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Hoje é dia de quê?


Ambição. A queda de Ícaro

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Segundo a mitologia: Dédalo era pai de Ícaro e foi banido por assassinar o sobrinho Talo, abrigando-se na ilha de Creta, no reinado de Minos. Com o nascimento do Minotauro, filho da rainha Pasífaa e um touro divino, ele e o filho Ícaro ergueram um labirinto para aprisionar aquele monstro metade homem, metade touro. Tendo sido o Minotauro morto por Teseu, pai e filho foram presos no labirinto. Quando Dédalo resolveu construir asas feitas de cera do mel de abelhas e penas de gaivota, para fugir dali, advertindo o filho que não voasse muito alto, para que o sol não derretesse a cera das asas, nem muito baixo, para que a água do mar não deixasse as asas mais pesadas. Ignorando os conselhos, seduzido pela ânsia de voar mais e mais alto, despencou nas águas do Egeu, enquanto o choroso pai seguiu voando. Na medida certa, a ambição é produtiva e salutar, desmedida, pode ser desastrosa: Se demasiada, leva aos desatinos da corrupção, da ganância, criminalidade e toda sorte de desajustes; re...

Renove-se! O tempo está passando...

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Tudo passa e nós, passageiros do tempo, avançamos na revolução de cada instante. Quem para estagna, quem tarda entorpece; a vida flui, reciclando ideias e costumes; velhas e "imutáveis certezas" desmoronam com a evolução do ser que multiplicando saberes, dilata os limites do universo, rompe as fronteiras da ignorância.

Outdoor

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paisagem de concreto e aço; beijos e abraços, contidos em perfis de vidro. Lá fora: Multidão penitente, máquinas e gente; tráfego das horas, trânsito dos dias… Ricos escritórios, pobres fábricas; operários em risco de morte, empresários apostando a sorte. Esquerdóides autistas, esquizofrênicos direitistas;

Mapa do Site/Blog

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> Para uma melhor interação e maior acessibilidade dos leitores. Dividimos o Site/Blog em três seções: Prosa e poesia , Pensata e Datas comemorativas . Clicando acima, no link desejado, você será direcionado para a lista da seção específica, ordenada por data de publicação. Antonio Pereira Apon . Você também pode gostar de ler: Datas por mês: Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Assista nossos vídeos, inscreva-se no Apon na arte do viver. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal, clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Voa passarinho!

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Um dia o corpo finda, para o espírito não findar. É qual sol, que guarda um arrebol em cada crepúsculo; eclipse de um instante, transitar de estações, fluir do tempo, pulsar do destino. O agora desaguando no porvir, acordando o há de vir.

A arte e a vida

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A arte e a vida se imitam, interagem, se explicitam. Mas a vida costuma fugir do script. Contesta o texto, o contexto. Impõe seu plano sequência; um só take! Sem corte ou edição, sem ensaio ou preparação; sem buscar o ângulo adequado, a marcação correta, a melhor luz, a locação perfeita, sem testar o som… O destino segue! Estejamos nós, preparados ou não. Não importa a opinião do “respeitável público”, não conta a “audiência”… A vida gira sem detença. Surpreende e improvisa, reescreve e não avisa, pra sorrir ou pra chorar.

18 anos

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A vida segue no seu ritmo, sem pressa nem demora. Não tem tecla de retrocesso, pausa ou avanço rápido. Tudo tem seu tempo e a seu tempo, tudo acontece na instantaneidade do presente, ao vivo e acores; sem videoteipe, câmera lenta... A idade, não é o link mágico, no qual, em se clicando, tudo vá acontecer de um instante para outro. Mas, deve e pode abrir o “termo de responsabilidade” do existir, o compreender e aceitar, que suas opções tem consequências, tendo que arcar com os ônus e bônus de suas escolhas.

Verdades de mentira...

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De tanto fazer de conta, no fim das contas, dá crédito a seu descrédito; tudo e todos desacredita. Verdade averssa, reversa, inversa, transversa… Mentira repetida, “verdade” mal urdida, inverdade, versão… Verossímil treta, verídica mutreta, pelo real, aversão.

Até...

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Quando nascemos, “embarcamos” no trem dessa nossa vida que segue sem tardar. Durante o percurso da viagem, assistimos embarques e desembarques no “vagão dos nossos afetos”, ratificando a nossa condição de literais passageiros, inexorável certeza do estarmos de passagem na brevidade desses instantes. O tempo passa, como a paisagem que foge entre as janelas. Até podemos estimar as chegadas. Mas as partidas… Essas costumam nos surpreender... Lágrimas e saudades, superlativam emoções. Mas a vida segue. E precisa seguir! O tempo não para. Nosso trem segue sem detença.

Pobre rico

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Enriquece o bolso, empobrece a alma. Perde a calma somatizando a pressa: Stress, enfarto e depressão, câncer, AVC e piripaque, ataque do coração. Neurose, psicose, hipocondria. TOC, siricutico, úlcera e alergia. Diabetes, hipertensão e impotência; infertilidade, vício, demência...

“Terrorismo gastronômico”. “Bombas” de gengibre

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A Bahia, terra de todos os santos, orixás, guias e afins. Vez por outra, se notabiliza por fatos folclóricos, pitorescos, paranormais, surreais... E como dizia o governador Otávio mangabeira: “Pense num absurdo, na Bahia tem precedente”, ou ainda o poeta Gregório de Matos: “A Bahia é a Bahia”! Pois bem. Passado o susto e não havendo mortos ou feridos graves, Tem horas que a vida real, parece disputar com a ficção a arte de fazer rir nesse “país da piada pronta”. Um cidadão reprovado trocentas vezes no exame da Ordem dos Advogados do Brasil, inconformado e julgando-se injustiçado, perseguido, discriminado ou algo que o valha, resolveu se passar por “terrorista” (ou pelo menos, uma versão bem tupiniquim de um desses dementados). O sujeito exibiu um suposto colete com feixes de explosivos e mandou o povo correr para não morrer. Iria explodir-se com o prédio onde deveriam ser realizadas as provas da OAB naquele domingão soteropolitano. Foi bacharel pra tudo que é lado! Um sururu dos di...

Amor ou posse?

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Amor cativa. Posse, encarcera. Amor cuida. Posse, ciúma. Amor é laço. Posse, nó. Amor é nós. Posse, eu. Amor é melodia. Posse, dissonância. Amor, plenitude do ser. Posse, mesquinhez do ter. Amor alforria. Posse, escraviza. Amor propõe. Posse, impõe. Amor constrói. Posse, devasta. O amor é altruísta. Posse, egocêntrica e egoísta. Amor alegra. Posse, desgraça. Amor é alvorada. Posse, crepúsculo. O amor é virtude. Posse, vício. Amor eleva. Posse, rebaixa. Amor perfuma. Posse, espinha. Amor é diálogo. Posse, monólogo. Amor partilha. Posse, furta. O amor é como a fé. Posse, tal qual o fanatismo. Amor encanta. Posse, entorpece. O amor enleva. Posse, deprime. Amor pacifica. Posse, guerreia. Amor é poesia e prosa. Posse, infame prosopopeia. Amor é sóbrio. Posse, demente. Amor cura. Posse, fere. Amor acaricia. Posse, agride. Amor abraça. Posse, esgana. Amor é remédio. Posse, doença. Amor é o começo. Posse, o fim. Amor vivifica. Posse, mortifica... Precisa desenha...

Quem te ama...

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Quando o dinheiro falta, a necessidade farta, o sucesso finda, a fama passa... Quando a vicissitude bate à porta, o sobrenome já não abre portas e o nome as faz fechar... Quando os títulos não mais contam, o cargo perdeu a importância, o ter, a relevância...

Ladainha - II

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Como dantes, rindo para não chorar, seguimos rogando piedade a Deus pelo Brasil e os brasileiros, ante tantos absurdos. Senhor, Piedade! Valha-nos Deus! Pelo privilegiado foro, por quem foge do Moro; pela imunidade parlamentar, pela impunidade pra lamentar. Senhor, tende piedade de nós! Pelo preço do feijão, pela volta da inflação; pela bazófia da jararaca, pela autoridade que matraca. Senhor, tende piedade de nós! Pela corrupção endêmica, pela reforma polêmica; pela assistência parca, pela propina farta. Senhor, tende piedade de nós! Pelo tríplex sem dono, pelo sítio sem ônus; pela escorcha tributária, pela política arbitrária. Senhor, tende piedade de nós! Pelo limite na banda larga, pela carestia amarga; pelas desreguladas “agências reguladoras”, pelas populações sofredoras. Senhor, tende piedade de nós! Pelo fiasco da copa, pelo eleitor que os “negados” topa;

O que ficou do que foi

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Faltam palavras, para dizer dos dias idos, nossos anos coloridos, onde a juventude fez sonhar. Hoje, pela porta entreaberta, a lembrança vai e flerta, com o que se foi, para em nós poder ficar.

Ladainha

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... Senhor, tende piedade de nós! Tende piedade Senhor! Senhor, piedade! Pela FIFA e suas exigências, Por tanta subserviência. Pelas obras da Copa, Pelo povo que tudo topa. Senhor, tende piedade de nós! Por tanto Ministro que cai, Pela vaca que pro brejo vai. Pela ponte Salvador/Itaparica, Por tanto factoide na política. Senhor, tende piedade de nós! Pela tucana "Privataria", pela petista patifaria. Pela programação televisiva, pela publicidade abusiva. Senhor, tende piedade de nós!

Característica

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Do diamante, a dureza, do vinho, o sabor; do azeite, a pureza, do fogo, o calor. Do populismo a farsa, da insegurança, terror; do clientelismo, desgraça, do fisiologismo, horror. Da poesia, o lírico, do malandro, manha; do sonho, o onírico, do ódio, sanha.

Seguir em frente

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Se acontecer ou não. Se der... Se vier... Seja como for: Nos planos ou fora deles; esperado ou inesperado, surpreendente ou trivial, bem escrito ou rascunhado. O caminho é para frente! Não se anda para trás! Tudo e todos passam.