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Hoje é dia de quê?


Eu quero, eu posso, eu sou capaz

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Escola não é um prédio, não é onde se sabe tudo, nem o lugar das coisas prontas. É encontro de gente buscando saber, ensinar aprendendo, aprender ensinando; fazer, refazer num constante aprontar. É feito salada de frutas, tem um gosto plural que respeita o sabor singular de cada fruto. Escola é começo. Jamais fim! É sempre um meio, uma ponte para mais além. Para quem quer e se capacita para poder. É gente somando com a gente para fazer acontecer. Gente que não desiste nem desanima; acredita no que quer e pode, se faz vencedor. Mas que apontar caminhos, escola acorda a vontade de caminhar; descobrir, criar, inventar caminhos novos!

O Brasil é de todos os brasileiros!

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Considero perigosa qualquer forma de fanatismo (sobretudo o político) e acredito no voto como um ato eminentemente racional. Assim, não posso conscientemente, votar no que aí está. Não acredito em contos da Carochinha, Saci Pererê, boi tatá e a vida real, já me ensinou a mais de 10 anos, a não confiar em “Sapo barbudo” nem em insubstituíveis “Salvadores da pátria”. A alternância de poder é salutar em regimes verdadeiramente democráticos, descontinuando práticas que visam unicamente a perpetuação do domínio político, em detrimento dos interesses legítimos da nação.

Mentira. A grande "verdade"

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Se vivo, Goebels, chefe da propaganda nazista, sentiria grande orgulho por ter conseguido tantos "Discípulos" na política e na gestão pública em todo o mundo. Mas no Brasil com especial relevância: "Uma mentira repetida muitas vezes passa a ser verdade". Aqui na "Pinoquilândia" tupiniquim, o sujeito mente com a mesma naturalidade com que respira. É graduado em dissimulação, pós-graduado em inverdades, Mestre em lorotas, Doutor em mitomania e termina pós-doutorado em "conversa mole para boi dormir". Se metade do que político fala fosse verdade, já estaríamos exportando petróleo para o Oriente Médio, o Cidadão ficaria curado de qualquer doença só em entrar em um hospital do SUS, viraria doutor só em olhar para fachada de Escola Pública, comeria caviar, todos teriam casa de novela Global, assalariado andaria de Ferrari, aposentado do INSS viveria em cruzeiros pela Europa, teríamos trem bala para New York.

Ser Professor

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Professor não é sacerdote nem mero “profissional do ensino”; não é um simples repassador de conteúdos ou cumpridor de programas. Professor é um estado de espírito, um compromisso, ideologia, uma convicção! Professor é o soldado sempre alerta nessa guerra contra a ignorância, essa constante batalha contra um sistema deliberadamente alienante. Propositalmente mal pago, covardemente desrespeitado, vergonhosamente maltratado. Professor não cede, não desiste; luta, labuta, segue em frente! Por seus alunos, por suas certezas, por seu país! Contra os “podres poderes”, contra essa gente, que intenta adestrar indigentes do saber.

Preconceito. Nordestino não é espelho

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O preconceito depõe contra o preconceituoso. Acusa o pensar débil, a cognição tíbia de quem desacostumou-se a usar o discernimento e não consegue ver além dos clichês e estereótipos de uma "pasteurizada" e falsa cultura, misto de mediocridade e fútil arrogância.

Solvente humano

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Em química, diz-se que, solvente é a substância líquida capaz de solver ou dissolver outras. Aplicado ao comportamento humano, encontramos um pernicioso “solvente”, capaz de dissolver: Uma família feliz, uma amizade sincera, um amor verdadeiro, um sonho realizável, uma saúde forte, um caráter fraco, uma reputação sem

Inveja. Um alter ego da “admiração”

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O invejado não tem tempo a perder. Está sempre ocupado, dedicando a dádiva das horas a coisas úteis, edificantes, construtivas: Trabalho, estudo, boa música, espiritualidade, família... O invejoso? Carente de vida própria, desperdiça seu tempo “tomando conta da vida alheia”. Geralmente, o invejado é esforçado,empreendedor, empenhado, participativo... Constrói, cria, conquista, sonha, realiza, vence, faz sucesso... O invejoso?! Apenas rumina sua inveja! Enquanto o invejado se faz autor e protagonista da sua biografia, o outro terceiriza, confia ao acaso a sorte do seu desiderato...

Quero morar lá

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Eu quero morar num país chamado Publicidade. No estado da Propaganda, município das Mídias, bairro das campanhas, Rua do Merchant, num número qualquer. Lá é tudo tão bonito e diferente: são praças bem cuidadas, ruas e estradas limpas, sem buracos... A segurança pública é uma grande maravilha. A saúde é quase perfeita, dá até vontade de adoecer, só para ser tão bem tratado nos hospitais públicos. E as escolas. Que magníficas! Ensino de primeiríssima qualidade, como nunca antes na história de qualquer país.

A vida não é descartável

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É impressionante o tratamento simplista que tentam dar à defesa da vida. Como forma de desqualificar o debate, querem reduzir a discussão a uma mera questão religiosa. O que não é verdade. As religiões estão apenas, ocupando o espaço deixado pela omissão e conivência de outros setores da sociedade.

Dia de aniversário

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Aniversário. Envelhecemos, assistindo o tempo passar? Ou amadurecemos, tornando-o nosso parceiro? Certamente, a vida não contempla todos os nossos quereres. Mas é o que temos, é o caminho que dispomos para seguir em frente, ou estacionar na lamentação.

Versos reversos do voto nulo. Nulidade cidadã

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Se votar nulo desse resultado, anularia bem anulado! Protestaria com prazer. Mas o legislador esperto, não deixou brecha em aberto, para o eleitor se defender. O nulo nada anula. Não importa o percentual! Entenda-se o artigo 224 do código eleitoral. O nulo só serve a quem está na dianteira. Fatura os votos válidos, põe o povo na rabeira.

O outro lado. A face oculta do sorriso

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Assistindo suas interpretações, ouvindo suas músicas, lendo seus escritos, contemplando suas pinturas... Por vezes, esquecemos que nossos ídolos são pessoas de carne, osso e alma. Gente como a gente, com os mesmos problemas e dificuldades inerentes a qualquer ser humano. Fora de nossas ideações, nossos mitos podem experimentar depressões, fadiga, sucumbir ao álcool e ou outras drogas, às desilusões e até mesmo ao peso do sucesso e da fama, com seus tantos “efeitos colaterais”.

O tempo. Suas faces, facetas e falsetas

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Na areia que se esvai na ampulheta, no ciclos dos ponteiros, na intermitência dos dígitos, nas folhas que desfolham da folhinha.... O tempo! Tempo que cura emata, castiga e perdoa, maltrata e faz carinho, espada e ancinho, pedra e pão. Sacro e sacrílego, aristocrático e campesino; bálsamo e látego, ancião e menino. Direita e esquerda, capitalista e socialista; ganho e perda, aliado ou nazista.

Saudades de você

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Saudade, ausência tão presente que faz a gente estar junto, mesmo estando tão distante. Pro pensamento inexiste o longe quando o coração te sonha e na memória roda o filme de nossos

Mesmos nomes, diferentes personagens

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As coisas eram bem mais compreensíveis e menos inexplicáveis, quando: Dante era o Alighieri. Autor da “Divina comédia”. David era o jovem herói hebreu que derrotou o gigante filisteu. Daniel era um profeta bíblico. Marcelo era um apresentador e jornalista. Maxwell era Smart. O “Agente 86”, namorado da 99. Fernandinho era o marido da Ofélia naquele humorístico. Luiz Gustavo nos fazia rir com seu hilário “Mário fofoca”. Oscar era Schmidt. O “mão santa” que arrasava no basquete. Willian era levantador no vôlei. Bernard fazia bonito nas quadras, com seu saque “Jornada nas estrelas”. Fred era Flintstone. Marido da wilma, pai da Pedrita e amigo do Barney Rubble. Hulk era um “herói” esquisito, que aparecia quando o Dr. David Banner se irritava após ter sido acidentalmente exposto à radiação Gama. Jô era o Soares. Grande humorista, escritor e apresentador de talk show. Felipão podia ser o Dom Felipe III O Grande. Rei da Terceira Dinastia, vigésimo monarca de Portugal. Parreira era o Nome de...

Copa. Legado do povo

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O governo não disse que não haveria apagão na copa? Pois sim. Deu blackout na Seleção brasileira. Absoluta falta de mobilidade, desestruturação total! O time parecia propaganda oficial, afrontada pela dura realidade protagonizada pelos alemães. Mera obra ficcional de péssima categoria, tal qual os míticos “legados”; enganosos, retóricos... Legado de verdade, deixa o povo, que apesar de todos os pesares, de tantos factoides e tanto faz que faz. Mostrou ao mundo um Brasil bonito, alegre e hospitaleiro. Que com, sem e apesar dos seus politiqueiros e suas politicagens, consegue transcender à desventura cotidiana desse país de faz de conta e improvisos. Dentro do campo uma copa maiúscula, apesar do futebol minúsculo da “pátria de chuteiras”. Resta esse gosto amargo de chucrute azedo e indigesto, até que 2018 acorde novamente o sonho adiado, a vibração de uma gente que tenta realizar sua catarse no futebol. Fora das futebolísticas quatro linhas, a realidade despe-se da publicidade, conv...

Não dá para decidir nos pênaltis

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Uma partida decisiva, eliminatória de futebol, além dos 90 minutos regulamentares e seus possíveis acréscimos, ainda pode ir para a prorrogação e chegar na disputa por pênaltis caso um empate persista.

Não quero. Eu quero...

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Não quero ser livre como um pássaro! O mundo anda cheio de gaiolas, alçapões, atiradeiras... Não quero a beleza das flores! Ela é por demais fugaz, costuma terminar como adorno morto em jarros belos. Mas, frios. Não quero a paciência das pedras! Pedras não se modificam,