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Hoje é dia de quê?


Meu defeito de estimação

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Quando um objeto, um Equipamento apresenta um defeito, procuramos consertá-lo. Se não tem jeito ou não compensa repará-lo, providenciamos substituí-lo. Mas, pessoas nem sempre podem ser substituídas. Bem diferente das coisas, gente tem livre arbítrio, vontade. Precisa querer se consertar. Se não quiser, não tem psicólogo, psiquiatra, exorcista, pai de santo... Que resolva. Nem “Jesus na causa”!

Brinquedo do tempo

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O tempo rege o destino que brinca com quem não sabe brincar; a vida não é brinquedo, é ensejo de melhorar, ressignificar a dádiva de se oportunizar. Enquanto a gente brinca, ele, que não é de brincadeira: vai! Modela as nossas formas, cada fase da nossa vida; rabisca sorrisos e lágrimas, risca as rugas do rosto; pinta, repinta os cabelos; coreografa os passos, escreve, reescreve conosco; ou a nossa revelia, sentencia. O que pra nós muito importa, pra ele, desemporta. Faz-se a porta, que aparta o cá de dentro do de lá de fora.

Curiosidades sobre os nomes dos meses do ano

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A origem real do calendário, que é um sistema de agrupamento e cômputo de dias para atender às necessidades de controle, documentação e contagem cronológica de uma cultura, se perde no tempo entre inúmeras suposições. O que modernamente usamos, deriva de uma “equação” histórica entre deuses, números e imperadores da antiga Roma. Antes da fundação do império, tribos latinas povoavam as colinas de Alba. Eles dividiam o ano em dez períodos denominados conforme suas divindades. Se apropriando e adaptando tal sistema, os romanos. Começavam seu “novo” calendário em Martius (atual março). Posteriormente, Numa Pompílio, segundo rei de Roma, acrescentou mais dois meses. Calendário vem do latim calendarium (livro de registro ou de contas), que por sua vez veio de calendae, que indicava o primeiro dia de cada mês. Era o "dia de pagar as contas". O meio do mês era designado por Idus, enquanto Nonae nomeava o nono dia antes de Idus. Confuso, não? O imperador Júlio César, foi responsá...

A casa, a cara de cada um

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O corpo e a alma, uma no outro se abriga; ambos, moram, se demoram numa casa pobre ou rica, que deve ser lar, precisa ser sã, jamais malsã. Canto pro descanso, não pra acomodar. Onde o corpo mora, a alma se demora, faz canto, recanto pra se refugiar. Mas não acomodar. Casa Não é toca pra ninguém se entocar. Seja rica ou seja pobre, nobre, é fazer dela um lar; Faxinar os pensamentos, higienizar os sentimentos, com bom ânimo bem limpar. Desacomodar cada cômodo, que é pro mal não vir estagnar. Só abrigar o que é são, pro que é malsão desabrigar. Um barraco, uma cabana; uma mansão, aquela casa de bacana... Pode ser uma tapera, Vale! Se impera nela, amar. Um loft ou um duplex, flat ou quitinete, edifício ou vivenda… Que se aprenda: não dá pra tardar adormecida, sobreviver adoecida; casa é abrigo pra vida, espaço pra lida se descansar. Alegre ou triste, escura ou solar, plural ou singular.

Como ficar rico sem trabalho ou estudo; conquiste sua mansão, iate, carrão, tudo que o dinheiro fácil pode comprar; sem sair de casa, no maravilhoso mundo do marketing digital

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Se você sonha com o eldorado do marketing digital, antes de comprar cursos e ou outras quinquilharias para enriquecer espertalhão, leia aqui e saia de cima do pudim. As formigas vão te alcançar. Se você é um espertalhão que criou aquele curso imperdível, capaz de ensinar o Pai nosso a padre, como fabricar pente pra careca, vender gelo para esquimó… Ou ainda, descobriu a fórmula fantástica daquele placebo miraculoso; bombador, emagrecedor, rejuvenescedor, que cura tudo e mais alguma coisa, menos ingenuidade e ignorância. Nosso título fala de você; inescrupuloso mercador de ilusões, que arrebanha centenas, milhares de desavisados para comprarem ou venderem suas quinquilharias, à troca de troco, enquanto você sim, fatura e refatura em cima desses iludidos badameiros no lixão do marketing digital. E você? Se candidatou para ser o próximo ricaço? Quer ganhar no mole, sem o menor esforço? Lamento te desiludir, mas você está sendo feito de otário.

Flor de amizade, parabéns pra você

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Amizade é flor atemporal pra além da vida, tem jeitão de êta lelê! Faz aniversariar todo dia, primavera em qualquer estação; dá sempre em bem querer no despetalar do malmequer. Amizade é flor longeva; dá pra lá do tempo, dá pra além da vida. Enseja o bem querer, querer do bem, no despetalar do malmequer. Seu florir, independe de estação; faz primavera em qualquer clima, estima. Êta lelê!

Professores aposentados da Bahia recebendo muito abaixo do piso nacional

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Bahia nega direito de professores aposentados, desrespeitando a lei impondo proventos aviltantes e ferindo a dignidade de quem trabalhou pela educação do estado. Vergonha! Tem até professor em atividade, sem receber o piso. E o desmonte do Planserv? Triste Bahia! De forma vergonhosa e ilegal, o Governo do Estado da Bahia, a 17 anos comandado pelo partido, dito, dos trabalhadores e defensor do social, vem descumprindo a lei do piso do magistério no que concerne aos professores aposentados, negando a estes o piso garantido pela legislação em vigor. Tem aposentado com nível superior, enquadrado no regime de 40Hs, recebendo menos de 30% de um professor em atividade, humilhantes menos de dois salários mínimos. Nem estamos aqui pedindo equiparação ou coisa parecida, mas o mínimo respeito em se pagar o que é devido a quem trabalhou pela educação desse estado. Na página de perguntas e respostas do Ministério da educação: https://planodecarreira.mec.gov.br/perguntas-frequentes#:~:text=Le...

Barulhos e silêncios

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Silêncios que falam, barulhos que calam; borbulho, bolha de sabão. Lúdicos sons a brincalhar. Gosto dos silêncios sãos, sãos barulhos; o resto, manda calar. Gosto dos silêncios que falam, dos barulhos que calam: Um sorriso de criança, o bater do coração amado, o ir e vir da vida, o transitar da rua; o marulho, o barulho silente, o silêncio gritante, brincantes sons do dia a dia. Sem zoeira, sem barulheira. Gosto de ouvir o silêncio cá de dentro, auscultando o barulho lá de fora: O burburinho corriqueiro, o cotidiano ligeiro, seu são barulhar; aquela música tocando ao longe, a cidade a pulsar. Desarranjos de uma arranjada harmonia. Gosto do vento entre as flores, a brisa e seus odores, silêncios a se adivinhar. Sol, lua, estrelas silêntes; silêncios a iluminar.

Dia brasileiro da infâmia, 8 de janeiro

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... Iludidos e/ou mal intencionados, formaram uma espécie de gado teleguiado, manipulados fantoches, uma turba de terroristas/golpistas sem noção que invadiu e depredou as sedes dos três poderes em Brasília. Num surto de falso patriotismo tóxico e dementado... Ao contrário do que reza a lenda, as teorias da conspiração e tanto fake news, não há problema em se ser de esquerda ou de direita e a salutar alternância de poder não produz nenhum tsunami ou hecatombe. Problemático é o extremismo para qualquer um dos lados, a polarização estúpida, como assistimos num Brasil colocado de ponta-cabeça em nome de uma aventura pseudo-ideológica, falaciosa, irresponsável e inconsequente, que apequenou, ridicularizou o país. Mas a extrema direita tupiniquim, não satisfeita com seu mambembe circo de horrores; negacionista, fundamentalista falso cristã, falso moralista, antivax… Tinha que produzir uma infâmia para chamar de sua, o 8 de janeiro de 2023. Emprenhados pelos ouvidos entorpecidos por na...

Intrigante, instigante tempo

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Novo ou velho é o que nós e o tempo, o tempo todo fazemos ser, a absoluta relatividade devoradora que desembesta nos caminhos e descaminhos das escolhas e escolhos do existir. Instigante tempo, ele é novo e velho; o tempo todo, a todo instante. Intrigante tempo. Na encruzilhada do agora, o féretro da passada hora, a procissão da hora a encetar; o Cronos que devora, o Kairós que desarvora a desembestar. Absoluto e tão relativo; dominador, disfarça-se subjugado, senhor, finge-se escravizado, com seu quê de Deus, faz-nos dominados.

Borboletas, morcegos e o tempo

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Nós novos ou, de novo, o novidadeiro obsolescer. Borboletas e morcegos, luz e sombra; o tempo das escolhas e as escolhas do tempo. Viver a brevidade da vida ou enraizar na mesmidade sombria, encavernados na ilusão. O novo, o velho; mera questão de tempo, velhaco tempo, a debochar de nossa obsolescência novidadeira. O que fazer? Como mudar? Ser morcego ou borboleta? Borboletas; leves, breves flores com raízes nos ares. Morcegos, pesado enraizar na escuridão. Tem quem viva a brevidade para lá do casulo, arriscando a amplidão; há quem encaverne na mesmidade, morcegando ilusão.

Violência não é brincadeira. Dê paz nesse natal

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O cidadão dormia naquela madrugada natalina, quando foi acordado por estranhos barulhos vindos da sala. Levantou-se, desceu lentamente os degraus e no pé da escada sentiu chão molhado sob seus pés. Passou a mão no líquido para saber do que se tratava e arregalou os olhos de pavor quando o cheiro de sangue lhe adentrou nas narinas. Apressadamente acendeu a luz e deparou-se com o Papai Noel estendido no chão. Sobre a barriga do Bom Velhinho. Chuck (o brinquedo assassino), fantasiado de ninja, saltitava com uma pistola de videogame numa das mãos e o sabre de luz (Star Wars/Guerra nas estrelas) na outra...

Ele segue. Feliz natal!

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Jesus, o Cristo de Deus, segue caminhando com quem o guarda no natal do coração; sem mitos ou ritos, farsas ou disfarces; ele, o Divino Mestre, segue encaminhando. Ele nasceu pobre, viveu e assim morreu. Era o maior dos mestres; sem cátedra, ele ensinava caminhando; peripatético, sua sala de aula, o infinito. Era rei, contudo, vivia entre plebeus; seu reino não era desse mundo.

Mentirosa gente, mente

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Preparando-se para o pior, mas sempre acreditando no melhor; sem ansiedade corrosiva, insatisfação depressiva; nos fazendo verdadeiramente novos para no ano novo inovar, fazer diferente. A mente, a gente; mente, desmente na fuga, de si e do outro, de tudo e de todos. Quando quer, pode até o que não pode. Quando não quer, sabota seu mais trivial poder. Portanto; nada de se deixar enganar, nem se desenganar; preparando-se para o pior, mas sempre acreditando no melhor; assim, venha o que vier, estaremos prontos. Sem a ansiedade corrosiva, sem a insatisfação depressiva, na ativa proação. A mente, a gente; mente.

Flor de sorriso, sorriso de flor

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Na galeria da memória, num recanto da infância guardo a imagem de umas florezinhas, parecidas com pequeninas margaridas, com o sugestivo e peculiar nome de: Sorriso. Pois é... Sorriso! Foi lembrando do sorriso flor, que resolvi escrever sobre a “flor” do sorriso propriamente dito.

“Pai nosso” ecumênico, inter-religioso, humano

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Pai nosso que está em tudo e todos, manifesto no infinito universo de sua criação. Glorificados sejam todos os vossos nomes e suas expressões em todos os idiomas, dialetos, culturas e religiões. Venha a nós o vosso reino de paz, fraternidade, tolerância e inesgotável amor ao próximo, ao distante, o semelhante e diferente. Seja feita a vossa vontade bendita em cada canto, recanto do infinito. O alimento nosso de cada dia, sacie o nosso corpo e nosso espírito multiplicando e dividindo o pão da solidariedade, irmanando-nos acima de crenças, ideologias e qualquer condicionamento desumano. Perdoa-nos na mesma proporção do nosso incondicional esforço e vontade sincera de perdoar. Não nos deixeis sucumbir à sedução do orgulho, da vaidade, do egoísmo ou qualquer outro desvario. Mas livrai-nos dos males de nossa ignorância e atrasada materialidade. Que assim seja! Postado aqui em 29 de agosto de 2015.

Natal; luzes, Gente Anjo

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Para além dos presépios, árvores, adornos... Que o artifício das luzes natalinas, inspire Anjos Gente, o luzir interior, alvorando; ainda que com Noel, não esqueçamos o protagonismo do Menino Jesus em cada coração, na intimidade do ser: Amor, fraternidade, empatia, solidariedade, paz... Natalinas luzes: Luzem, brilham e rebrilham, encantam, piscam e repiscam, replicam-se nos adornos, nas árvores, no entorno. Acendem, ascendem nos natalinos presépios,, nas noelinas presepadas. Brilhos lá de fora, lume que arvora, sem as almas alvorar.

Novo por dentro; advento ou eventualidade

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Hoje, que ontem era futuro, amanhã já passou. A gente procrastina, como quem ao destino destina, nosso desatinar. Sempre posterga; prum ano novo remediar. Sem se fazer novo por dentro, não se faz advento, só, eventualidade. O futuro alimenta a ilusão, finge estar distante, quando a um instante está. O hoje, que ontem era futuro, amanhã já passou. E o que num momento fez-se aurora, noutro, sem demora; outrora se tornou. Mas a gente procrastina, como quem ao destino destina, nesse nosso vão desatinar. Queremos sempre o novo, pra de novo protelar; nova hora, novo dia, nova agonia; pra no ano novo consertar. Delirando colocar rédeas no tempo, velho homem em desalento, velhacas utopias, fantasias e lamentos.