Hoje é dia de...

Singular mundo plural

Um grito poético contra o genocídio e a inverdade. sinta esse poema: a oração eletrônica que desafia o sistema e celebra a humanidade.

Explore a força desse poema que rasga o véu da propaganda imperialista e das falsas religiões. Uma obra que une geopolítica e espiritualidade em uma inspiração hipnótica e necessária. Descubra como a arte pode ser a ferramenta definitiva para desconstruir o ódio e reconstruir a humanidade.

Um coração humano gigante e translúcido flutua no centro da cena, formado por mosaicos de vitral que revelam rostos diversos em diferentes tons de pele. Abaixo dele, um solo árido e rachado abriga mísseis metálicos enferrujados cravados como cruzes. Entre as fissuras da terra seca, lírios brancos florescem, entrelaçados com arame farpado que se transforma em ouro líquido. Ao fundo, o céu se divide dramaticamente: de um lado, nuvens escuras de tempestade; do outro, um pôr do sol dourado com padrões de geometria sagrada brilhando suavemente. A iluminação volumétrica cria uma atmosfera intensa, emocional e surreal. #PraCegoVer #ParaTodosVerem
Entre ruínas e flores, o mundo pulsa em fragmentos — plural na dor, singular na esperança. – Imagem gerada e descrita por inteligência artificial.

A mentira como método;
parindo intocáveis,
sentenciando descartáveis;
definindo quem é sujeito,
ou abjeto objeto.
Que importa a verdade,
customizar a realidade faz a ciência do lucro,
com fulcro na desrazão,
o estupro dos povos,
morfética religião.
Falsos cristãos,
cínicos sionistas;
reclamam o monopólio de toda dor,
mas arrogam-se o direito de vida e morte,
genocídio higienista,
assenhoreado azar de toda sorte, de seja lá de quem for.
A pele, o credo por muro,
étnicos precipícios,
extremismo duro,
negacionista conturbação.
O cristo desmentido: “Meu reino não é desse mundo?”
A teologia do domínio,
predomínio da inverdade.
Reverso de um verso.
Falsidade, leviana desumanidade.
Desverso de um desquerer que mal me quer.
Normalizada anormalidade,
brutalidade;
mísseis missionários da dor.
Discurso de ódio ao diferente,
indiferente pregador,
prega a dor ignorante,
tergiversante despudor.
Cinematográfica propaganda imperialista,
financista ciranda de interesses venais,
especulação bilionária,
maldade biliardária,
cofre da hereditária corrupção.
O que sobra de arma, falta de pão,
falta saúde, falta livro,
farta desumanização.
Desapresso pelo sem preço do suor e do sangue,
o mangue que o poder maquinou.
Terras raras, vidas caras descaras que se pintou.
Falta um mosaico da gente,
rostos e mãos,
irmãos sem nãos;
desfronteira de um singular mundo plural.

Mergulhamos nas contradições de uma sociedade que customiza a realidade para alimentar o lucro, enquanto normaliza a brutalidade. Entre a teologia do domínio e a urgência de um mosaico humano plural.

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