Ser bom - A arte da vida. Apon HP



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quarta-feira, 25 de julho de 2018

 

                    Ser bom              

     

... Ser bom, é ser sujeito e não objeto, ser protagonista em ações positivas. Jamais...


Antonio Pereira Apon.


Borboleta em flores brancas.


Não é raro confundirmos o bem com: omissão, acomodação, preguiça, ociosidade, subserviência...


Esquecemos que “não fazer o bem, já é fazer um mal.”


Reclamamos, lamentamos... Mas, o que temos feito para que o bem prevaleça? Ser bom, é ser sujeito e não objeto, ser protagonista em ações positivas. Jamais, coadjuvantes das negatividades.



Postado aqui em 26 de novembro de 2008.



   
 
 

8 comentários:

  1. Querido amigo Antonio, sempre que há necessidade de nos manifestar para o bem prevalecer e não fizermos, já é um mal, sim, isso faz sentido, se se pode fazer o bem, não se deve omitir essa possibilidade, mesmo correndo riscos, pois a vida é sabia e nos usa a todo o momento certo para isso!
    Sempre que sou intuída a fazer o bem eu não olho mesmo a quem, obedeço meu sentir e minha intuição!
    Amei ler aqui, muito bom seu texto, com certeza é um bem, o bem de alertar e intuir ao bem propriamente dito!Abraços apertados!

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    1. Isso mesmo, a falta do bem já faz um enorme mal, ser bom é entender isso.

      Um abraço.

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  2. Um pensamento mto interessante, António, mas tão pouco aplicado.

    Que farias tu se visses um casal discutindo, fortemente? Chamarias a polícia? Estavas fazendo algo, que se julga ser bem. Imagina que o casal ou um elemento dele, te dizia: "entre marido e mulher, não meta sua colher".

    Abracinhos.

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    Respostas
    1. Por isso, muitas vezes o mal prevalece, muitos feminicídios e outros tantos absurdos não são evitados. Não fazendo o bem, permitimos o mal.

      Um abraço do bom, do bem.

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    2. Bem, Tonico, você não respondeu à minha questão, mas eu entendo suas "fugas"-rs.

      abraço sincero.

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    3. Respondi sim. Não tem essa de "em briga de marido e mulher não se mete a colher". Senão o sujeito vai às vias de fato, bate, mata a criatura. Tem que chamar a polícia sim!

      Inté!

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    4. Minhas desculpas, respondeu sim, só que eu não entendo brasilês -rs, nem português mto erudito.

      Aqui, predomina o provérbio e raramente alguém chama a polícia, pke no dia seguinte já vemos o casal de mão dada e aos beijinhos.

      Bom jantar! A Grazi cozinha bem?

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    5. Não há o que desculpar... Aqui também acontece, brigam feio e no outro dia estão com as caras mais descaradas do mundo. Sendo que, muitos casos tem terminado no hospital ou no cemitério, temos uma verdadeira epidemia de feminicídios.

      Um abraço e bom fim de semana.

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Antonio Pereira Apon.

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