Rosa



... poesia daquele momento. Presença em silêncio que se revelou; num jeito sem jeito, perfeito instante imperfeito...


Antonio Pereira Apon.



Rosa vermelha.


Pensei ser Rosa

mas rosa não era;

não que a flor

seja mais ou menos bela...

com o nick de sonho

teclou mil perguntas

e às minhas silenciou.

Igualmente em silêncio

chegou como um verso;

incógnita

compondo a poesia daquele momento.

Presença em silêncio

que se revelou;

num jeito sem jeito,

perfeito instante imperfeito

calado

em meio à pequena multidão.



(Postado aqui em 04 de setembro de 2010).


Subscreva aos destaques RSS de:
Powered by FeedBurner

Comentários

+ lidas nesses 30 dias

Apedra. Poema de Antonio Pereira (Apon). O distraído nela tropeçou...

Folclore brasileiro em acróstico

Precisa de tinta para escanear?

Anonimato, internet e o anel de Giges

Você não precisa de cerveja para ser feliz

A gente (Paródia de: A casa - Vinicius de Moraes)

Amigos não tão virtuais

Pai. Sem ser super, ser “Herói”