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Mostrando postagens de setembro, 2018

Hoje é dia de quê?


Eles não! Por eles, nunca!

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Quem inventou essa treta? Quem pariu tal mutreta, de que política é razão para brigar? Nós contra eles, dividir, afastar? Depois, a politicalha acochambra! Segue sujando e andando, e a gente brigando, para nada ganhar. Não, não voto feito gado, não sigo de pesquisa o resultado; armadilha do inútil voto útil, o votar “no mais votado”. Voto em quem acredito, é minha consciência e mais nada! O meu voto não edito. Influenciar não me permito, não sigo efeito manada. Não acredito em promessa, não procuro um “salvador”. Não sou devoto; sou cidadão, sou eleitor! Direito, centro ou esquerda? Quem nos traga menor perda!

Nova Verona. A segunda vida de Romeu e Julieta

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... o amor é a grande razão: Acima da política e das religiões, além das fronteiras, na “pátria” do coração. O amor é um “país” onde o ideal se faz realidade e a realidade ensina a sonhar. Um lugar onde todo dia é dia dos namorados, dos enamorados pela vida em seu amor virtual. Numa paráfrase moderna ao clássico de Shakespeare... Antonio Pereira Apon . No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha 55ª participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando . Nessa edição, participamos com essa postagem de 2013, uma releitura, inspirada no clássico de Shakespeare. Tudo começou em um chat, um bate-papo descompromissado. Tecla daqui, tecla dali e uma empatia foi ganhando corpo e um mutuo enamorar conectou os corações de Romeu e Julieta. Nicknames apaixonados, estabeleciam afetos em banda larga. A lá Vi...

Está escrito

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No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha 54ª participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando . No bordado das palavras, na costura das frases, na trama dos parágrafos, no tecido das páginas; em prosa e verso, no reverso, num estilo qualquer. Na escrita lida a vida, Entre sorrisos e lágrimas, amores e ódios, espinhos e flores, venturas e dores. Ficção da realidade, realidade da ficção. Um universo. Cabe o mundo! Todo mundo na leitura há de caber: romances, aventuras, fábulas, suas venturas; Sonhos, deuses, mitos, dramas, comédias... Conflitos! Porque não? A ética e a estética, profética, patética, dialética, eclética leitura. Popular e erudita, bendita, maldita também.

Vida. Colhe, recolhe, acolhe

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Destino, trama fina veste a vida, fina vida, delicada tecitura do viver. Colhe, recolhe caídas rosas, decaídas flores, desfloridas, descolhidas… Acolhe a menina vida; acata, cata, a cata;

Estamos em reforma

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Todos precisamos de uma reforma em nossa casa interior: Trocar o madeiramento da cobertura, desgastado pela rigidez excessiva, corroído pela inflexibilidade. Consertar as goteiras da teimosia e as rachaduras dos preconceitos. Trocar as vidraças embaçadas do medo, por amplas janelas, que permitam o bom iluminar da fé e o adequado circular da esperança. Derrubar aquelas paredes que dificultam o tráfego do aprendizado e do discernimento. Adequar a rede elétrica, para que a determinação e a perseverança, fluam sem "curtos" nem fugas de energia. Reparar a rede hidráulica, para o perfeito serviço de higiene das idéias, refrigério dos propósitos e hidratação das certezas. Dimensionar corretamente o esgotamento sanitário, para evitar acúmulo de arrependimentos, entupimento de dúvidas e refluxo de detritos mentais. Mudar o piso desgastado pelas incertezas que nos fazem andar em círculos. Limpar as paredes, atacadas pelos fungos da preguiça e da acomodação. Trocar a pintur...

Abortados

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Nem nascidos e já mortos; abortados, desparidos, assassinados… E, no desargumento da desconversa, para justificar o injustificável e desqualificar o contraditório: improvisam o “direito da mulher sobe o seu corpo”, um tal direito, que não termina, quando começa o elementar direito do outro à vida; advogam uma solução para um suposto “problema de saúde pública”, atacam um pretenso moralismo religioso, machismo, desconhecimento, desinformação e tantos eufemismos… Assim, gente que teve respeitado o direito de nascer, sonega o mesmo direito

O grande Artista

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Arranja com flores impermanentes, impermanentes paisagens. Que se renovam, recriam-se a todo instante; ineditismo itinerante, exclusividade fugaz dos momentos.

Girando qual pião

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Gira a vida, gira o mundo; gira o rumo qual pião. Gira o destino, o idoso, o menino... Tudo gira. Nada para! Giram as engrenagens, giram as rodas, gira a paisagem...

Ter que ter sem ter por que

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Cidade em tons de cinza, Cinzenta conturbação. Gente programada, Almas desamadas, Desalmada profusão. “Tempo é dinheiro” Para viver? Não há tempo não!

Falando de...

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Silvano achava Paulo um tirano, Já Paulo considerava Nicandro um grande malandro, enquanto Nicandro (que era mudo!) usou de gesto obsceno para falar de Heleno, Mas Heleno dizia ser Maroca uma fútil dondoca, E Maroca via Binho como um cara bem rudezinho, Para Binho A Margareth não passava de uma periguete. O Sidney, a Margareth espalhava que era gay, A Cajazeira, o Sidney gritava: é saciseira!!!

São tantas as portas

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Portas ditas em ditos, portas benditas, portas malditas. Portas que libertam, portas que prendem... Largas ou estreitas, sagradas ou profanas. Portas iluminam, portas escurecem. Portas aconchegam, portas distanciam, portas recebem, portas despedem, portas prolongam, portas abreviam.

Lhe caía tão bem...

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Deixa que teu coração se emocione,  no peito insone, que sua doação salvou Deixa teus pulmões se encherem do ar, de quem Eleva ao infinito, uma prece de gratidão... Deixa que o brilho dos teus olhos, rebrilhem em outros olhos, no redescobrir da luz. Deixa que por teu fígado, rins... outro sangue reencontre o fluxo saudável da vida.

Vida na prorrogação

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A imprensa baiana, continua a divulgar o alto e absurdo número de negativas à doação de órgãos no estado. Enquanto cerca de 4.000 pessoas aguardam na fila de transplantes, a indiferença de uns e o egoísmo de outros, joga no “lixo” a oportunidade de salvar vidas. Muitas pessoas, pensam e agem como se elas e seus afetos, estivessem livres de um dia precisarem de uma doação de órgãos. Não se colocam no lugar do outro, de seus familiares e amigos. Anestesiam coração e mente em relação ao sofrimento alheio, escondem-se atrás da emoção da perda, para justificar o que em última instância representa, pura e simplesmente, o velho egoísmo do ser humano.

Quem doa

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Quem doa um órgão, mais do que um órgão, doa: felicidade, amor, esperança, qualidade de vida, cidadania, dignidade, luz, saúde... Por que, entregar ao vazio do sepulcro ou às chamas da cremação, a possibilidade de renovarmos vidas semeando sorrisos, multiplicando possibilidades, reescrevendo destinos?

Decida você. A vida agradece

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Desde que nascemos, uma única e inexorável certeza nos acompanha: todos iremos morrer. Apesar dessa inegável realidade, evitamos falar desse assunto, como se assim pudéssemos retardar ou fugir do inevitável. Em se tratando de doação de órgãos, é extremamente importante a discussão do tema, uma decisão precisará ser tomada: agora por você, de forma consciente e serena, ou por seus familiares, que em meio a dor da sua partida, ainda se depararão com a delicada questão de doar ou não os seus órgãos. Decida você! Comunique a todos a sua opção. E qual é a sua escolha? Vai doar ou não? Do ponto de vista religioso, não há nenhum impedimento, pois em todas as crenças, é o espírito quem sobrevive, transcende ao túmulo. Se você acredita na ressurreição, sabe que ela se dará num "corpo espiritual" e que "nem carne, nem sangue entrarão no reino dos céus"; se você crê na reencarnação, é sabedor que os "laços" que unem seu períspirito, duplo etéreo ou algo que o valh...

Um exemplo acima da dor

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Exemplo a ser seguido. O da família da adolescente Eloá Cristina Pimentel, 15 anos. Apesar da enorme dor, diante da tragédia de um seqüestro com desfecho fatal. Os familiares decidiram pela doação dos órgãos da garota. Pense nesse gesto de humanidade e amor. A morte, é o termo de uma vida física, mas, pode ser o “renascer” de outras vidas via doação. Não sepulte possibilidades de esperança e sobrevivência. Doe órgãos, salve vidas! Não permita que sua dor seja maior que a sua generosidade. 27 de setembro, dia do doador de órgãos e tecidos. Leia sobre. Informe-se. Postado aqui em 19 de outubro de 2008.

Quando… Seja…

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Seja a verdadeira mensagem de Deus. Espalhando o bem por onde passar, vivenciando a fé consciente que independe de credo, semeando a esperança, a paz e todas as positividades. Antonio Pereira Apon. No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha 52ª participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando . No dia 02 passado, escrevi e aqui postei esse texto que me parece casar bem com a imagem que escolhi para essa edição dessa querida BC. O caminhar da vida na busca de seu melhor caminho. Quando a noite derrubar seu manto, apagando as derradeiras claridades. Seja a lua, uma estrela, uma chama… Um estandarte de luz, pronto a infrentar a escuridão. Quando desabar a pior das tempestades. Seja como o sol, que segue brilhando acima do turbilhão, preparado para reeditar o mais belo dos dias, assim que a in...

Acorda eleitor! - Versos eleitorais

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Um jeito de votar errado, É o voto anular. Feito equivocado, De quem intenta protestar. Alguém será eleito! À direita ou à esquerda. Protesto bem feito, É escolher a menor perda. O inútil voto útil, Plebiscitária armação. Fomentar o pensar fútil, Encabrestar o cidadão. Escola que não ensina

Direitóides, esquerdofrênicos e seus alucináticos

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De um lado, os direitóides dissimulados. Do outro, os esquerdofrênicos mentirosos. No meio da bandalha, um rebanho de alucináticos, tomando partido de uns ou de outros, entre miragens ideológicas e delírios de virtude. Em campanha, os politiqueiros se digladiam, pelo poder; vendem o pai, a mãe e a própria anatomia para por qualquer meio, justificarem seus fins. Passado o “circo de horrores” eleitoral, o esterco se reúne no mesmo pasto e bota pra feder encima do povo. Sem meios ou qualquer fim, os abestados defendem seus algozes, o mal feito cinicamente explícito ou a entorpecente maquiagem populista. Travestidos de coxinhas, mortadelas ou fantasiados de qualquer outra sandice, ofendem pai, mãe, a anatomia alheia; brigam com amigos, se desentendem com familiares, enquanto a turma lá de cima, segue, debochando e andando para o país. Para as hienas de dentes arreganhados, devorando sua apodrecida ração de “pão e circo”, ruminando novas e velhas farsas.

Setembro, prelúdio de verão

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Que se chegue, se achegue, setembrino reflorir. Verdejar, vicejar, ensejar inspiração. Abaixo do equador, ressurgir de primavera,

Contribua para seu sequestro, assalto, assassinato, extorsão...

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Ponha tudo nas redes sociais: Exiba suas poses sensuais, suas fotos de viagem, da sua casa bacana, do seu carro, dos locais que frequenta... Mostre que você está podendo, que sua família tem posses, que pode pagar escola cara, que tem hábitos caros, que veste roupa de marca... Tire onda! O mundo precisa saber o quanto você pode valer. Com todas essas informações, disponíveis para quem quiser, fica bem mais fácil a vida de: Sequestradores, assaltantes, estelionatários, golpistas e bandidos de toda a espécie. Se preservar para que? Não é?

De Ploft ao planeta azul

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Havia, numa galáxia muito distante, um belíssimo planeta chamado Ploft, era o lugar mais bonito que se podia imaginar; florido, perfumado, tranqüilo, colorido e tudo de bom. Mas um certo dia surgiram em Ploft os primeiros seres "inteligentes" que: começaram a caçar os animais por diversão, derrubaram e queimaram florestas, poluíram os rios o ar e o solo com suas indústrias que só pensavam em ganhar dinheiro, e começaram a brigar criando as guerras, assim, cada um queria Ter mais armas e armas mais fortes para meter medo no outro. Com o tempo as florestas que sobraram começaram a murchar e morrer e um calor enorme tomou conta de Ploft. A poluição tinha criado uma capa de sujeira ao redor do planeta e o calor não podia sair, a água dos rios e lagos estava quase toda envenenada, assim como os alimentos que vinham do solo poluído. Com falta de água e alimento as guerras aumentaram, pois quem não tinha queria e quem tinha não queria dar. Foi quando num triste dia eles resolvera...

Brasil, olha a polpa do voto!

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O país do jeitinho, perdeu o jeito e superlativa a bunda. Trejeito vulgar de quem celebra o descerebrar. Fantoches, títeres, marionetes, ruminando bovinamente a sua ração de pão e circo ao som de musiqueta vagabunda. Enquanto graça a corrupção a desgraçar a sorte dos alienados, que defendem esse ou aquele politiqueiro e suas farsas. De lula a Temer, politicagem! Esterco do mesmo pasto. A mercê de balas perdidas, arrastões e toda violência; vitimados pela deseducação e absoluta desassistência... Entorpecida pelo refugo cultural que consome, passivamente, a população assiste a tanta e tão desavergonhada bandalheira, pluripartidária orgia, estelionato, estupro ideológico. Esquerda e direita no mesmo esgoto de mentiras, intentando disfarçar suas péssimas intenções.

A “mágica” social da educação

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Eram quatro amigos: Joaquim, filho de fazendeiro; Marcelo, filho de um vaqueiro; Pedro e Ambrósio, filhos de lavradores. Iguais na amizade, desiguais na condição social. Joaquim estudou em escola particular e foi fazer veterinária, Marcelo escolheu engenharia, enquanto Pedro optou pelo direito. Os três estudaram com vontade e se graduaram numa universidade pública. Igualmente capazes e empreendedores, prosperaram em suas profissões. Alguns anos depois de formados: O veterinário com um grupo de colegas, montou uma bem sucedida clínica; o advogado fez carreira no direito público e estava prestes a ser procurador, enquanto o engenheiro dirigia uma construtora em sociedade com um antigo professor. Geralmente nos finais de semana e feriados, os amigos costumavam se reencontrar, celebrando a prosperidade que os igualava além da sólida amizade. Quando o pai de Joaquim morreu, os amigos estabeleceram uma sociedade, transformando a velha propriedade num belo e requisitado Hotel Fazenda. A e...