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Nossas casas

🏠 Onde fica seu verdadeiro lar? Um poema que desvenda as moradas da alma e da mente, alĂ©m das paredes fĂ­sicas. Descubra! ✨ #Poesia#LarVerdadeiro

Explore o poema das Nossas Casas, uma reflexĂŁo profunda sobre os abrigos da existĂȘncia, da casa fĂ­sica ao refĂșgio da mente. Uma leitura envolvente que questiona onde realmente residimos e como cuidamos dessas moradas invisĂ­veis.

Homem de pele morena, cabelo grisalho curto e barba rala, sentado em um gramado verde, com expressĂŁo pensativa e a mĂŁo apoiando o queixo. Ele veste camiseta azul‑escura e relĂłgio metĂĄlico no pulso esquerdo. AtrĂĄs dele hĂĄ um lago calmo em um parque com muitas ĂĄrvores altas e palmeiras ao redor, e a ĂĄgua reflete a vegetação. Sobre a paisagem foram inseridas vĂĄrias montagens digitais: logo atrĂĄs do homem, no centro, aparece o contorno translĂșcido de uma casa desenhada em linhas brancas, como um projeto em 3D. À direita desse desenho hĂĄ uma casa real de dois andares, estilo norte‑americano, refletida na ĂĄgua. Mais Ă  direita, sobre o lago, estĂĄ uma grande galĂĄxia em espiral brilhante, com nĂșcleo claro e braços azuis repletos de pontos luminosos, e outra galĂĄxia semelhante aparece mais Ă  esquerda, prĂłxima ao gramado, como se estivesse flutuando diante do homem. Perto do ombro direito dele hĂĄ uma pequena silhueta luminosa humana, esbranquiçada, parecendo uma figura espiritual. No fundo, Ă  direita, no meio das ĂĄrvores, existe uma casa na ĂĄrvore de madeira construĂ­da sobre um tronco grosso. Um pouco abaixo dela, na margem do lago, hĂĄ a entrada de uma espĂ©cie de caverna ou toca escavada na terra. À esquerda, perto da borda do lago, hĂĄ um pequeno barco verde inclinado na grama. A imagem mistura cenĂĄrio natural com elementos de fantasia e espaço, dando sensação de reflexĂŁo e imaginação. #PraCegoVer #ParaTodosVerem
A morada do infinito nĂŁo tem tramelas. 🌌🏠 #NossasCasas #PoesiaVisual – Imagem gerada e descrita por inteligĂȘncia artificial.

A casa Ă© a poesia que nos abriga,
o canto, recanto onde somos nĂłs mesmos;
pode ser rica ou remediada,
nossa casa Ă© o palĂĄcio, mansĂŁo do nosso jeito de ter e ser.
É a toca de onde a gente desentoca pra lida,
Ă© o refĂșgio da vida;
cheiros que acordam os sentidos,
luz que rasga a fresta da rotina,
retina ao pintar do dia a dia;
nosso porto seguro em meio a cotidiana insegurança.
Mas pra além do quintal da nossa casa,
se estende o mundo,
redonda nave azul que acolhe,
orbe que abraça as casas diversas,
a diversidade das janelas de um mundo todo;
janelas internas e externas janelas,
da arquitetura, do corpo e da alma,
do olhar que colore no bem,
do desolhar que descolore no mal,
janelas de todo ajeito;
religiĂŁo de todo jeito,
utĂłpica distopia,
todo desajeito da ideologia,
poética engenharia do humano conviver.
Mas lĂĄ no fundo,
no recanto mais profundo;
nossa casa mental, onde reside o nosso eu, habitat da nossa essĂȘncia,
espĂ­rito que nos anima para lĂĄ das latitudes,
das longitudes do aqui estar.
Sem tramela nem tranca,
franca alma a se manifestar.
Portas abertas, desmurado sĂ­tio,
varanda onde ecoa o infinito.
É preciso cuidar, zelar das nossas moradas:
A casa propriamente dita,
a dita casa terrena,
serenar da mente a bem cuidar.
Fortaleza de corpo e alma,
calma do nosso acalmar.
Onde o viver escreve a rima,
o espĂ­rito mora, se demora no verso feito lar.

Revelamos a arquitetura invisĂ­vel da alma e as moradas que construĂ­mos em nossa mente. Um mergulho profundo no poema das Nossas Casas que vai mudar sua perspectiva sobre abrigo e pertencimento.

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