Humanidade. Plural e singular - A arte da vida. Apon HP


Obrigado por sua visita. Boa leitura!



Clique para exibir/ocultar os posts mais recentes e mais opções do Site.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

 

                    Humanidade. Plural e singular              

     

... ofusca a presunção de pequeninas estrelas atidas, viciadas nos reflexos dos próprios umbigos. A humanidade é um jardim diverso em flores, diversas cores e perfumes mil, universo singular de pluralidades...


Antonio Pereira Apon.


Operários - Tarsila do Amaral.


O respeito à diversidade precisa ser a tônica das relações humanas, nos permitindo iguais em nossas diferenças. Variadas etnias, múltiplas crenças, pensamentos, aptidões, vontades... A “verdade” não tem donos! Nenhuma religião tem o monopólio de Deus, a primazia de uma pretensa salvação nem a exclusividade de qualquer revelação. Nenhuma ideologia é autosuficiente ou se basta para solucionar caminhos. Ninguém é pior ou melhor, simplesmente, por ser diferente. O humano é tolerante. O inumano é radical, racista, xenófobo, extremista, misógino, homo fóbico, preconceituoso, maniqueísta... Ufa! Enfim. Desumano.


Quem condiciona-se em ser ilha, incomoda-se em admitir-se parte de um arquipélago; a luminosidade de uma constelação, ofusca a presunção de pequeninas estrelas atidas, viciadas nos reflexos dos próprios umbigos. A humanidade é um jardim diverso em flores, diversas cores e perfumes mil, universo singular de pluralidades, mosaico interativo, equação de pensares e sentires, fazeres e viveres, haveres em comum. Comunidade, unidade em comum.



   
 
 

6 comentários:

  1. Olá, António!

    Começando pela pintura, a achei muito fora do vulgar, incomum, mesmo.

    Teu texto está five étoiles. De facto, temos de aprender a conviver e aceitar a diferença, desde que essa seja saudável, útil e não interfira com terceiros.

    Aquele abraço!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Como se costuma dizer: "A liberdade de um, termina onde começa a do outro". Cada um faz o que quer da sua própria vida.

      Um abraçãozinho e bom fim de semana.

      Excluir
  2. Olá, Apon, bela crônica. Tem razão, penso que aquele que nega a diversidade mostra sua pequenez interior. E ainda que não tenhamos afinidades com alguém, tolerância e respeito precisam existir sempre. A humanidade anda egoísta e desrespeitosa, uma pena. Podemos ter belas surpresas quando nos abrimos a conhecer o que é deferente de nós. Abraços!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. É "cada um no seu quadrado", tolerar e respeitar tanto quanto queremos que façam conosco. O resto é falta do que fazer, preconceito e demagogia.

      Um abração e bom fim de semana.

      Excluir
  3. Excelente post Antonio Pereira.Curti muito teu site. É na diversidade - quando a olhamos com humanismo e singularidade; que encontramos as riquezas.
    Abraços

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. A humanidade é múltipla, diversa... Isso nos faz somar e multiplicar aprendizado. Obrigado por seu gentil comentário e interação aqui e nas redes sociais.

      Um abração e uma boa semana.

      Excluir

Obrigado por sua visita. Aqui você pode deixar seu comentário. Esse espaço é feito para você. Volte sempre!

Antonio Pereira Apon.



Nosso conteúdo é de direito reservado. Sua reprodução pode ser permitida, desde que seja dado crédito ao autor original: Antonio Pereira Apon. E inclua o link para o site: WWW.aponarte.com.br
É expressamente proibido o uso comercial e qualquer alteração, sem nossa prévia autorização.
Plágio é crime previsto no artigo 184 do Código Penal.
- Lei n° 9.610-98 sobre os Direitos Autorais
.


Creative Commons License
This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Unported License.

Fale conosco.



Clique na imagem para ler um texto sorteado pelo sistema:
Textos para todos os dias. Curta a arte da vida!




Fique mais um pouquinho. Leia também...



Livros e vídeos:


Capa da segunda edição de : Essência.

>

Esse livro propõe uma incursão na alma humana, garimpando sentimentos e emoções, revelando-os em versos que retratam o homem moderno em sua incansável procura de si mesmo; seu contexto social, político e cultural em um mundo em transição.


Depois de 14 anos, atendendo a pedidos, estamos republicando Essência. Nessa segunda edição, incluímos o subtítulo: O livro do poema: A pedra. O distraído nela tropeçou... Numa referência ao nosso poema integrante dessa publicação, que, absurdamente, tem aparecido na internet com o nome de autores famosos: Fernando Pessoa, Renato Russo, Chaplin... Ou plagiadores. No endereço: (http://aponarte.com.br/apedra), o amigo leitor encontra todos os esclarecimentos, inclusive algumas das formas de como o plágio tem se apresentado.

Capa da segunda edição da : Coleção
                            Graziela.

>

Aqui, pais e professores encontram uma forma prazerosa e divertida, de abordar temas como: Cidadania, comportamento, respeito ao outro e à natureza... Em sete contos, compondo um jogo de arte e educação, onde lúdica e naturalmente aos pequeninos são apresentados conceitos de: Ecologia, solidariedade, diversidade, coletividade, tempo, responsabilidade, motivação, interatividade, participação...


Textos que parecem se renovar a cada dia, conservando impressionante atualidade e sintonia. Espero que gostem.

Capa de Um dedo de prosa e poesia. A arte da
                vida.

São 125 páginas com 89 títulos em verso e prosa de Literatura Nacional, num livro prefaciado pelo professor, escritor, poeta e trovador Orlando Carvalho. Crônicas, mensagens, poesias... amor, humor, reflexão, arte, cotidiano, atualidades, auto-ajuda, espiritualidade...