Postagens

Mostrando postagens de julho, 2020

Hoje é dia de quê?


Educação pública. Um perigo!!!

Imagem
Educar o povo é perigoso: Povo educado cobra o que lhe é de direito, não aceita ser objeto, sabe que é sujeito! Reclama do presidente, do governador e do prefeito; Não se conforma com bolsa esmola, em morar na encosta, na beira da vala; grita, protesta, vai pra rua e não se cala. Povo educado não vota feito gado, não admite ser aboiado, ser manada sem noção. Não vive de promessa, quer bem mais que pão e circo, mais que ruminar ração.

Tempo bom. Bom dia!

Imagem
Acordo e, de acordo com a previsão do tempo; uma convergência de esperança e fé, faz soprar uma brisa de otimismo e positividade, produzindo uma sensação térmica de renovado entusiasmo. Apesar do céu parcialmente nublado e a ameaça de pancadas de chuva, o sol nasceu para todos e segue dissipando a nebulosidade passageira, garantindo uma amplitude convidativa ao viver mais que sobreviver, entre os altos e baixos da temperatura.

Não é preciso...

Imagem
Não é preciso a guerra e o ódio, o rancor e o tédio; faltar remédio pra remediar a dor. Não é preciso precisar sofrer, para aprender: a vida é o meio para que a morte não seja fim. Não é preciso a aquarela desaguar a cor, desbotar a flor, descolorir.

Mal educado dizer

Imagem
Eu digo o certo, com falar errado, equivocado, brado; armado verbo, deseducado tom. Destoante além da conta, afronta; a medida que transborda, estica a corda, até parece grosseria.

Reset! Escute o tempo, ouça a voz do silêncio

Imagem
Tempo e silêncio, duas preciosidades cuja carência tanto reclamamos na rotina da mais valia de uma pressa tão mal apreçada. Malbaratamos o tempo com quereres estranhos ao nosso querer; programados, induzidos, adestrados… desaprendemos a perceber a voz eloquente do silêncio, sem a qual, se fazem quase impossíveis relevantes e imprescindíveis diálogos internos e externos. Tempo e silêncio, rico subsídio para a meditação, reflexão, busca do autoconhecimento, reais transformações…

Bom dia, boa tarde, boa noite!

Imagem
Bom dia! Prefácio de um novo hoje. Aconchegando a quem chega... O gari e o passante, o padeiro, o estudante; o motorista, o cobrador, o neto, o avô... Bom dia, dia! Bom dia vida! Bom dia alvor! ... Boa tarde! Momento de apreço sem preço, instante furtado à apreçada pressa; para

Quando o sorriso...

Imagem
Sorria! Para a vida fazer eco, pra não dar um treco, pra seguir na boa. Quando o sorriso chega, o existir achega, pede uma canção. Quando sorriso abraça, a alegria enlaça, acolhe o coração.

Você não precisa de cerveja para ser feliz

Imagem
Conheço pessoas que dizem com trivial naturalidade: "se não tiver cerveja eu não vou", "vou bebemorar até cair", "festa sem cerveja, não é festa. É reunião de crente", "vou tomar todas, vou cair na bagaceira", "sem cerveja não dá pra ser feliz", "só uma cervejinha para afogar as mágoas"... Dependência química? Se você necessita de cerveja ou qualquer outra droga para poder se relacionar com as pessoas, confraternizar, festejar, sentir-se feliz ou superar uma tristeza ou qualquer dificuldade. Já deveria ter ligado o desconfiômetro.

Em prece

Imagem
Em prece durmo, em prece acordo e em prece, meu pensamento atravessa o dia. Busco no mais alto a sintonia, no altíssimo bem querer, a inspiração; para orientar meus passos, educar meus gestos, edificar o meu falar…

Questão de vida ou morte. E inteligência

Imagem
Vão negando as incoerências, vão negar das evidências… Preservar é preciso; fingir, não é preciso. Quem desmata, mata mais que fauna e flora; deflora, desflora, desafora a aurora do amanhã. Sabota o viver, sonega vida, fazer de conta, não faz a conta fluida;

Passional. Motivo para matar?

Imagem
Cornélio era segurança de um proeminente político. Naquela noite, deveria estar fora do Estado. Mas seu Chefe precisou antecipar o retorno, para tentar abafar um desses escândalos tão corriqueiros na politicagem nacional. O rapaz resolveu fazer uma surpresa para sua esposa. Passou na floricultura e comprou um buquê de belas rosas vermelhas, na delicatessen pegou um bom champanhe. Ao entrar em casa, ouviu uma música sensual que vinha do quarto do casal. Aproximando-se, começou a escutar sussurros, risos e gemidos. Lívido, estancou no meio do caminho. Deixou as flores caírem, colocou a garrafa sobre um móvel e após alguns instantes. Sacou a pistola da cintura, destravou a arma e lentamente dirigiu-se à porta da alcova com o dedo no gatilho. Nesse instante o celular vibrou. Num sobressalto, o moço tornou à sala, "afogando" o aparelho no aquário. Sem tardar, novamente diante daquela porta, pôs a mão trêmula na maçaneta, um calafrio correu-lhe a espinha e quando os sons denu...

Controle remoto. a TV que nos pauta

Imagem
Num canal, o Papa é pop, no outro, o pop não é Papa. Divergem: A dimensão do manifesto, a extensão do protesto, o tom do Cara, da “cara pintada”. Aqui o bandido é mocinho, ali, o herói vira vilão... Jonah Jameson x Homem Aranha. Convergente, divergente edição. A imparcialidade é questão de sintonia, mais à direita, mais à esquerda...

Fim de festa. E agora?!

Imagem
Nada resta, sobram sombras; assombram, ensombram... A música calou, acabou a comida, a bebida acabou. Sua possível “Cinderela”; se foi, não deixou o “sapatinho de cristal”... Você “tomou todas”! E após tantas “saideiras” ;

Imunidade de rebanho. Êee boi!

Imagem
Povo que se presta a gado, arrisca ao matadouro ser guiado; por quem aposte na imunidade de rebanho, no desdenhar da vida, dar mais valia ao “ganho”. E daí?!

Amizade. Verso, coisa de amigo

Imagem
Amigo é a peça que completa o quebra-cabeça, um dos blocos que faz com que a casa aconteça; lida que rima, dá liga pra vida que versa. Amigo conversa, não se presta a desconversar. Tudo discute e não briga: futebol, política e religião;

Colcha de nossos retalhos

Imagem
A vida é colcha de retalhos, Onde o eu sozinho é só mais um pedaço, retalho, buscando um pra que, tassalho carente de porquê. Uma apara, tira, fragmento, parte; uma fração à parte, apartada a sós.

Qual o limite da amizade?

Imagem
br> Nesses tempos em que se “caça” amigos e seguidores nas redes sociais, gente para curtir e compartilhar tudo e qualquer coisa. A amizade real, parece escassear, entre as descartáveis relações virtuais e artificiais sentires. Mas, amizade de verdade, não é e não pode ser medida em cliques, é uma ligação atemporal e transcendente, elo entre almas, liame incondicional de bem-querer. Algo como conta o filósofo Cícero: Mergulhando no tempo, vamos encontrar Damon e Pítias, amigos inseparáveis desde pequeninos. Era o século IV a.C., jovens pensantes, andavam por Siracusa a espalhar suas ideias e ideais. Mais loquaz e “revolucionário, Pítias vivia a dizer entre outras coisas, que nenhum homem devia ter poder ilimitado sobre outro. E que os tiranos absolutos eram reis injustos. Aborrecido por demais com aquele discurso, o rei Dionísio, ordenou a prisão dos dois amigos.

Ver Deus

Imagem
Vejo Deus: Na poesia luminosa de cada amanhecer, no sol que se aninha no horizonte fazendo o dia adormecer; nas flores da primavera, nos frutos do outono... em toda natureza vejo Deus! Em mim, em você, em todas as pessoas; em nossa capacidade de criar, amar... aprender com os erros construindo acertos No perdão eu vejo Deus!

O despejo das maritacas. E se fosse com você?

Imagem
O ser humano põe e despõe, haje como se animais e toda a natureza pudessem ser usados e abusados a seu bel prazer e sem qualquer consequência. Depois se abisma com os revezes climáticos, nuvens de gafanhotos, a pandêmica virose… No período mais agudo da quarentena, do isolamento social; menos afetado pela “infestação humana” o meio ambiente, ganhou novos ares, águas mais límpidas, céus mais azuis, menos lixo, menos poluição, tartarugas voltando a desovar em praias urbanas, leão marinho na orla da metrópole… Praga? Surto? Desastre? Catástrofe? Desgraça? Maldição? Epidemia? Calamidade? Cataclismo? Estrago? Flagelo? Tragédia?… Qual é de mesmo? Qual é a sua, humanidade?!

Vida; manhã, tarde, noite; madrugada...

Imagem
A vida amanhece a brincar numa incontida urgência, a matutina brisa da infância, se encorpa, rodopia jovial entre as flores do existir. Ensimesmada e voluntariosa, ela se arrisca, alheia ao tempo, descompromissada, desafia a tudo e todos. Julgando-se incompreendida, não compreende as regras e normas que intentam educar-lhe os arroubos da idade, o batidão de tantas vontades… Vespertina, a vida vai se ajeitando entre o apreçar e a pressa, o ter e o ser disputando a rotina; o feito e o não feito cobrando tributo, pensares e sentires de quem se desencontra tentando se encontrar. Madura, ou ainda perseguindo um tardio maturar, ela costuma tocar, alternar baladas alegres ou tristes, administrando a “playlist” do “Happy Hour”, entardecer na biografia que se vai escrevendo…

Todos, “todo mundo”. Pan o que?

Imagem
Quando conveniente, costuma-se usar a expressão: “todo mundo”. Não no sentido literal de o mundo todo, mas referindo-se a um grande número de pessoas que diz ou faz algo. Porém, quando o “todo mundo”, não se adéqua a determinados interesses, aí vem o “cada um por si e Deus por todos”. O sujeito se inclui fora do bolo, enfraquecendo a amizade, como se alguém pudesse de fato se por à parte do todo, do grande conjunto da humanidade. E daí?! Esopo, na fábula que versa sobre o feixe de varas, demonstra a tibiez de cada um, quando apartado do “todo mundo”:

O estagiário

Imagem
Após longos séculos de trabalho na portaria celeste, S. Pedro, resolveu tirar umas férias. Assim, foi colocado um estagiário para aprender o serviço antes que fosse liberado o efetivo descanso do honorável porteiro. O tal aprendiz logo começou a se achar o último acarajé do tabuleiro. Substituiu o "protocolo celestial", e as instruções do titular, por suas convicções e preferências pessoais: Barrou um por ser gay, outro por ser ateu, aquele por ser de um partido de oposição, aqueloutro era de outra religião, Fulano era adúltero, Cicrano era corrupto, Beltrano era falso... Não importava o mérito nem as obras do sujeito, o foco era o que o substituto considerava certo ou errado.

Ciclos. Tudo passa

Imagem
Primaveras e verões passam, da mesma forma como transitam os outonos e não perduram indefinidamente os invernos, obedecendo ao inexorável fluxo das estações. Saneando a atmosfera, vez por outra tempestades vociferam no ríspido ribombar dos trovões, na chuva incremente, na fúria dos ventos e numa analogia, as tormentas transformadoras da vida, açoitam a psicosfera, acordando as forças higienizantes, que dormitam no ego entorpecido.

Eu, eu mesmo e o eu lírico

Imagem
Na complexa simplicidade do ser, o eu se revela plural e não singular. Na verdade, o que denominamos de eu, é um conjunto de “eus”; não sendo apenas uma personalidade, mas um amontoado de personas. Dentre essas, em particular: o autor, o poeta abriga em sua essência, uma quase entidade autônoma, o eu lírico, também chamado de eu poético, que pode “pensar e sentir” de forma absolutamente diversa de si.

Maresia

Imagem
Coisas mal ditas, caladas, não ditas; malditas desditas. Onda que vai, retorna açoite, rebentação, murmura o mar, murmurar e maresia, um ir e vir a ruminar; divaga a vaga, voga guardada, desguardada... Vaga insone a noite, diurna sonolência;

Do que se faz a vida

Imagem
A vida é feita do se dar, do dar de si no dar as mãos, desdar o vão; viver, lidar. Calar do eu, falar do nós, silenciar o sós na coletiva voz; entrelaçar de braços, aconchegar no abraço, amor que chega pra ficar. Despetalar o malmequer, na paz do bem querer, no brotar da flor, o tempo; vento, alento do que virá. A vida é feita de momentos, da lida, liga do viver; Querer, pensar, sentir,

Sonho de artífice, ouro do viver

Imagem
Divagações poéticas, salta r de insubmissas prosas. R omânticas ou concretas ideações excitam a imaginação, retroalimentam a inspiração, transpiração em letras e palavras, que corporificam insuspeitos sentires e pensares . Arte que transborda em literária criação sem limites nem fronteiras, atemporal viagem que transcende o espaço-tempo. Assim viajamos na escrita por inescritas paisagens, paragens que abrigam a prazerosa vontade de fazer acontecer. Sem um necessário que do porque, um pra que deliberado e intencional.

Adeus, não. A Deus

Imagem
Um adeus corporifica um determinismo absoluto, fatal, inapelável; carrega o peso de uma despedida irrevogável, irreversível… Oprime o coração, deprime numa saudade sem termo, inconsolável presença de uma ausência. Mas, sabemos mesmo, o que é definitivo, irremediável? A vida dá tantas voltas e reviravoltas, sabemos tão pouco de tanta coisa; o imponderável, o imprevisto e o improvável nos surpreendem tantas vezes...