Leve brevidade


A alma envereda o bosque do infinito, gira o sansara; cada ser, se faz pó, refaz-se no ressopro divino; reescrevendo o destino, redestino imortal.


A imagem mostra uma única pena branca com detalhes intrincados, flutuando contra um fundo desfocado. O fundo apresenta suaves efeitos de luz bokeh circular em tons de azul, bege e branco, dando à imagem uma qualidade sonhadora e etérea. A própria pena é delicada, com fios finos e um eixo central liso. #PraCegoVer #ParaTodosVerem

A vida é breve,
leve qual a pluma que o vento leva.
Passageiro tempo,
sopro da nossa passagem.
Qual o sol,
que aqui se faz crepúsculo ,
para mais ali alvorar.
A alma envereda no bosque do infinito,
equação do feio e do bonito,
bem e mal;
tudo é o que é,
o que precisa ser do nosso finito estar.
Gira a roda do sansara;
cada homem,
cada mulher,
se faz pó e do pó refaz-se no ressopro divino;
de vida em vida,
Escrevendo,
reescrevendo o destino,
redestino imortal.
Leves,
breves pegadas na areia do tempo,
cósmico soprar


4 Comentários

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  1. Deixo os meus parabéns pela partilha e inspiração poética. Cumprimentos

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  2. Caro amigo Antonio,
    A vida é um sopro e o tempo implacável, só nos resta viver plenamente e intensamente!
    Belíssimo poema meu amigo!
    Um abraço!

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  3. Boa noite de Paz, amigo Antônio!
    A vida é muito breve sim...
    Como diz a Palavra: é um sopro.
    Que saibamos aproveitar cada vento que bafeja sobre nós!
    Tenha dias abençoados!
    Abraços fraternos

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