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Hoje é dia de quê?


Pena de vida

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Cativo de minhas escolhas, desacertos dos meus acertos; cumpro minha pena de vida. Minha alegria hoje triste, rumina sorrisos dormidos, lembranças de tempos idos, descoloridos; restos do que não restou. Sobrevivo adormecido, qual velho livro, mero adorno na estante; acumulando o pó dos dias não lidos, onde jaz a tinta ressequida, sepultada nas pálidas folhas dormentes.

Felicidades Grazi!

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Parabéns filha amada! Que a vida sempre te sorria, semeando sorrisos em seu caminhar. Que os sorrisos frutifiquem e floresçam, perfumem e embelezem. Que seus sonhos se realizem e a esperança se multiplique em novos sonhares. Que as realizações se somem, as tristezas se subtraiam e possas dividir mais e mais conquistas. Que a fé te guie, o amor te inspire, a determinação te acompanhe, Deus te ilumine

"Somos todos macacos". Uma só macacada

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A grande diferença entre nós e os símios propriamente ditos, é que somos uns macaquinhos um tanto mais sabidos que os nossos primos primatas. Em muitos casos, como o dos hooligans, racistas, nazistas, extremistas, fascistas, terroristas, fundamentalistas e outros “istas” aqui não indiciados, a diferença é um tantinho de nada, uma titiquinha.

Vidas expostas

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O que tem feito, Seu Prefeito? E o Senhor, Governador? Nas encostas, vidas expostas, pêndulos que a morte espreita. Casebres de improviso e miséria, (des)equilibrados, à beira do precipício social. Caem as previstas chuvas, e o previsível descaso, deixa rolarem as lágrimas, correr a terra, soterrar o destino indigente.

Acróstico de um Brasil “fifado”

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C opa de múltiplos negados, o portunidade perdida; p adrão FIFA de subordinados, a utonomia esquecida. D entro dos campos pode tudo até dar certo, o uro de tolo brilhar... M iragens infraestruturais, u bíquo faz de conta; n efando faz que faz, d eprimente, o bilubilante afronta. D esavergonhada subserviência, e spetacular submissão.

Esperando para ser esquecido(a)?

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Todos os dias, dezenas de pretos pobres da periferia morrem assassinados. Mas, quem se importa?! São “apenas” pretos pobres da periferia. Gente invisível, míseros dígitos anônimos das estatísticas .

Responda antes de votar

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1 - Você entregaria a chave do seu carro ou da sua casa a qualquer um? 2 - Você contrataria um estelionatário para administrar os seus bens? 3 - Você confiaria a guarda de sua casa ou de uma empresa a um ladrão? 4 - Você acreditaria em alguém que costuma mentir, enganar ou trapacear? 5 - Você entregaria a educação de seus filhos a quem finge, enrola, faz de conta?

Ainda ontem...

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Ainda ontem eu nascia, dava os primeiros passos e só queria tomar mingau de farinha láctea, andava num velocípede vermelho com a cara do Mickey na frente e fazia o maior escândalo, quando chamavam dona Nequinha para me aplicar injeção. Meu primeiro carrinho de polícia, coitado. Estreou descendo as escadas do prédio... Ainda ontem eu aos seis anos, não entendia tanta alegria por um “tal de tri” numa tal Copa, estudava na Escolinha São Jerônimo. Adorava pegar o trem pra Paripe para passar o fim de semana na casa de minha tia. Eu achava o máximo sair com meu pai; comer misto quente num bar ali na Rua da Ajuda ou no “Cacique” (ao lado do Cine Guarany), nesse tempo, eu pensava que os carros sob o viaduto da Sé, eram miniaturas de brinquedo e sonhava em ser cientista, astronauta, piloto...

Equilíbrio. Nem tanto, nem tão pouco

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Perdida entre os adultos que ainda não são e as crianças que já deixaram de ser, nossa juventude se desencontra nas incertezas de uma sociedade dúbia, inconstante e novidadeira. Costumes teleguiados por modismos colocam a civilização a mercê da ditadura dos interesses da grande mídia, das mil e uma teorias e invencionices que inspiram pais e educadores esquecidos, de que entre a teoria e a prática, está a vida real, onde não há receita pronta, panaceia miraculosa, alquimia ou manual de instruções.

População bandida

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Não sem razão, diversos políticos são criticados e execrados por sua “folha corrida”: Estelionato, corrupção, roubo, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro... Enfim, todo tipo de maracutaia, imaginável e inimaginável. Mas, como gente assim é eleita e reeleita? Como conhecidos e afamados pilantras, conseguem “perpetuar-se” no poder, construindo longa carreira na politicagem?! Será que brotam do chão? Caem do céu, Descem de disco voador? Nada disso! São “paridos” das urnas, crias dos votos de muitos dos seus críticos. Durante cerca de 48 horas de greve da Polícia Militar da Bahia, multiplicaram-se os saques e depredações na capital e no interior. A população, reunida em verdadeiras hordas, aguardava os ladrões propriamente ditos, arrombarem as casas comerciais, para invadir e “fazer a limpa”. Idosos, mulheres, crianças, famílias agindo como quadrilhas de reles salteadores, materializando deploravelmente um velho ditado: “a ocasião faz o ladrão”. Gente hipócrita e sem caráter, que ...

Brasil que mata e morre

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Aqui não tem pena de morte! Mas tem morte sem pena. Termina na bala, acaba na vala... Sina de quem nada tem e “nada é”! Gente “invisível”, míseros dígitos abatidos feito gado.

O que diz, o que quer dizer e o que vem a ser

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Muitas palavras possuem mais de um significado, algumas são usadas apenas num sentido, o que termina escondendo ou empobrecendo outras de suas possibilidades. Um exemplo disso é o vocábulo comemorar. Comumente usado para designar: Festa, celebração... Comemorar, possui uma infrequente acepção mais rica e mais profunda. A de memorar com, lembrar com... Uma exortação ao exercício, à construção de uma memória coletiva. Lembrar, serve para não repetir erros e para ratificar acertos.

Acróstico da poesia internacional

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D ia do versar de cada dia, i nternacional data dos sentires e pensares, a lquímica poesia! I nter-racial, intercultural; n atural flor da literatura, t ece em versos a emoção, e sculpe em palavras, r iso e pranto, ventura e desventura; n obre namorada dos poetas, a lvissareira inspiração, c onsorte plena de encantos; i mpar, o nipresente, n ecessária essência, a lmejada beleza, l aço, entrelaço de sentir e razão.

Depois do carnaval...

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Após a folia carnavalesca é que (para muitos) começa de verdade o “ano novo” . Só depois do carnaval: Aula para valer, aquela dieta, largar o fumo, moderar na bebida, controlar o peso, parar de enrolar, pagar aquela dívida, fazer isso, aquilo, aquilo outro...

A vida só anda para frente

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A vida é uma via de mão única. Não dá para retornar. O tempo só avança! Não retrocede nem pausa. Assim, vamos em frente: Num carro de luxo, num velho fusquinha, de carroça, bicicleta, a pé; tem quem vá de coletivo, ambulância e até mesmo, “mortos-vivos”, passeando em seus carros fúnebres. A quem se demore na beira da estrada, esperando ou escolhendo carona, contemplando a vida dos outros passar.

Pedra, fogo ou água?

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Falando sobre comportamento humano, tem gente que vive feito a pedra : Excessivamente rígida, contundente, inflexível, indiferente... Aparentando uma inamovível solidez. Há quem se assemelhe ao fogo: Inclemente, devastador, implacável... Avança atropelando tudo e todos. Uns e outros costumam acharem-se autossuficientes e inatingíveis, improvisando uma onipotência acima dos prosaicos mortais. Mas, existe quem, como a água, aprendeu a contornar, encontrar brechas para transpor às pedras. Quando falta um caminho pronto, a água inventa o seu próprio caminho; infiltra-se e gota a gota, segue em frente. Paciente, insistente e persistente, ela vai aparando arestas, transformando e polindo a teimosa resistência das jacentes pedras. Pessoas assim, vão dia a dia reinventando o tal “jogo de cintura”, para abrir cânions, vales entre as pedreiras do cotidiano. Diante do fogo, a água busca neutralizar, conter o combustível que alimenta as labaredas, debelando as egocêntricas chamas. Por vezes...

Hoje. Sempre hoje

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Ontem é o hoje que expirou, amanhã é o hoje que aspiramos, hoje, a realidade. Num hoje se nasce, num hoje se morre, num hoje a lucidez

Questão de opção sexual de cada um

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31 de janeiro de 2014. Na novela “Amor à vida”, escrita por Walcyr Carrasco, foi ao ar o (segundo alguns), o primeiro beijo gay masculino da história da TV brasileira, protagonizado pelo regenerado vilão Félix (Mateus Solano) e seu “carneirinho” Niko (Thiago Fragoso). Controvérsias e polêmicas à parte, vamos tratar aqui sobre o direito de escolha de cada um e o necessário respeito às diferenças.