Comemorações,; mensagens, pensamentos, poesia, cultura; arte com Antonio Apon, autor de: A pedra, o distraído nela tropeçou... Arte, vida para pensar e sentir.
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Neste post, a poesia ganha vida através de uma melodia envolvente na musicalização do Suno AI. A letra celebra a essência criativa do artista baiano, transformando cada ciclo de vida em uma verdadeira obra de arte. Deixe-se levar pelo ritmo e pela sensibilidade dos versos que exploram o tempo, a inspiração e o constante renascer de quem cria e recria na arte da vida e do viver.
Imagem surrealista, ambientada em Salvador, Bahia, ao pôr do sol. À esquerda, uma baiana, com vestido branco rodado, turbante e colares coloridos. Ela está de costas, voltada para o mar. À sua frente, o mar azul reflete a luz dourada do entardecer. No centro da cena, um homem pratica capoeira sobre uma ladeira de pedras. O movimento é congelado no ar, com uma perna elevada. À direita, um violão em primeiro plano ocupa grande parte da imagem. Partituras musicais envolvem o instrumento como se fossem faixas de papel esvoaçantes. Notas musicais saem do violão e se transformam em pássaros que voam em direção ao céu. No alto à esquerda, um relógio derretido flutua no ar, sugerindo passagem do tempo de forma simbólica. Ao fundo, aparecem pontos turísticos de Salvador, como o Elevador Lacerda e a Igreja do Bonfim, iluminados pela luz quente do pôr do sol. Na parte inferior, há flores tropicais coloridas, um tambor e uma borboleta de asas vibrantes. A imagem transmite sensação de celebração cultural, musicalidade, passagem do tempo e renascimento artístico. - Imagem e descrição do ChatGPT.
Como todo bom baiano,
artista não nasce, estreia.
Faz de cada aniversário uma epopeia,
não só de uma;
mas de muita ideia.
Reversa o verso no versar da vida,
inversa a lida na arte do viver.
Artista arruma um jeito pro sem jeito,
dedilha o tempo,
reescreve o espaço-tempo,
faz releitura a leitura do seu fazer. Faz arte de tudo e todos,
bordeja ao querer da inspiração.
Artista principia,
a cada primavera reinicia,
recria a criação.
Como todo bom artista,
baiano não nasce, estreia;
proseia,
vai na arte.
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