorro correndo atrás do rabo, sem ir para lugar nenhum. Aliás, piorando, deteriorando dia a dia, na troca do que não presta por qualquer coisa, no voto insano do ódio, do revide, da vingança que não servem ao povo nem a qualquer país que se preze.

      https://www.youtube.com/watch?v=_nQZ75ciKGg

      Um abraço. Tudo de bom.
      A ARTE DA VIDA. APON HP 💗 Textos para sentir e pensar.

      Excluir

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Antonio Pereira Apon.





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