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Hoje é dia de quê?


Bem-vindo, Bem-vinda à nossa casa!

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Você que chegou sem querer, você que por querer chegou. Você que veio por acaso, não foi por acaso que ficou. Você que aportou num clique, que embarcou de buscador... Se chegue, se achegue! A vida subverte a matemática. Um mais um, nunca é somente dois;

Esses blogs... - 31 de agosto, dia do blog

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Aqui, com os títulos de alguns blogs, versamos uma blogosfera que pulsa, resiliente e bem viva; cheia de arte, informação, utilidade e cultura. Enquanto dizem que os blogs acabaram, nós seguimos blogando, insistindo numa internet não descartável, que sente e pensa para além das voláteis redes. Resilientes, persistindo, insistindo; numa rebeldia com sutileza , ausente do céu , a lua e eu num xaile de seda ; ilusões e poesia adulta buscando a flor do campo , um refúgio dos poetas , um porto das crônicas ; alcançar a Espiritual idade dos meus anjos adorados . Com a arte da vida , ir fincando raízes a brincar com as palavras ; seguir, semear Pensamentos e devaneios poéticos , coisas de uma vida ; reflexos, espelhando, espalhando amigos . Num blog veredas , em poemas sem peias , seguir vivendo a vida bem feliz , blogando com muita fé & poesia .

Sozinho na multidão

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Só na multidão, aglomeração de vazios; balada descompromissada da curtição; delírio digital, vai analógico o herdeiro do seu deserdar. Vadia solidão. Só na multidão, numa tribo sem tribo, cada um atracado à sua solidão; perseguindo vazios para encher seus vazios, sozinho na aglomeração. Criança indolente, tardio adolescente, adulto dissidente da realidade. Na balada descompromissada da curtição, retarda acomodado na casa dos pais; quer toda liberdade, nenhuma responsabilidade, terceirizar seus ais. Na bolha, no seu deserto existencial, cultiva depressão, ansiedade e tudo mais, artificial, busca em artifícios soluções; nas tarjas pretas, nas redes sociais; analógico, delira-se digital, o tal! Ficante errante, iludido farsante, entorpecido novidadeiro, herdeiro do seu deserdar. Só, sozinho na multidão, vadia aglomeração.

Tirando o pé da senzala - O pé que dá pé

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Pé na senzala, jamais! Pé na ancestralidade, na africanidade, na afrodescendência… Vamos tirar esse pezinho da senzala?! Sem querer e na maior das boas intenções, por vezes proferimos absurdidades sem nem nos darmos conta, assim vamos ratificando o antigo ditado: “De boas intenções, o inferno está cheio”. É o que acontece, quando diante de alguém não declaradamente pardo ou negro, que manifesta algo que remeta à cultura africana, sapecamos o velho e impensado: “Fulano tem um pé na senzala”. Seria aceitável, diante de uma manifestação da cultura judaica, alguém disparar: “Sicrano tem um pé no campo de concentração”? Pois é, um e outro representam o espaço-tempo da infâmia, da dor e todo tipo de desgraça impingidas a esses povos. A senzala jamais deveria ser utilizada como referência identitária das manifestações de raiz africana, elas foram e são o equivalente tupiniquim de Auschwitz, Sobibor, Treblinka…

Despandemia - XIV Interação Fraterna - Meu Lado Espiritual Pós Pandemia

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Saber discernir entre o meio cheio e o meio vazio do “copo da vida”. Convocados a nos percebermos para lá de criaturas biológicas, nossa essência para além da mera aparência, dos esteriótipos. A pandemia, como qualquer outra adversidade, se bem vivida, acorda a nossa espiritualidade, a resiliente capacidade humana da superação, maturidade; espiritual idade de saber discernir entre o meio cheio e o meio vazio do “copo da vida”. Tomados de assalto pela explicitada fragilidade física e a a normalização de tantas anormalidades de até então, fomos convocados a nos percebermos para lá de criaturas biológicas, nossa essência para além da mera aparência, dos estereótipos.

Apagão do apagão

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Coisa do ”Coiso Ruim”? O povo no fuzuê do maior rebuliço; na abstinência das redes sociais, na secura dos compartilhamentos, na fissura dos likes, inutilidade dos smartfones… Isso não se faz! Sem energia elétrica, celular, nem internet; sem um pix pra chamar de seu, teve gente pirando na batatinha nas teorias conspiratórias do apagão. Teve quem achasse que era coisa do defenestrado "Coiso Ruim”, o golpista surrupiador; outros acharam que era uma onda pós COVID-19, ebulição global, castigo de Deus e por aí foi. Mas as autoridades explicaram tudo muito bem explicadinho: Foi uma falha na abertura de não sei o que, que mandou mais de 16 megawatts pra não sei onde, deixando o povo sem porque nem pra quê, no fuzuê do maior rebuliço; na abstinência das redes sociais, na secura dos compartilhamentos, na fissura dos likes, inutilidade dos smartfones… Isso não se faz, apagão desconectado é questão de direitos humanos!

Canteiro - Pra rosa, pro verde, pra gente florir

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Flores, poemas sem palavras. pedem um recanto; eira, jardineira, alegrete que lhes alegre na arquitetura e na alma, calma pra nenhum poder poder podar. Um canteiro, recanto, um canto inteiro pra florir. Espaço entre o concreto, nossa inconcretude arquitetônica, um vão que não restou em vão. E na arquitetura da alma, não há de ser diferente; florescente calma, fazer-se flor da paz, preencher o vazio que no vazio jaz. Que o querer da pressa, e o apreçado desapresso, não nos venha poder podar. Um alegrete que nos alegre, eira alheia ao mundo lá de fora, jardineira, viveiro pra rosa, pro verde; pra gente viver. Um canteiro, recanto, um canto inteiro pra florir.

O pacote de jujubas

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Tudo começou, quando um pacote de jujubas, foi colocado dentro de uma caixa de primeiros socorros: O álcool absoluto fez um discurso hostil e inflamado contra aquela presença insólita. Indignado, o termômetro elevava a temperatura enquanto o esparadrapo e a gaze aderiam aos impropérios cortantes da tesoura. O anticéptico cobrava a pureza dos elementos daquela caixa, que não poderiam estar misturados com "aquela coisa" doce e açucarada. Já os comprimidos, reclamavam do espalhafato daquelas "bolotas coloridas," fazendo coro com as críticas arrotadas pelo sal de frutas.

O que é acróstico? Como se faz?

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Uma poesia, um poema no qual, (mais usualmente) a primeira letra de cada verso, compõe uma palavra ou frase, lida no sentido vertical. Comumente, usa-se o acróstico para homenagear alguém, construindo a peça poética com o nome da pessoa Homenageada. Segundo o dicionário online de português : s.m. Composição em verso cujas letras iniciais (às vezes as mediais ou as finais), lidas no sentido vertical, formam uma ou mais palavras, que são o tema, o nome do autor ou o da pessoa a quem foi dedicada a composição . Vejamos um exemplo prático com a palavra criatividade : C riar seu acróstico sem complicação, r equer criatividade, temperada inspiração; i nicial letra de cada verso, a rrumada, sobreposta, t ece na horizontal sua palavra; i niciada está sua lavra, v ersada composição; i ndo assim faz-se a poesia, d á-se asas ao coração; a í o acróstico surgindo, d elicado poema, e loquente, singular versar.

Mascarada mentira

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A mentira, com suas pernas curtas, se enovela na treta de tantas tramas e deixa a máscara cair. Não adianta, fake jamais será news. Para, que tá feio! A mentira tem cara dura, obscura máscara, carantonha que chora quando ri, que ri, quando parece chorar. De bronze, de ferro ou cobre, de chumbo, latão… Do mais vil metal. Ou qual diz o povo: A cara dura, é cara de pau! Mercenária, a meretriz, se vende pelo desvalor dos seus desvalores; por poder, dinheiro e fama, odeia e diz que ama; mente, finge e difama; proclama as virtudes que não tem. Despudorada e leviana, traveste-se de verdade, a realidade customiza, improvisa versões ao seu bel prazer. Bate continência, fingida reverência, obtusa; até do nome de Deus abusa; usa o santo nome em vão. Mas um dia ela se enrola, no novelo embola; enrosca suas pernas curtas, na treta de tantas tramas. Aí a máscara cai; sem fake e cheia de news, a verdadeira verdade aparece. Diz: “Para, que tá feio”.

Acróstico da amizade - 30 de julho, dia internacional da amizade

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A migo pode ter outro sobrenome, m ano sem ditame da genética i rmandade que não dá em teste de DNA; z ig do zag, tic do tac, ping do pong; a finidades se aproximam, d estinos se entrelaçam e ncontram-se os amigos. S incero e incondicional afeto, i rmanar de corações n atural sintonia, c onectar de emoções; e is o ser da amizade, r ico o e caro entesourar a migo, é mais que “coisa pra se guardar”. Postado aqui em 16 de julho de 2013. Leia outros de nossos acrósticos:

Videocast de prosa, poesia e +. Literatura em videoclipes. Assista no computador, tablet, celular, telona...

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Poemas, mensagens e outros textos para assistir. "Mobilidade" literária. Assista nossos videoclipes aonde você estiver: Em casa, no transporte, na academia, no trabalho... Reunimos aqui, literatura no formato de vídeos para você acessar no computador, no smartphone, em uma telona... Clique em um título na lista abaixo, para ler, comentar, assistir:

Acróstico da mulher negra

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M ulher negra, u bíqua personagem, l ouvável inspiração; h eroína da vida real, e steio e acolhida, r ica vida.

Liberdade sem liberdade

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Querer qualquer querer é não ter um real querer. disse Paulo: “Tudo me é permitido, mas nem tudo me convém”; e Kant: “Você só é livre quando faz o que não quer”. Quem entrega a liberdade ao querer do seu querer, sonega a liberdade, da vontade, do direito de escolher. Vil querer tirano, o querer só por querer, termina escravizando, o libertino mal querer. O querer do vício e do arbítrio, delinquente querer de ofício, mefisto malquerer. Supremacista nazifascista, misógino e racista, homofóbico e mimado, malcriado; mal resolvido querer. Arrogante e despudorado, desumano; desmedido, descontrolado, inumano. Só é livre quem domina o querer dos seus quereres, goza a liberdade dos quereres sãos; senão se faz escravo, atido, cativo na dourada gaiola dos quereres vãos. Triste desquerer, o querer tão somente por querer.

Amor a amar

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Amor a achar-nos; afã alvorado, afetuoso achegar. Assertivo "acaso", aliançando afetos, ansiado amar. Amantes amando, alegres almas abraçadas; amadas. Amor, apertado abraço, afetuoso amplexo; alvorado anseio, amanhecido afã. Aformoseado arco-íris, afável arrebol A acordar acordes, alvissareiro afeto, assertiva ação; autêntico amor a amar, a aliançar, afirmar; afirmar-se. Apogeu almejado, ansiado; amantes amando-se, almas aconchegadas, achegadas, atemporais. Afirmativo amor a amar.

Gente, o vento e a flor

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Gente e flores, bem nascidas ou surgidas nas rachaduras, nas rasgaduras da vida; sopradas pelo vento, do destino, do acaso da sorte... Ressignificar das esquinas, cantos, encruzilhadas... O vento que sopra a flor, sopra a dor, como o amor sopra. Flor que nasce no campo, num qualquer canto, onde puder nascer; na rachadura do muro, na rasgadura do chão, num vão onde é duro sobreviver. Flor que sopra o vento, lamento de triste sina, encruzilhada, esquina onde o destino, a seu tino, o acaso quiser plantar. Azar ou sorte da flor, dor, amor que o vento sopra. Vento da vida, gente que é flor; pra florescer no fecundo campo, florir num bom recanto, ou acontecer num canto qualquer; na rasgadura da sina, na rachadura da esquina, no vão do acaso, no chão do destino, na dura encruzilhada, cilada pro sobreviver. Mas, ao invés do vento, ao revés da flor, a vontade da gente, replanta a sina, faz diferente; ressignifica a esquina, transforma a rachadura, transmuta a rasgadura; subverte a encruzil...

Amizade é isso aí - Feliz dia do amigo! 20 de julho

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Parentela do coração, amizade dá direito a certidão; registro no cartório do bem querer, rua dos Bons Encontros, sem número; Bairro dos Fraternos, Cidade dos Afetos, Estado do Amor. É isso aí, e muito mais. Amizade: É pra terra seca, a chuva, pra mão a luva, arco-íris quando a intempérie se vai. É luz solar, da lua o luar, brilho de estrela, rio que encontra o mar. É flor de primavera, é despertar alvorado, é à vera! É laço, é ponte, é fonte; é abraço. Amizade, subverte a matemática, é o 1 + 1 que dá mais que 2; um somar que multiplica, por vezes convida a dividir, mas sem jamais subtrair. É receita de vida, tempero do bem viver; dá liga pra lida, condimenta o conviver. Amizade dá a qualquer dia gosto de feriado, sabor de domingo, a magia de um achado. Parentela do coração, tem direito a certidão; registro no cartório do bem querer, na rua dos Bons Encontros, sem número; Bairro dos Fraternos, Cidade dos Afetos, Estado do Amor. Amizade é isso aí, e muito mais.

Oficina, teatro da vida

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Na arte da vida, você é o artista. O palco do existir, oficina de fazer acontecer o viver. Escrever, improvisar, reescrever o roteiro do estar aqui. Fazer da vida a sua arte fazer da arte da vida a oficina do viver. No teatro da realidade; por no palco, fazer o existir acontecer; seduzir a platéia da história, arrancar os aplausos do tempo, o estar aqui, fazer valer. No drama ou comédia da lida, escrever, improvisar, reescrever o roteiro. E quando as cortinas fecharem, não sair de cena; eternizar-se na memória, desiderato das grandes lembranças.