Mulher, senhora do seu destino 👑
Mulher empoderada quebra estereótipos e luta contra o machismo. Uma jornada de força e resiliência, inspirada por figuras mitológicas, históricas e científicas. Senhora do seu destino.
O texto explora o empoderamento feminino, destacando a quebra de estereótipos e a luta contra o machismo estrutural. Ele traça um paralelo entre as figuras mitológicas, históricas e científicas que demonstraram a força e a resiliência das mulheres ao longo dos séculos. O texto celebra a mulher como a verdadeira senhora do seu destino, capaz de moldar sua própria trajetória e ocupar espaços em todos os campos, da arte à ciência.
Empoderada, a mulher despe o estereótipo do sexo frágil, a fantasia da apassivada musa inspiradora, da Amélia, aquela que jamais foi mulher de verdade. Do barro primordial da mitologia Suméria, onde a deusa Ninhursag moldou a humanidade 🌱, até as telas de Artemisia Gentileschi, onde a força feminina desafiou a violência 🎨, a história é testemunha da resiliência das mulheres. Ela que não mais se presta a objeto, objeta, contesta a bula do patriarcado caquético e rançoso, a rancorosa ideologia misógina de um decrépito machismo estrutural. Essa força vital, que se assemelha à elan vital de Bergson ✨, recusa-se a ser confinada.
O machismo, conservadora macheza tóxica que carece de um autorreconhecimento constante de sua testosterônica masculinidade insana e depravada, tenta rebaixá-la. A patologia extremista do macho alfa, verdadeiro fundamentalismo da virilidade porradeira, segue intentando diminuir a mulher desde a “perniciosa” Eva, nascida da costela do tal do Adão, o imaculado coitado, levado pela “víbora” à perdição 🐍. Contudo, como Hipátia de Alexandria, farol da ciência e da filosofia em tempos sombrios 🔭, as mulheres enfrentaram e enfrentam a brutalidade que busca silenciá-las. Da gênese até aqui, a trajetória feminina é escrita e reescrita em incessantes batalhas contra a velhacaria sexista. ⚔️ Dignidade, trabalho, voto, igualdade de direitos… São tantas as lutas das mulheres, incluindo o mais elementar de todos: o direito à vida, muitas vezes usurpado por um androcentrismo dementado que outorga um pretenso título de posse sobre suas vítimas. Daí a violência doméstica intentando calar, dominar, subjugar… Um despropósito quase que institucionalizado por esses ogros insepultos, chegando ao absurdo dos absurdos: o feminicídio 🚫. Mas, como as Musas gregas, que inspiraram toda a criatividade e conhecimento 🏛️, a mulher resiste desensombrada, fazendo acontecer.
E o masculinismo caduco, nos estertores da sua dominação malsã, ainda persiste no vão intento de sepultar o ímpeto renovador, a transformação promovida pela mulher; desnuda das velhas fantasias; ela veste o modelito que mais lhe aprouver: de casa ao poder político, da mecânica à medicina, da arte à ciência… Marie Curie, pioneira na radioatividade e a primeira pessoa a ganhar dois prêmios Nobel 🧪, é um exemplo do poder transformador da mente feminina. Sua vontade é o limite! Seu amo e senhor, brochou! O príncipe anda por aí catando um distópico sapatinho… 👠 Elas são as deusas da mitologia que governam e criam, as personagens da história que moldam nações, as autoras e protagonistas de um novo desiderato. Essa é a mulher. Senhora do seu destino. 🌍💪
Algumas referências:
• Ninhursag: Deusa-mãe da mitologia suméria, ligada à fertilidade e à criação da vida a partir da terra. Representa a origem da força criadora feminina.
• Artemisia Gentileschi: Pintora barroca italiana. Suas obras (como Judite Decapitando Holofernes) são famosas pela representação de mulheres fortes e pela superação pessoal de abusos sofridos em uma época misógina.
• Henri Bergson (Elan Vital): Filósofo que propôs a ideia de uma "força vital" ou impulso criativo que impulsiona a evolução e a vida, aqui comparada à energia feminina.
• Hipátia de Alexandria: Filósofa, astrônoma e matemática neoplatônica do século IV. Tornou-se um símbolo da ciência e da liberdade de pensamento, tendo sido brutalmente assassinada por fanáticos religiosos.
• Musas Gregas: As nove filhas de Zeus e Mnemósine, cada uma presidindo sobre um ramo das artes e ciências (como Clio para a História ou Urânia para a Astronomia).
• Marie Curie: Cientista polonesa naturalizada francesa. Foi a primeira mulher a ganhar um Nobel e a única pessoa a ganhar dois prêmios Nobel em áreas científicas diferentes (Física e Química).
A patologia extremista do macho alfa, verdadeiro fundamentalismo da virilidade porradeira, segue intentando diminuir a mulher desde a “perniciosa” Eva, nascida da costela do tal do Adão, o imaculado coitado, levado pela “víbora” à perdição 🐍.
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