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sexta-feira, 6 de agosto de 2010

 

                    Urina cultural              

     

Urina cultural

Por: Antonio Pereira (Apon)

 

Estamos Cada vez mais, nos notabilizando pela capacidade de tentar justificar o injustificável, usando "primores" do besteirol nacional. A pérola da vez é dizer que urinar em público é uma questão cultural. Não seria justamente o contrário? Uma falta de cultura, civilidade, educação (doméstica e formal), de vergonha na cara? ...

Não será de surpreender se alguém vier a sugerir o tombamento dos mijões como patrimônio nacional ou os adotar como figuras típicas da brasilidade. Talvez nossos maravilhosos legisladores criem uma lei bem moderna: o Estatuto do Mijão. Afinal, aqui o errado é o certo e a inversão de valores é uma regra.

O que esperar de um país onde a grande mídia torna célebre a mediocridade, a música popular é transformada num pinicão sonoro, bundas são mais relevantes que cérebros, o ensino público desce a ribanceira da deseducação? ...

Cultura? A nossa cultura está parecendo a Gení do Chico Buarque, em quem muita gente joga aquilo  que normalmente não deveria ser produzido na cabeça.

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Capa da segunda edição de : Essência.

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Esse livro propõe uma incursão na alma humana, garimpando sentimentos e emoções, revelando-os em versos que retratam o homem moderno em sua incansável procura de si mesmo; seu contexto social, político e cultural em um mundo em transição.


Depois de 14 anos, atendendo a pedidos, estamos republicando Essência. Nessa segunda edição, incluímos o subtítulo: O livro do poema: A pedra. O distraído nela tropeçou... Numa referência ao nosso poema integrante dessa publicação, que, absurdamente, tem aparecido na internet com o nome de autores famosos: Fernando Pessoa, Renato Russo, Chaplin... Ou plagiadores. No endereço: (http://aponarte.com.br/apedra), o amigo leitor encontra todos os esclarecimentos, inclusive algumas das formas de como o plágio tem se apresentado.

Capa da segunda edição da : Coleção
                            Graziela.

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Aqui, pais e professores encontram uma forma prazerosa e divertida, de abordar temas como: Cidadania, comportamento, respeito ao outro e à natureza... Em sete contos, compondo um jogo de arte e educação, onde lúdica e naturalmente aos pequeninos são apresentados conceitos de: Ecologia, solidariedade, diversidade, coletividade, tempo, responsabilidade, motivação, interatividade, participação...


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Capa de Um dedo de prosa e poesia. A arte da
                vida.

São 125 páginas com 89 títulos em verso e prosa de Literatura Nacional, num livro prefaciado pelo professor, escritor, poeta e trovador Orlando Carvalho. Crônicas, mensagens, poesias... amor, humor, reflexão, arte, cotidiano, atualidades, auto-ajuda, espiritualidade...