Ecos do viver

Autoconsciente, cada um é autor e protagonista do seu viver, Ninguém é eco dos outros, marionete do acaso, folha ao vento; mas sujeito do seu querer.


No controle. #PraCegoVer #ParaTodosVerem
A imagem mostra um homem adulto, de meia-idade, com pele morena clara, cabelos curtos grisalhos e barba curta também grisalha. Ele tem traços calmos e um olhar sério e concentrado. Está em primeiro plano, em tamanho grande, ocupando quase toda a parte direita da cena. Ele veste uma camisa escura e aparece em uma posição de controle, com os braços levantados e as mãos abertas para frente, como alguém que manipula fios invisíveis. Das mãos desse homem descem fios finos, como os de uma marionete. À esquerda da imagem, presa a esses fios, há uma versão robótica dele mesmo. Esse “outro Apon” tem exatamente o mesmo rosto e expressão, mas seu corpo é metálico, feito de placas prateadas e detalhes tecnológicos azulados. Um dos lados do rosto mistura pele humana e partes mecânicas, mostrando que ele é meio homem, meio máquina. Ele está de pé, como um boneco sendo controlado. No centro da cena, também preso por fios, aparece outra versão do mesmo homem. Esse segundo duplo é totalmente humano, mas está em estado catatônico, como um sonâmbulo. Ele caminha lentamente com os braços estendidos para a frente, mãos caídas, sem expressão consciente no rosto, como alguém que anda dormindo e não tem controle próprio. O homem principal, maior, no lado direito, controla os dois ao mesmo tempo, como um mestre de marionetes controlando seus próprios reflexos: um tecnológico e outro perdido, sem vontade. O fundo da imagem é um céu dramático, com nuvens densas e cores de pôr do sol, misturando tons de azul, cinza e dourado. Isso cria uma atmosfera surreal, quase onírica, como se tudo estivesse acontecendo em um espaço simbólico entre realidade e sonho. A sensação geral da imagem é de introspecção e conflito interior: o mesmo homem aparece dividido em três versões — o que controla, o que virou máquina e o que anda sem consciência — sugerindo uma luta entre razão, tecnologia e espírito. - Imagem e descrição do Chat GPT.


Viver é conviver,
influenciador e influenciado,
o homem no mundo,
ciente de si, não se aceita teleguiado.
Sendo sujeito, não se sujeita,
não se presta a objeto;
objeta,
para compreender, aceitar e refletir.
Autoconsciente,
conhecedor de si,
diante de qualquer dilema,
traz por lema,
ser a solução, não o problema.
Somos as vozes,
não somos os ecos;
gente, não somos bonecos.
Não somos folhas ao vento,
somos o tempo do que fazemos ser;
não somos do acaso,
do azar ou da sorte,
somos o norte do nosso melhor.
Somos o plumo,
o aplumo do nosso querer e ser.
Somos autores e protagonistas,
somos senhores da nossa escrita,
somos o destino que estamos a escrever.
Independente de outros quereres,
somos o nosso querer;
que pensem,
que falem,
que deixem transparecer.
Vivamos nós,
o nosso viver.

1 Comentários

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  1. Amigo Antônio, boa noite de paz!
    Não somos marionetes de ningúem, tudo tem limites.
    Seus poemas são reflexivos com temas interessantes.
    Tenha dias abençoados!
    Abraços fraternos

    ResponderExcluir
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